Aldard - A Sexta Era

Episódio 41

O Poste de Mil Peças de Ouro

Nasus e seus guias tengu finalmente chegam à bela cidade de Bismut, fortemente guardada por muralhas velhas e guardas desinteressados, e com um povo hospitaleiro, sempre disposto a oferece o que tem de melhor aos visitantes. Após pagar para os outros dois tengus, o terceiro tengu decide acompanhar o paladino até o templo de Seth, onde encontram ninguém menos que Zuko e sua “comitiva”, que haviam chegado há pouco tempo no mesmo local. Gliese se reporta ao clérigo anão, chamado Rhuimm, aparentemente o manda-chuva desse templo enquanto Nasus, o gnomo e o tengu conversam longamente. Em pouco tempo, Elise alcança também a cidade, acompanhada de seu novo “amiguinho” dragonado, o qual se recusa a entrar na dita-cuja. Mesmo assim, a chifrudinha adentra os portões da cidade e, após rápida busca, descobre o paradeiro do gnomo a quem vinha procurando.Elise chega ao templo de Seth e pergunta por Zuko, sendo atendida pela paladina gnoma. Esta comunica o fato de não muito bom-grado ao dito-cujo, e com Nasus próximo o suficiente para escutar o nome da bruxa à espera, este desce de espada em punho para tirar satisfações de episódios envolvendo almas vendidas, vários nív… meses atrás. Mais conversa depois, o paladino se convence de que a bruxa deseja se redimir de certos “erros” passados, e se junta ao grupo deles em sua demanda.
Yorg, impaciente com o ócio forçado a que está sendo submetido, decide procurar trabalhos… perigosos… dentro da cidade. Ouve do taverneiro histórias sobre vandalismo, arruaça e postes quebrados no peitoral do capitão da guarda, aparentemente provocados por um único homem, cuja captura vale nada menos que mil peças de ouro. Tenta dormir para aproveitar a noite a seguir, mas devido aos malditos marujos o incomodando por nada, decide sair dos seus aposentos. Pela janela, é claro. Segue pela cidade em busca de pistas, uma busca que dura o dia inteiro e aparentemente nenhum sucesso.
Capitã Angela Seawolf acorda após uma ressaca particularmente forte, com seu subordinado Arcantus ao seu lado na cama. Sem tempo nem condições de pensar a respeito, desce para tentar organizar-se durante sua estadia forçada na cidade de Bismut: precisa de um navio consertado e mais do que seus atuais oito tripulantes. Como a segunda parte é mais fácil de arranjar do que a primeira, transmite ordens a Arcantus e decide ir pessoalmente ao porto recrutar pessoas para seu navio. Seus grandes dotes se revelam mais efetivos do que de costume, e nada menos que vinte homens aceitam seu chamado na primeira leva.
O tengu e Nasus decidem ir ao templo de Hilanda à procura de alguém que possa ajudá-los a zarpar da cidade o mais rápido possível, dada a urgência da tarefa imposta ao paladino. Uma senhora de meia-idade os recebe e revela a atual situação dos navios no porto e do mar ao redor da cidade, e recomenda que eles procurem pessoalmente por alguém no cais se quiserem partir depressa. Eles de fato encontram uma senhorita de cabelos ruivos e olhos ametista, recrutando tripulantes para sua embarcação. Após rápida negociação, Nasus e o tengu concordam em ser parte da tripulação da capitã ruiva, que os manda até a taverna onde seus tripulantes estão hospedados e para onde mandou os outros vinte marinheiros.
Durante a conversa, Elise revela que Latimeria havia caído para os brancos. Altamente preocupado, Zuko tenta o teleporte direto à sua cidade-natal, sem sucesso, mas consegue numa segunda tentativa para um local próximo, uma grande confluência de caminhos subterrâneos onde está ocorrendo uma batalha entre anões da cidade e um exército de humanos de pele pálida e surpreendentemente bem equipados. O comandante das tropas humanas, um cavaleiro de armadura negra brandindo uma enorme espada com a peculiaridade de ser oca no meio da lâmina, destroça os anões um a um com facilidade. Invisível, Zuko percebe o imenso poder da espada se manifestando em múltiplas auras e, quando tenta avançar pelos túneis onde estão entrando o já vitorioso exército de humanos, recebe um raio de energia que drena parte de sua força vital. Imediatamente ele retorna à segurança de Bismut e comunica o que viu aos seus aliados.
Ula’ena estava cansada de ter de ficar numa cidade cheia de humanos, mas quando já parecia ruim o suficiente, mais humanos aparecem na taverna. Dizem eles que foram mandados para assinar o livro de admissão, que por sinal deveria estar com o primeiro-imediato, mas este estava dormindo no quarto e o livro não estava com ele. Fato constatado, ela faz rápida visita ao navio, onde encontra Arcantus e o livro. Ela leva o segundo. Fazendo as vezes de secretária de RH, Ula faz os novatos assinarem o maldito livro, incluindo o homem-de-lata que chega junto com um homem-corvo. Humanos… Como se não bastasse, parece que a capitã resolvera diversificar a “fauna” do navio com mais espécimes: além dos dois seres já descritos, também estão entre os recrutados um casal de gnomos, mais mulheres exóticas e um homem vestido de peles, provavelmente algum selvagem perdido. No mínimo deve ser mais alguma requisição feita pelo engomadinho…

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anatnasoicram

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