Aldard - A Sexta Era

Episódio 42

As Aventuras do Mustapha Voador

Yorg, o homem da máscara de poker-face, segue em sua quest pessoal de capturar um bandido procurado e manter as ruas da cidade de Bismut limpas (de bandidos, pelo menos). De taverna em taverna, consegue finalmente achar o sujeito que tanto procurava, sentado numa mesa com outros dois sujeitos encapuzados jogando… vocês sabem. Mal sabia o detetive de meio-período que ele mesmo estava sendo seguido pelo tengu-clérigo-do-todo-poderoso-Grande-Deus-Hilanda-do-Comércio-e-dos-Mares e pela chifrudinha mais querida da mesa, a Rainha Els… Elise. Ambos o encontraram na referida taverna jogando o referido jogo com os referidos senhores na referida mesa após uma rápida investigação sobre os rumores mais recentes da cidade e o infortúnio acontecido ao capitão da guarda que levou a um cartaz de “procurado” a mais pelas paredes da cidade. Assim sendo, ambos tomaram parte no joguinho, que terminou com a saída prematura de alguns, incluindo o suposto alvo de Yorg, e com a vitória incontestável da bruxa. Yorg, por sua vez, foi atrás do sujeito-alvo, e o encontrou nos estábulos atrás da taverna deitado no feno. Após uma tentativa fracassada de cortar a garganta do sujeito (caído, bêbado e supostamente dormindo), o não-tão-assassino-assim se evade do local (vulgo, foge). Elise e Kra (o tengu-clérigo-do-todo-poderoso-Grande-Deus-Hilanda-do-Comércio-e-dos-Mares) decidem chamar reforços (vulgo, Nasus) e seguem para onde o procurado foi – outra taverna. Lá eles encontram o sujeito… lavando pratos. Enquanto Yorg fica de vigia em cima da laje do vizinho, Nasus encara o procurado com toda a bravura que os poderes de paladino lhe concedem, e as partes decidem acertar as contas do lado de fora. Ao ver seu alvo saindo do estabelecimento, Yorg resolve praticar o tiro no dito-cujo… sem muito sucesso. Ao perceber a trairagem de um ser supostamente Leal e Bom, o suposto criminoso percebe q esse negoço tá bugado e sai de cena literalmente desaparecendo em pleno ar. Frustrados com a cagada praticada por Yorg, o trio decide descontar toda a raiva no coitado antes de levá-lo de volta à guarda da cidade, onde encontram o capitão e descobrem que o sujeito que eles acabaram de espancar/gelar/dar sonífero mágico estava também à caça do vândalo que eles deixaram escapar. Após assumir brevemente o cargo de capitão, dado pelo seu antecessor logo depois de um ataque de chilique, Nasus prende Yorg numa cela e volta ao templo. Elise continua procurando o criminoso sem muito sucesso, assim como o tengu. No fim da madrugada, todos se recolhem para se preparar para o dia seguinte, o qual acontece absolutamente nada de relevante.
Enquanto isso, na taverna alugada pela Miss Fort… Capitã Angela, Zuko e toda a tripulação que ajudou a acelerar o conserto do Mustapha Voador caem na bebida enquanto Arcantus e Selene começam a… estudar. Angela, por sua vez, decide sair à procura de um bardo para o navio, sem muito sucesso. Ao retornar, descobre que o gnomo até que dá pra coisa ao vê-lo tocar o instrumento de um dos seus marujos e decide se juntar a eles. Até a temida capat… oficial strix Ula’ena entrou para o karaokê, surpreendendo com a qualidade de seu canto (bem… meio-pássaro, né…).
Dois dias depois, todos os preparativos devidamente feitos, navio devidamente reparado, hora de zarpar. O tengu acaba por levar um amiguinho da igreja do Grande Hilanda a bordo junto com ele, e Elise acaba por levar outro amiguinho junto com ela… só que maior: o Dragonaldo (brilha muito no Curintias) pousa no convés e após ligeiro desentendimento com Zuko, todos se armam contra a pobre criatura de garras e preasas afiadas. Antes que as partes começassem a se matar, porém, Elise faz o bicho dela dormir. Angela convida Nasus a visitar sua cabine à noite, coisa que o paladino faz religiosamente todas as noites (embora o que se faça lá dentro não tenha muito a ver com a religião que o paladino segue). Inexplicavelmente, seu humor melhora dramaticamente durante os dias que se seguem.
Em algum ponto já em mar aberto, Ula’ena, do alto do caralho, avista algo emergindo das águas e nota que o navio está em rota de colisão com a coisa. Angela muda o curso do navio e a manda averiguar o que seria aquilo. A cosplay de corvo (que não é tengu) segue junto com Zuko até a criatura, que na verdade são duas. Uma delas é maior que o barco, a outra tem o tamanho de um humano e atende pelo nome de “Feferi Pixies”. Após uma conversa amigável com ela, que pede um pouco de comida que não seja peixe, Ula e Zuko falam das qualificações culinárias de Elise e a levam para conhecê-la no navio. A bruxa prepara um dos seus melhores pães-com-ovo-gourmet da história deste país, feitos com carne de carneiro, e agrada imensamente a ilustre visitante. Esta também pede ajuda para encontrar seu alguma-coisa-que-ela-não-quis-dizer Eridan, que odeia pessoas da superfície e está de posse de uma arma chamada “raio da morte”. Mais um pouco de conversa, e Feferi se despede do grupo, bastante satisfeita por ter conseguido ajuda e mais pão-com-ovo-gourmet-de-buchada.
No dia seguinte, Ula’ena avista ilhotas e destroços de um navio mercante. A Capitã ordena que um grupo de reconhecimento seja mandado para lá, e Zuko vai junto com a própria Ula e Nasus. Lá, descobrem que esses destroços estavam sendo habitados por um grupo de… ogros-do-mar. O que era uma missão de reconhecimento virou uma missão de matar-pilhar-destruir, algo que fizeram com maestria após o gnomo explodir o interior dos destroços com os ogros dentro, Elise eletrocutá-los e Angela, Kra e Ula alfinetarem mais alguns. No fim, um único sobrevivente foi premiado com um interrogatório, a ser promovido pelos invasores do Mustapha Voador.

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