Aldard - A Sexta Era

Episódio 47

O Grande Leste a Oeste

Os dois mercenários a serviço da maga a seguem pelas masmorras da fortaleza na montanha. Após aposentos, escadas e corredores vazios, eles finalmente encontram uma câmara com um altar, o qual parece ter sido recentemente utilizado. Após passarem por outra câmara menor após esta encontram os próximos adversários, alguns sacerdotes vampíricos que oferecem certa resistência aos aventureiros mas acabam rechaçados e fogem. A maga e os mercenários prosseguem, encontrando ainda um enxame de morcegos antes de chegarem finalmente ao salão que procuravam. No aposento ricamente decorado (ao contrário dos demais lugares da masmorra, abandonados e em ruínas), estavam à espera deles uma vampira e quatro servos vampíricos, sentados numa grande mesa no fim do salão. Segue-se uma rápida e tensa conversa entre a anfitriã e a invasora. Ambas entram num forte duelo mental enquanto os servos/mercenários de ambos os lados se digladiam, e após longos segundos a maga consegue vencer sua adversária. Controlada pela necromancia, a vampira ordenou que seus servos parassem de lutar (e consequentemente estes foram destruídos pelos agressores) e ela, por sua vez, foi ordenada a entregar o tesouro que a maga veio buscar. A vampira, então, abre uma passagem secreta atrás da mesa e revela um pequeno aposento repleto de pergaminhos, equipamentos de laboratório e livros. De dentro de um dos armários, a vampira tira um pequeno baú e entrega à maga, a qual sussurra-lhe algumas palavras e se evade do local via teleporte com seus dois “capangas”. Estes são levados até à academia arcana de Garnos, onde recebem a devida recompensa pelo serviço prestado.
*
Zuko acorda após Elise conjurar uma poderosa magia de cura sobre ele. O gnomo lembra-se vagamente de um sonho estranho em que estivera sem ar e cercado de céu noturno e estrelas por todos os lados. Recobrando os sentidos, observa a conversa entre Nerull e o tengu estranho que os acompanhava, consequentemente descobrindo a identidade verdadeira do dito-cujo: ninguém menos que Baldur Theo, o carma eterno de sua vida em forma de bardo. Enquanto isso, Naylay, a profeta surda-muda, tenta se comunicar com aquele que seria o salvador de seu povo, o ex-paladino em atividade Nasus. Após o fim da conversa com o androesfinge sobre os poderes de certos clérigos de Seth que ainda persistem numa cidade chamada Bismut, o grupo finalmente parte para o deserto. Ou o começo dele. De toda forma, se reencontram com Caine, que lhes recomenda cautela com o clima errático no interior do Grande Leste Vermelho (que fica no Oeste) e indica alguns grandes amigos (os gigantes do deserto) que poderiam ser de alguma ajuda e onde encontrá-los. Ignorando quase que completamente as informações do druida, o qual ganha a companhia de Nida (a druida-do-comum-francês) e seu companheiro (na verdade, companheira) animal dinossauro Aurélio, o grupo segue o caminho mais direto apontado pela relíquia. Algum tempo de viagem depois, eles são recebidos calorosamente (hue) por um verme púrpura, sendo atacados de surpresa pelo dito-cujo de dentro das dunas. Com pouca dificuldade, nossos heróis derrotam o gigantesco monstro, provando que estão mais do que preparados para o que quer que os aguarde nas areias infindáveis que agora os cercam.

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anatnasoicram

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