Aldard - A Sexta Era

Episódio 46

Mercenários e Espadas Lendárias

Uma maga com cabelos negros, presos num rabo-de-cavalo, busca por aventureiros dispostos a acompanhá-la numa missão. Suas esperanças são poucas, dado o estado de alerta vivido em Garnos e o alistamento compulsório da grande maioria de seus cidadãos desde o recente ataque de um exército de mortos-vivos liderados por uma lich até então desconhecida. No entanto, um dos frequentadores corajosamente aceita a oferta. E outro. Dois são o suficiente. Parecem veteranos no ofício. Então, a maga os leva prontamente ao destino pretendido: uma montanha solitária no meio das planícies, onde está escavada na própria rocha uma fortaleza há muito abandonada mas ainda imponente. Os dois homens parecem bastante fortes, mas não muito inteligentes – constatação percebida ao tentarem abrir o imenso portão de ferro nas muralhas externas com as mãos. Uma magia e algumas palavras foram suficientes para se manterem incólumes a qualquer que seja o perigo à espreita. Subiram a fortaleza pelas escadarias estreitas até alcançarem uma grande espécie de sacada, em cuja parede oposta haviam duas portas. Uma delas possuía algum resíduo arcano, que a maga prontamente dissipou com mais uma magia. A passagem, agora aberta e segura, dava para um corredor longo e estreito, e este para uma grande câmara repleta de pilastras. A escuridão que tomava o local cedeu ante à luz mágica produzida pela mulher. Um dos homens percebe o perigo iminente se aproximando, e intercepta um dos dois golens de pedra que os recebem. Apesar da coragem, este quase sucumbe à força bruta do construto. O segundo, por sua vez, prepara-se melhor, e ambos recebem o apoio mágico da mulher. Utilizando sua estratégia peculiar de combate, os dois homens foram capazes de superar os golens, embora com alguma dificuldade. Uma primeira parte difícil para uma masmorra. Mau sinal.


Elise percebe algo errado ao teleportar de volta à floresta arruinada onde capturaram Clarissa: estão faltando um gnomo, um tengu e a Relíquia. Sem nenhuma pista do que poderia ter ocorrido com os três, o restante do grupo fica sem saber o que fazer até o fiel e pouco expressivo amigo do corvo (que sequer disse o nome ainda) pedir que esperassem até o dia seguinte, quando ele e Caine, ainda tentando recuperar a antiga floresta de sua mestra, poderiam tentar contato com os dois desaparecidos. Assim sendo, no dia seguinte, ambos conseguem falar com o corvo mas não com o gnomo. Kraa diz estar a caminho do templo de Nerull, no meio das montanhas, acompanhado de duas mulheres e um dinossauro (mas não diz nada sobre a relíquia ou o gnomo). Após alguns cálculos sobre quem deveria ficar aonde, Elise teleporta de volta com o companheiro do homem-pássaro e seu novo pet dragonado, deixando o paladino sem poderes Nasus em Garnos para cuidar de seus próprios afazeres. O aasimar encontra o templo de Seth fechado, e após receber a informação de um plebeu aleatório do porquê, encontra sua superior Vayne no templo do Grande-Deus-Hilanda-do-Comércio-e-dos-mares entretida numa conversa com Annad, a Arqui-reitora da Academia Arcana de Garnos. Nasus transmite a notícia de que os sacerdotes do templo de Seth em Bismut não sofreram nenhum efeito do que quer que tenha acontecido aos fiéis dos templos do resto do continente, tendo estes conservado integralmente seus poderes. Isso alarma a Alta-Inquisidora ao ponto de deixá-lo falando sozinho enquanto se dirige de imediato à saída do templo, apressada. Enquanto isso, já dentro do templo de Nerull, Elise observa algo atrás do altar: Zuko, desacordado, segurando a própria Relíquia entre as mãos. Ela tenta em vão acordá-lo, e espera até o dia seguinte, quando provavelmente o corvo chegará com as suas supostas acompanhantes – e trará de volta o paladino para o templo.
Não só eles, como também Nerull chega ao seu próprio templo no dia seguinte. O androesfinge e os aventureiros são apresentados a Naylay, a oráculo muda. Nasus e a jovem conjuradora divina “conversam” bastante sobre suas missões e objetivos, e ela revela seus planos para ajudá-lo a cumprir sua missão em troca de ajudar a cumprir a missão dela. Enquanto isso, o homem-corvo revela os últimos acontecimentos a Nerull e Elise e como foi parar de volta nas montanhas. Ao saber o rumo que as coisas vêm tomando no continente, Nerull decide intervir diretamente e durante a conversa, deixa escapar o segredo do corvo (que nem era tão segredo assim) e dirige-se para fora do templo. Novamente de posse do artefato, o grupo de aventureiros (agora expandido, revisado e turbinado) decide retomar sua missão e segue rumo às espadas sagradas perdidas no Grande Leste Vermelho.

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anatnasoicram

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