Aldard - A Sexta Era

Alderan, Episódio 35-B
A Volta de Hans Kruger

Blair ressuscita seu fiel marido orc após este ter perdido a vida durante a batalha por Anadyr. Em seguida, os sobreviventes – bruxas, trolls, maguinha-ks, agregado pedroso e marido orc – adentram o palácio onde outrora habitavam os governantes élficos, devidamente protegido com mágica das fortes, que além de causar dano a quem entra, impede a fuga por teleporte. Depois de perderem tempo num grande hall de entrada, portas de madeira negra e um corredor com tapete vermelho, o grande grupo alcança a sala dos tronos. Sete ao todo, dos quais somente um estava ocupado, pelo próprio general élfico. Elise o e ex-escravo pedroso tentam prontamente quebrar a CG atacando com hexes e investindo. A primeira não funciona e o segundo é paralisado por uma magia lançada por… Astarth. De trás dos outros tronos, surgem: A maga elfa sobrevivente da última batalha; o próprio Astarth, portando o cajado que a maguinha-ks-npc Clarissa procurava desde o início da campanha; Sua fiel serva succubus; outra fiel serva succubus, sendo essa a de quem aparece de trás do trono do centro: Hans Kruger.


FLASHBACK
Hans acorda de seu pesadelo infernal numa câmara cheia de elementos ritualísticos com o seu novo mestre e dono de sua alma, assim como sua serva sucúbica a esperá-lo para iniciar os seus primeiros trabalhos do lado caótico e maligno da Força. Astarth, o capiroto-dos-contratos, diz ao recém-formado antipaladino que estão de partida para Anadyr, para resolver um novo… empreendimento… para sua causa. Assim que chegam, são recebidos por ninguém menos que o próprio General Landar, o qual negocia em segredo com o arquidiabo a suposta formação de um “exército imortal”, e em troca o elfo deve realizar um suposto “grande sacrifício” em seu nome. Concluídas as negociações, todos aguardam ansiosamente a “invasão” predita pelo capiroto. E assim, como todos sabemos, ela acontece.

Astarth, agora protegido por campos antimagia ativados a partir dos próprios tronos, tenta convencer as bruxas a passarem para seu lado, mas o espírito de vingança contra o general élfico ainda ardia forte nelas. Ele devolve o cajado a Elise, que o devolve a Clarissa-ks-Mithrandina, com seu poder devidamente selado por ele mesmo. O acerto de contas acabou sendo inevitável apesar do arquicapiroto tentar de todas as formas persuadi-las do contrário, em especial a bruxa-gata Virj… digo, Wyrd. Então, tanto ele quanto seus comparsas infernais decidem avançar até as linhas inimigas – bruxas, maguinha-ks, pedroso, trolls, maridão – assim como, sem outra saída, Landar e sua comparsa orelhuda. Hans, as succubus e o capirotão não são atacados. Toda a fúria é direcionada contra o general e a maga elfa sobrevivente, ambos mortos não só pelas bruxas como pela maguinha-ks, o maridão de Blair, o próprio Hans, aproveitando a oportunidade para testar seu toque (hmmmmmm…) e o agregado pedroso, que teve a honra de decapitá-lo com o clássico crítico de espada-larga. Com o dever finalmente cumprido, bruxas e capiroto se reúnem do lado de fora do palácio, para mais uma rodada de negociações. Como Wyrd acabara ali com seu objetivo de vida, decidiu retornar à aldeia de catfolks, apesar das propostas de Astarth. Ao ver que perdera o controle de seus esqueletos-flamejantes-sangrentos-etc., Blair acaba cedendo aos apelos do grande contratante dos Sete Infernos e concorda em colaborar com seus planos de invadir as terras humanas com o agora-não-mais-pequeno exército de mortos vivos. Aproveitando o ensejo, ela também decide assinar o contrato para aprender a se tornar um lich. Hans sugere que o pedroso-decapitador-de-generais poderia ser uma boa aquisição, e pela módica quantia de uma parcela de poder abissal, ele também concorda em assinar o contrato. Por fim, Blair acaba obrigando seu fiel marido orc a também dar seu autógrafo nos pergaminhos do capiroto a fim de ganhar o dom abissal junto com o agregado pedroso.

De volta à sua terra-natal, Wyrd fala aos catfolk que os elfos não são mais ameaça, mas que ainda há elfos à solta. Essa última parte acaba assustando-os e ela tenta tranquilizá-los mas acaba se enrolando ainda mais nas palavras e os põem em pânico de novo. O ancião da tribo acaba por convencê-la a procurar um lugar mais seguro para os catfolk, e assim Wyrd ganha um novo objetivo de vida: levar o seu povo à “terra prometida”, um lar seguro, paradisíaco e livre de elfos.

Hans, as duas succubus, a maguinha-ks e Astarth retornam ao templo de Benir em Dyll para planejar os próximos passos da campanha do grande arquidiabo. Com a responsabilidade caindo sobre Clarissa e Hans, ele espera obter maiores chances de plantar o caos e a desordem nas imediações de Latimeria, bem como de encontrar a tal forja em Lamar por entre as hordas de caminhantes brancos não-mortos-nem-vivos-nem-mesmo-mortos-vivos.

Elise decide voltar a uma das cidades que conhecera em suas andançãs com as irmãs-bruxas: Misk. Lá ela sai para vender sua parcela do tesouro roubado das minas de Valencia e se atualizar dos acontecimentos locais. Numa taverna ela acaba encontrando uma jovem de porte altivo e uma halfling-que-não-é-a-namorada-do-gnomo. Esta pede ajuda para encontra uma antiga e lendária espada, supostamente pertencente ao deus Gilleas, chamada Tarrasque. Embora relutante, Elise concorda em levar a halfling e o pequeno grupo que ela tenta reunir para lá, mas não garante que permanecerão juntos na aventura.

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Alderan, Episódio 34-B
A Queda de Anadyr (e um Possível Crossover Futuro)

Em algum lugar do mar próximo ao Continente Sul um navio roubado transporta um orc, três jovens druidas, uma jovem sacerdotisa surda-muda e uma refém. Um sonho revela à sacerdotisa que o antigo Mal está ressurgindo no mundo, despertado recentemente, mas num lugar longínquo… um outro mundo. As duas vozes no sonho pedem para que ela encontre o poderoso homem que está procurando tão rápido quanto possa, para que este mal seja desfeito antes que infeste o mundo. Ela acorda com o imenso calor que faz no interior do navio, e tenta avisar sobre seu sonho-profecia a duas das três druidas, sem muita eficácia apesar de se esforçar pra riscar o piso de madeira com o báculo e bater com um compreender idiomas na cabeça de uma delas. Decide tentar a sorte com a refém-feita-timoneira Fiora, mas esta se limita a enxotá-la e faze-la se cobrir com seu casaco, já que a única peça de roupa que a jovem vestia era seu chapéu de ouro. A tarde passa, quente e abafada, até a noite chegar e o navio chegar a um porto, com 4 torres brilhando na escuridão. Ao desembarcarem, o pet-dinossauro da terceira druida fora solto dos porões do navio enquanto o restante da “tripulação” desembarcava. Ao sentir o cheiro de comida, o monstro correu em direção a este, arrombando a porta de uma estalagem próxima ao cais e sendo recebido a raios ardentes (inefetivos) e espadadas (com acerto crítico). Então, o pobre mascote dino recuou, enquanto os agressores saíam. O mago que conjurou os raios ardentes (que acabaram por começar um princípio de incêndio na taverna) saiu invisível e despercebido, enquanto o guerreiro saiu de espada na mão… para ver um orc, quatro mulheres (duas delas peladas do pescoço pra baixo), cinco crocodilos recém-invocados e um dinossauro do lado de fora. Foi atacado pelos crocodilos sumariamente, incitados por uma das druidas (a que estava sem roupa). Deposi do mago conjurar uma bola de fogo e quase levar uma investida do orc, a sacerdotisa (que também estava sem roupa) fez com que as agressões parassem se interpondo entre os agressores, e após uma longa “conversa” (ou tentativa de – ninguém sabe o idioma de ninguém e a sacerdotisa é surda-muda), a guarda da vila acaba chegando pra saber que baderna era aquela. Os sodados convenceram-nos a levar o dinossauro pra fora da cidade, mas não a fazer as moças vestirem roupas. Antes disso, a sacerdotisa “conversa” com o mago via compreender idiomas e escritas no chão, e o convence a tentar ajuda-la em sua busca. Então, o grupo acaba indo dormir aos pés das paliçadas de madeira que envolvem a vila.
*

As bruxas se reúnem em conselho para decidir o quanto devem esperar até o ataque definitivo. Conselho interrompido por Clarissa, pelo grande-chefe-orc-marido-de-Blair e pelo recém-resgatado random relatando o mesmo problema: as tropas estão ficando descontentes por não haver mais caça ao redor do coven, e estão tempo demais parados. Pressionadas a agir, as bruxas traçam o plano de ataque e partem a Anadyr. Duas semanas de viagem depois, e estranhamente sem nenhum incidente, o exército unificado de orcs, trolls e esqueletos se reúnem próximos à muralha da cidade, guardada somente por poucas unidades de arqueiros. De uma distância segura, as bruxas observam o movimento das tropas por clarividência e sensores mágicos. Os primeiros a avançar são os mortos-vivos, facilmente repelidos pelos elfos com duas pequenas unidades de conjuradores divinos. No entanto, ao lançar a segunda leva de ataques, Wyrd concede maior poder de ataque e defesa aos orcs e trolls graças às suas magias e símbolos profanos, e modificam suas táticas ao levar a maior parte das forças a atacar pelo sul em vez de pelo oeste, como fizeram com os esqueletos. Além disso, conseguem distrair os arqueiros dos outros portões por tempo suficiente ao conjurar dragões ilusórios pairando no ar acima da cidade. Tomados de surpresa, os elfos do portão sul não resistem e acabam cedendo passagem para a horda. À medida que os sobreviventes vão se reagrupando nas muralhas internas da cidade, os mortos vão se erguendo pelas mãos de Blair, e Elise atormenta as outras unidades élficas com evocações de fogo e gelo. Ao invadirem a cidade, logo notam que ela está… vazia. Somente os soldados a defendem, e nem eles parecem ser capazes de tanto contra o crescente número de mortos e trolls que se erguem facilmente depois de caídos. Quando a última unidade élfica cai por terra, elas se perguntam o que teria acontecido a todos os outros elfos que deveriam estar ali, ao mesmo tempo que constatam a simples verdade da história que acabaram de fazer: Anadyr finalmente caíra.

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Alderan, Episódio 34-A
Reencontro em Família, a Dívida do Ladino, RIP Verão

O Coringa ataca o gigante do gelo, confiante da força dos números e de seus recém-adquiridos aliados. Mas o que acaba prevalecendo é a força dos tapas do gigante, que apesar dos ataques furtivos dele e de sua companheira de aventuras ruiva, ainda não totalmente recuperada do envenenamento. Katarina acaba morrendo junto com um dos integrantes do grupo que os achou dias atrás numa caverna, e a causa mortis foi exatamente esses tapas. O Coringa teria o mesmo destino, mas os deuses e os dados lhe foram benevolentes, e ele acabou apenas inconsciente. Quando voltou a si, estava num templo de pedra dedicado a Seth e sendo visitado por uma gnoma dentro de um peitoral de aço, que se apresenta como Gliese, a paladina de Seth. Após conversarem água e a pequena guerreira sagrada lhe dar as más notícias, ela vai buscar o sacerdote responsável pelo local, um anão de barba longa e já grisalha, que confirma a morte da ruiva. O Coringa implora para que ela seja trazida de volta, e para isso resolve fazer um pacto com o sacerdote. A missão é bastante simples: levar um pergaminho até a Igreja de Seth em Misk junto com algumas notícias sobre Latimeria e as aberrações que tentam ataca-la. Para isso, ele contara não só com os dois, mas também com a jovem gnoma, indicada para assegurar o cumprimento da quest com o Coringa e a ruiva-recém-trazida-dos-mortos.
*

O velho Orzain finalmente revê seu filho Zuko, mas não parece feliz com a história de casamento dele com a halfling. Baldur tenta convencer o velho pai de que a história é verdadeira, e seu filho tenta justamente o contrário quando a própria halfling chega ao recinto. Alguma embromação do bardo e gritos irritados da halfling depois, Orzain mostra-lhes a relíquia que “resgatara” das ruínas, afirma que só pode ser ativada com magia antiga – vulgo, palavras de poder – e diz que estava justamente à procura da única pessoa que ele sabe que usa esse tipo de poder: a mestra do druida Caine, Kayla. Mas ao saber do que anda acontecendo pelo mundo por meio do bardo de do seu filho, acaba por decidir voltar pra casa para defender o clã do que quer que esteja ameaçando Latimeria (e ter de dar satisfações à patroa depois de ter passado 12 anos longe de casa), enquanto passa a Zuko a missão de cuidar da relíquia (por não ter outra escolha), declara que irá arranjar seu casamento com a prima (para prevenir um escândalo maior na família) e o fará tomar conta do clã mesmo tendo seus irmãos mais velhos para faze-lo (só de sacanagi). Depois de muito implorar, o bardo o convence a teleportá-los para o templo guardado por Nerull. Após duas viagens de ida e volta e um enjoo forte, estão todos lá, exceto apenas a Sor Choccobo, que ficou em Misk cuidando do grupo de refugiados sob a tutela de Edir. Após descer com uma wyvern recém-caçada, a androesfinge pousa e fala com os aventureiros. Zuko mostra-lhe a relíquia, e ele revela que aquilo pode ser capaz tanto de localizar as antigas espadas dos Paladinos quanto de trazer Alduin de volta graças à magia antiga e seu grande poder. Ele também diz que há mais desses artefatos espalhados pelo mundo. Após uma breve reflexão, o grupo decide seguir para o leste, à procura do tal “sábio”, que vivia entre os tengus na sua vila secreta e supostamente seria um dos Druidas do Círculo, a organização à qual Caine pertenceria se não tivesse perdido contato com sua mestra. Dias de viagem depois, em meio à forte nevasca que assola as montanhas, eles são atacados por um verme do gelo, o primo polar do verme púrpura, e acabam sofrendo duas grandes baixas: Verão, o cachorro de Zuko, trucidado entre as mandíbulas do bicho, e Selene, a invocadora, vítima do seu sopro de gelo. Nasus (mesmo off-line) a salva (já que me disseram q ele consegue fazer isso), mas o cão está além da salvação. Dias de viagem depois, conseguem espantar um pássaro-roca e mais alguns outros dias, conseguem avistar um trio de tengus no caminho. Eles são convencidos a levar os PJs à sua vila secreta (agora não mais) e ao seu gordo e generoso chefe, que após saber da morte do verme do gelo felicita-os e destaca os mesmos três tengus para servir de guia na busca pelo “sábio”. O grupo parte e dias de viagem depois encontram uma matilha de cães-trolls, que quase mataram os tengus, mas graças ao grupo de experientes e apelões aventureiros eles foram salvos de receber umas mordidas infecciosas. Mais algum tempo de viagem e encontram o litoral… e uma pequena vila pertencente a um orc – o Pequeno Kos – e sua numerosa família de quatro esposas e 15 filhos (agora 16). Depois de Baldur perguntar ao orc sobre o tal sábio, ele simplesmente aponta na direção da costa, e manda os aventureiros embora. Eles seguem durante a noite e acampam não muito longe dali. Caine é acordado de madrugada quando seu colar reage a algo, uma pequena ave que voa na sua direção e pousa em seu ombro. O colar a toca e se desativa. Então, a ave desce ao chão e se transforma num druida, trajado em vestes negras e portando um machado pesado demais para sua compleição física de… elfo, como bem nota Baldur. Apresenta-se como membro do Círculo de Ouroboros a Caine. Conversando em druídico com o jovem aprendiz, revela a localização de Kayla e diz que está em busca dos outros membros do Círculo, pois este fora quebrado por uma traição durante o acontecimento que levou à destruição do bosque onde o jovem vivia. O druida também pede para que Caine e seu grupo a encontrem para que possam se reunir novamente e ele possa se tornar um membro oficial do Círculo a fim de restaura-lo e trazer de volta o equilíbrio em Alderan.

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Alderan, Episódio 33-B
RIP Senhor Rastreador, RIP NPC Alquimista

Após mais alguns dias de viagem sem que acontecesse nada de notável (graças à mão capirotada do narrador – afinal, qual a chance de se tirar três 63 seguidos num d100?), Ebon e Brenda encontram mais uma fortificação élfica. Com sua besta pesada, o tengu acerta uma virotada num dos vigias e o mata com uma segunda virotada depois que este tenta soar o chifre para alertar do ataque. Um dos guardas da entrada da torre avança em sua direção e apesar de quase morto consegue fazer Ebon sangrar. Então, sem ser percebido, um outro atirador elfo o põe pra dormir com uma flecha envenenada. Brenda o protege, desintegrando o soldado élfico e afugentando o atirador para longe. Ao cair da noite, Ebon acorda com a witchfire o vigiando, e decide voltar ao ataque. Ele aproxima-se mais da fortaleza mas acaba sendo emboscado, levando mais uma flechada sonífera. Brenda sofre uma tentativa de expulsão, mas apesar de não ter sido afetada, abandona o tengu à própria sorte (ou azar) nas mãos dos elfos, que o executam ali mesmo, aos pés da fortaleza. Trágico. Trágico.
*

Blair entra numa das cabanas do acampamento e ordena aos trolls e orcs que façam o mesmo para procurar o que quer que tenha de valor ou utilidade nelas. É surpreendida por um assassino, que com um ataque preciso a paralisa completamente. Elise e Wyrd, ao ouvir o grito da meio-orc, correm em seu auxílio e põem o assassino pra dormir no mesmo instante. Um clérigo, vindo de dentro de uma das casas que não fora “visitada” nem por orcs nem por trolls, e toma o controle dos esqueletos criados por Blair. Elise imediatamente o aprisiona num esquife de gelo. Outros inimigos cercam Wyrd, invisíveis graças a um mago (também inimigo) e a acertam com golpes de espada curta, fazendo-a sangrar a ponto de quase morrer. Ela recua para dentro da casa e Elise sela a entrada com uma parede de gelo, o que dá tempo à bruxa-gato para curar-se e para Blair recuperar-se do ataque do assassino. Elise e os dois orcs e dois trolls trazidos por todas elas enfrentam as criaturas invocadas pelo mago: lobos em terra, águias no ar. Um dos orcs acaba morrendo com uma mordida de um dos lobos, um dos atacantes de Wyrd morre pelo falcione do outro orc, Elise sepulta o mago em mais outro esquife de gelo e sofre com as garras das águias, mas por fim acaba por explodir todas numa bola de fogo, e Wyrd, de dentro da casa, invoca um Xill para perseguir o último dos sobreviventes e mata-lo após uma tentativa falha de KS de Blair com um relâmpago. Após a batalha, as bruxas decidem ir direto à mina, e percebem movimentação de grande quantidade de pessoas afastando-se dela. Ao chegarem à entrada, notam que há apenas cinco guardas vigiando-a, e logo põe todos, menos um deles, para dormir. Este se põe em fuga ante às três elfas (sim, esse é o disfarce das bruxas desde que se teleportaram pra estas bandas montanhosas), retornando sabe-se lá para onde, e o coven explora boa parte do local em seguida. Encontram muitas picaretas em diversas câmaras, embora em nada interessem às conjuradoras de tretas malignas (e tenham sido fonte de piadas toscas daí pro resto da sessão). Enquanto encontram um pequeno local de adoração dentro das minas e assassinam alguns acólitos para transforma-los em mortos-vivos, ouvem som de batalha do lado de fora. Os trolls e o orc são mortos por soldados vindos como escolta para os escravos a trabalhar naquela noite dentro das minas, e logo as bruxas saem da caverna e os congelam, os explodem, e os eletrocutam, deixando uns quatro sobreviventes enredados numa teia conjurada por Wyrd. Isso atrai a atenção de uma pessoa supostamente importante, um alquimista halfling vindo de algum lugar inexplorado dentro das minas. Haviam iniciado uma conversa ligeiramente tensa quando Elise o enterrou no gelo com alguns preparados ativos nos bolsos, o que fez o halfling, o gelo e quem estivesse por perto explodir. Não, isso não incluiu a entrada da mina. Depois de tudo, as bruxas libertam os escravos, entre eles um humanoide com uma pele cinzenta e de aparência rochosa. Este executa os soldados sobreviventes. O coven se reúne e define o próximo curso de ação que tomarão dali por diante: selar a entrada da mina e roubar o que tiver de valor dentro dela com a ajuda dos escravos recém-libertados, trazendo tudo isso para sua causa.

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Alderan, Episódio 33-A
O Primeiro Vira-Casacas

Hans havia retornado ao templo da antiga Deusa para resolver de uma vez por todas sua situação com Amyr e o caso Lamar. Ao ser recebido pelo próprio, Hans tenta arrancar do homem o que ele sabia sobre o que havia acontecido lá; Amyr diz que houve uma maldição, e que aqueles seres de Lamar são pessoas vivas, porém sem alma, que deveriam estar sob o controle de alguém. Revela também que sua antiga espada, Benévola, era a chave para esse controle, e que aquela multidão de seres sem alma pode acabar perecendo sem alguém comanda-los. As pedras encontradas em Lamar eram “armadilhas de almas”, capazes de capturar e armazena-las, segundo Amyr, e quanto aos golens de adamante, estes pareciam proteger algo não relacionado a essas pedras – algum tipo de relíquia ou local ainda não descoberto. Depois dessas revelações, Hans é levado à presença do sumo-sacerdote, e presta-lhe seus serviços para comandar as criaturas em Lamar. No entanto, o pontífice revela que ele só poderá fazer isso se empunhar Benévola; e só poderá empunhar Benévola se renascer. Ele mostra a espada não-mais-sagrada a Hans, e este aceita os termos e condições impostos por ele. Por fim, o guerreiro assina o contrato com seu próprio sangue, logo antes de Amyr brandir Benévola uma vez mais e usá-la para realizar a primeira parte do renascimento.
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Caine e o gnomo conversam com o capitão da guarda e descobrem que estão recrutando todos os favelados capazes de manejar e/ou forjar armas para reforçar o exército da cidade de Dyll. Perguntam sobre a mestra do druida e recebem uma negativa. O pequeno feiticeiro vai até a biblioteca da cidade, e no meio do caminho encontram um jovem portando uma estranha espada. Após o gnomo mencionar ruínas e tesouros, esse jovem decide acompanha-los. Então o grupo segue até a biblioteca da cidade, e o pequeno porém respeitável feiticeiro reencontra o bibliotecário; este menciona que algum outro gnomo parecido com ele esteve à sua procura recentemente mas rumou para a cidade de Misk junto com seu pequeno grupo. Então, todos seguem até lá e a viagem decorre sem incidentes até a chegada deles na cidade, que é atacada por um dragão negro. Este destrói boa parte do bairro próximo às muralhas do sudoeste, onde está localizado o templo do Grande-Deus-Hilanda-do-Comércio-e-dos-Mares, e por isso o Bispo Edir sai em defesa do local, assim como Helveska, a cohort do bardo e o pequeno grupo recém-chegado. Helveska consegue conduzir a população local em pânico até o templo do Grande-Deus-Hilanda-do-Comércio-e-dos-Mares em segurança e acaba levando uma baforada de sombras cáusticas da criatura antes de conseguir buscar cobertura adequada. Vayne aparece entre os becos onde estava, deixa poções de cura para ela e sobe até os telhados. Enquanto isso, o pequeno grupo de recém-chegados se prepara para combate com magias e mais magias, e Edir se junta a eles. Caine conjura um grupo de elementais do ar e consegue ganhar mais tempo para eles, e quando novamente o dragão voa sobre eles despeja mais sombras cáusticas sobre eles. Vayne prepara-se para atirar com sua balestra utilizando todo seu poder de Inquisidora da Igreja do Grande-Seth- Invocador-de-Porcos… mas acaba errando. Em outra descida do dragão, o jovem estranho acerta-o com sua espada sem maiores efeitos, junto com o tigre de Caine e suas garras; Em seguida, Edir despeja a ira divina com uma espiral de chamas, mas na volta o dragão o morde; Na descida seguinte, Caine conjura relâmpagos sobre a criatura, e continua a fazê-lo com maior intensidade enquanto Helveska sobe para uma das torres da muralha, seguida por tia Vayne. Ao preparar-se para atirar com a balestra da torre, porém, ambas veem o dragão desaparecer e fugir. Ao fim do combate, Edir agradece e manda os forasteiros a uma estalagem para se recuperarem do combate e descansar o quanto puderem.
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Baldur tenta convencer Nerull a acompanha-lo de volta ao continente, mas a esfinge se mostra irredutível. Diz que precisa cuidar do templo onde mora, e não pode sair de muito perto do local. Sem alternativa, ele e seu pequeno grupo retornam a Misk via teleporte. Lá eles descobrem sobre o ataque do dragão à cidade, e veem a igreja do Grande-vcs-sabem-quem tomada por plebeus cujas casas foram destruídas. Enquanto conversam com Edir, tia Vayne aparece à porta do templo e logo Baldur e Nasus decidem pegar o dinheiro pago pela carcaça do dragão morto pelo porco e ir às compras. Logo depois, Nasus decide seguir para a estalagem onde os “heróis” da noite anterior estão hospedados enquanto Baldur sai à procura de Helveska, para esclarecer mais coisas sobre o ocorrido. Na estalagem, o paladino cumprimenta os forasteiros, e ao propor um brinde, o jovem estranho faz o gnomo finalmente acordar e sair do quarto, exatamente na hora em que Baldur e Helveska chegam. O bardo reconhece de imediato que o gnomo só pode ser o pai de Zuko, referindo-se à cor do cabelo e ao tamanho dele – e por isso é recebido com uma esfera flamejante (pra não destruir a estalagem com uma bola de fogo, claro). Fica sabendo que seu filho estava à sua procura havia muito tempo e que – absurdo! – estava de casamento marcado com uma halfling! Entre outro meio-mundo de coisas, mostrou ao bardo a relíquia que conseguira tirar das ruínas e revelou ter sim andado com os dois senhores mencionados por Baldur na conversa, dizendo que ambos foram capturados pelas amazonas e levados para mais ao norte das ruínas. Nasus, por sua vez, sai para chamar o gnomo-filho para ver o gnomo-pai, perdendo assim a melhor parte da história: onde Caine revelou onde estavam as bruxas e o que estavam fazendo.
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O Coringa passa dois dias tentando tratar sua ruiva de estimação para seguir viagem após ela sofrer envenenamento por aranha gigante e ficar entre a vida e a morte. Ele explora a caverna onde estão alojados e encontra um lago subterrâneo límpido no final dela. Leva a moça para lá e acende uma fogueira com o que sobrou de suas flechas. No segundo dia, o Coringa nota um pequeno grupo de seis pessoas viajando em meio à neve e faz com que eles o ajudem a levar Katarina e a fazê-la se recuperar mais rápido, mas não antes de ocorrer um pequeno incidente na caverna com ela sumindo e o Coringa tendo de apartar mais outro mal-entendido, dessa vez com a ruiva caindo sobre os viajantes com adagas e perdendo as forças ao pôr os bofes pra fora em seguida. Dois dias de viagem depois, ela parece melhor… ao menos até antes do grupo ser encontrado por um Gigante do Gelo furioso por terem invadido seu território, ou assim disse um dos viajantes.

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Alderan, Episódio 32-B
Senhor Rastreador e o Reconhecimento Élfico

Caine e seu recém-conhecido amigo gnomo prosseguem em viagem rumo às terras humanas. Quando finalmente saem da floresta, deparam-se com mais um dia de viagem até encontrar o primeiro sinal de civilização… destruído. A pequena vila com casas e construções em ruínas surge à margem do caminho, e ambos decidem averiguar quem ainda mora lá depois de Caine ter avistado luz dentro de uma das casas ainda de pé. Encontram um senhor de meia-idade portando uma velha espada, e os três decidem partilhar caça, água e abrigo entre si. O velho revela que a destruição fora causada por um enorme dragão verde, e pede para os dois darem um pequeno recado aos governantes das cidades ao norte: precisam enviar reforços ao sul, urgentemente – o velho homem se diz fundador da vila destruída, e atualmente está sobrevivendo sozinho no que sobrou dela. Com essa promessa, gnomo, druida e tigre seguem por mais alguns dias rumando para o norte, até que finalmente encontram a cidade de Dyll, com suas recém formadas “favelas” ao redor das muralhas. Ao perceberem a aproximação do tigre junto com a dupla, os camponeses-agora-favelados entram em pânico e chamam a atenção da guarda da cidade. Após Caine ordenar a seu companheiro felino que se afaste do local, três guardas finalmente chegam e após rápida conversa acabam por guiar os aventureiros para a sede da milícia mais próxima.
*

Segue-se um longo interrogatório entre as bruxas e o elfo capturado, interrompido apenas por Clarissa, aos berros, avisando que orcs e trolls estão se matando fora dos limites do coven. Elise e Blair decidem ir averiguar a situação, enquanto Wyrd continua com as perguntas ao dominado cativo. Ao chegarem ao foco de toda a confusão, veem trolls de um lado e orcs do outro, todos armados e prestes a se atacarem enquanto dois representantes de cada lado se digladiavam no espaço entre os dois grupos. Sem cerimônia, Blair sufoca um dos rebeldes, Elise explode outro e Blair ergue ambos como esqueletos-flamejantes- sangrentos-invs-da-tormenta. Ao descobrir o motivo fútil da disputa, Blair bota moral nessa porra e manda todo mundo parar com a palhaçada; logo em seguida, chama seu marido-e-chefe-de-tribo e também bota moral nele, mandando-o disciplinar as tropas orcs. Elise, por sua vez, escolhe um dos trolls para comandar os demais, e com as ameaças apropriadas assegura-se de que ele o faça bem. De volta à cabana do interrogatório, as bruxas planejam o próximo curso de ação, e o põem em prática já na mesma noite, deixando o Senhor Rastreador dentro da floresta dos elfos e no dia seguinte indo para as minas de Valencia, nos Montes Atrozes. Teleportando para o meio do acampamento dos trabalhadores (?), são recebidas por quatro capatazes que não se revelam grande desafio e acabam sendo facilmente superados, e embora haja mais homens saindo das casas e cabanas ao redor, eles também não parecem grande coisa.
*

Ebon parte junto com a Witchfire Brenda em missão de reconhecimento do terreno, e já no seu primeiro dia se depara com sinais do temível monstro relatado pelo elfo durante o interrogatório. Após encontrar uma cabana abandonada e alguns poucos pergaminhos velhos presos tanto na dita-cuja quanto em árvores próximas, ele sente a presença do monstro se aproximando – chegando a vê-lo de relance entre as árvores, parado, mas a cada vez vendo-o mais próximo. Até que num último relance, ele atira na coisa e não o consegue ferir. O monstro o faz ficar atordoado e quando está prestes a liquidá-lo, Brenda usa seu fogo sobrenatural para afugentá-lo e salva o tengu da morte (para variar). Mais alguns dias de viagem invisível graças à Witchfire, Ebon avista uma torre já abandonada e destruída, mas nenhum sinal de elfos próximos nem de ter havido atividade recente. Seguindo mais adiante, o tengu encontra outra das torres destruídas recentemente, mas esta estava sendo reconstruída por trabalhadores élficos. Ao rondar o terreno, invisível, Brenda descobre um acampamento militar, e ao voltar vê o tengu atacando os trabalhadores e também os ataca, liquidando-os todos. Horrorizados, os soldados élficos tentam fugir, e o capitão deles acaba sendo abatido pelos virotes de Ebon. A tropa entra em debandada, mas o implacável caçador corvo os persegue e mata, um de cada vez.

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Alderan, Episódio 32-A
O Deus Invocador de Porcos

Após uma lauta refeição na cozinha do seu irmãozinho, o Coringa descansa e dorme. Acorda com barulhos de lâminas vindos do lado de fora, e vê seu irmão trocando golpes com Katarina. Decidido a tomar parte na brincadeira, ele atrapalha-o com um arremesso de adaga, que faz seu irmão vacilar e ser rendido pela sua amiguinha ruiva. Irado pelas palavras debochadas do Coringa, o jovem mestre das sombras o confronta, e em um único turno acaba perdendo o desafio que propôs – quem acertasse o outro primeiro, vencia. Pequeno detalhe, o próprio Coringa iniciou o ataque. Isso não o impede sua metralhadora verbal de insultar Katarina, que revoltada arremessa suas adagas contra ele. Seu irmão, temendo que isso fosse mata-lo, decidiu parar a mulher, fazendo-a cair sob o peso de sua bota depois de um salto nas sombras bem-sucedido e uma manobra de combate idem. Então, o próprio Coringa ataca seu próprio irmão com um tiro de flecha, que ele apara facilmente. Depois de uma breve discussão sobre não se meter em brigas de casal, ele desaparece. Katarina, humilhada, volta aos aposentos de dentro da rocha, e o baixinho aprendiz das sombras continua seu “treinamento” pelo resto da noite. No dia seguinte, seu irmão reaparece com uma pequena missão: entregar uma carta a um dos membros da guilda em Bismut, a 8 dias de viagem dali. Mas já no segundo dia, ao procurar abrigo da neve que caía no vale que leva à cidade, são atacados por uma aranha gigante, que acaba envenenando a ruiva e quase a mata. Sem escolha, o Coringa decide trata-la antes de prosseguir com a missão.
*

A multidão celebra o dragão morto às portas da cidade de Misk, e o bardo comanda a festa com odes ao grande herói… o porco, junto com seu glorioso deus invocador-de porcos Seth. Edir (depois de entregar o meliante à justiça) e Vayne (depois de ouvir sobre o deus-invocador-de-porcos) saíram um tempo depois para tratar com nossos PJs. Baldur negocia com Edir a venda do cadáver dracônico e este afirma que tem alguém interessado pelo monstro… inteiro; e Nasus estava para receber uma reprimenda de sua chefinha quando o bardo intervém assumindo a autoria do “deus-invocador-de-porcos” e a acusa de ter colaborado com um assassino ao mostrar a lista e a carta de confissão deste, e ambos são intimados a comparecer ao templo de Seth. Em sua sala, Vayne os interroga, e descobre todos os eventos que acabaram por libertar o demônio que estava caçando. Um segundo antes de excomungar o paladino, Baldur propõe que retornassem até as Montanhas Atrozes para concluir as investigações por lá, mas Vayne afirmou não ter como fazer isso por agora. Ainda sob o efeito das acusações do bardo, ela os dispensa. Nos dias seguintes, ambos decidem retornar à estrada e escoltar o bando de refugiados a caminho da cidade. Edir e Baldur negociam empregos e habitações para essas pessoas, e o sumo-sacerdote do Grande-Deus-Hilanda-do-Comércio-e-dos-Mares aceita cuidar deles para o bardo. Durante esse tempo, Zuko (agora sozinho, dado que Hans decidiu voltar a Dyll para tratar de assuntos inacabados) chega a Misk, e vai procurar o paladino, dono do javali que montava guarda fazendo pose de herói junto com os guardas da cidade ao redor do dragão. Após alguma conversa no templo de Seth, ambos decidem ir ao templo do Grande-Deus-Hilanda-do-Comércio-e-dos-Mares onde Baldur e sua esposa Aldina conversavam sobre Garnos e herdeiros. Estavam no meio da parte prática quando Zuko, impaciente, abriu a porta do aposento, quase revelou as peripécias do bardo-pegador-dos-planos e ainda ensinou como se conjura um riso histérico à mulher do bardo. Queria ir embora da cidade o quanto antes, pois não aguentava tanto tédio. Após isso, deixou-os a sós e voltou a esperar junto com outros convidados, na parte de baixo do templo. Muitos testes de diplomacia e fortitude depois, Baldur finalmente volta aos negócios, e recebe a pessoa que quer comprar todo o dragão: ninguém menos que a pró-reitora da Universidade Arcana de Garnos, a Arqui-Abjuradora Annad, devidamente acompanhada de seu familiar Mokona. Ela oferece 10 mil peças de ouro pela criatura, mas Baldur negocia algo mais… como o apoio à sua causa, e a convida a conhecer uma criatura milenar e única, a Androesfinge Nerull. Ela aceita a oferta, e todos partem via pergaminho de teleporte para as ruínas do templo dedicado a Seth, suposto covil da fera. Ao chegar lá e fazer muito barulho, atraem a atenção de um grupo de ettins comandado por um gigante do gelo, e são atacados. A jovem invocadora, que permaneceu todo o episódio ignorada, foi fundamental na fácil vitória sobre os gigantes, com seu instamob de lobos atrozes e buracos brotando do chão. E mais uma vez o porco redefiniu o sentido de “trespassar” ao causar danos de três dígitos em seus inimigos. No fim do combate, o próprio Nerull aparece voando, e saúda os aventureiros. Algumas palavras depois, Baldur e seu grupo apresentam as novas NPCs ao (muitíssimo) antigo NPC. O bardo pergunta se há outra cidade como a das ruínas por ali, e Nerull revela então a existência de outra cidade, supostamente habitada por mulheres domadoras de grifos, muito mais ao norte. Baldur tenta convence-lo a ir ao continente ajuda-lo em sua causa, mas o exibicionismo do próprio bardo convence a androesfinge do contrário. No entanto, Nerull aceita de muito bom grado a outra sugestão do bardo, de contar suas histórias a Annad e aos outros dentro do templo, e assim ele o faz pelas horas seguintes.

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Alderan, Episódio 31-B
O Humano Estranho

Após ler as anotações de Clarissa Mithrandina KS da Silva, as bruxas prosseguem avançando com sua epopeia rumo a Anadyr, um par de teleportes de cada vez. Já incorporando o sr. Rastreador ao grupo, o tengu que libertaram quando saquearam uma torre de vigia élfica, preparam-se com seus disfarces de lindas elfas e partem para mais um dia de viagem. Boa parte d o dia segue sem incidentes, até que o sr. Rastreador e Elise percebem a presença de um pequeno grupo cercando-os e os acompanhando ao longe; então, o sr. Rastreador decide ir até um deles e inicar os trabalhos, viroteando um dos infelizes. Elise, por sua vez, domina um deles e o faz atacar o outro batedor elfo, o qual acaba virando vítima de seu esquife de gelo (let it go… let it gooooooo…). O quarto e último deles consegue fugir, e o sr. Rastreador o persegue e acaba por cair numa cilada, Bino! E novamente é flechado, cai inconsciente e é amarrado até o bico e preso. Lá ele se vê dividindo a cela com um humano, cuja indumentária peculiar sugeria que o sujeito tivesse vindo de algum lugar desconhecido e exótico (isso ou a moda humana teria mudado bruscamente enquanto esteve perdido no mato e preso pelos elfos). Os dois tentam se soltar, e conseguem graças à magia do estranho humano, mas os guardas percebem suas intenções e acabam por bota-los pra dormir mais uma vez. Blair, ao perceber a demora do homem-corvo, conjura uma magia para localiza-lo, e leva as outras bruxas (e a witchfire-pet) até a torre de vigia. Blair manda a witchfire espionar o local, e ela mesma o faz com clarividência logo depois. Após rápido planejamento, as bruxas atacam a torre, recebendo grande resistência dos elfos, que contavam com conjuradores arcanos entre seus soldados. Elise acaba quase morrendo após ser cegada por purpurina mágica e ser focada pelos dois arqueiros em cima da torre e pelos dois guerreiros no solo. Acaba por ser abatida em pleno voo e cai no meio das árvores. Entretanto, consegue neutralizar um dos conjuradores élficos com seu elfo dominado e suas flechas de veneno sonífero, enquanto Blair mantém os guerreiros presos e sodomizados em tentáculos hentai. Wyrd corre para socorrer Elise e a cura, e logo em seguida conjura sua névoa mortal no alto da torre e os arqueiros acabam por perecer, mas não pela névoa: a witchfire mata um deles com seu toque mortífero enquanto o conjurador restante é sufocado por Blair e sua magia. O outro arqueiro salta da torre e cai com as pernas quebradas, acertando uma flecha na bruxa meio-orc antes de perecer pelo enxame vomitado por Wyrd. A própria meio-orc percebe o perigo rondando quando sente alguma coisa tentando invadir sua mente, e Elise, vendo as figuras invisíveis aos lados de Blair, decide agir. Depois de uma tentativa frustrada de assassino fantasmagórico, a conjuradora que o fez acaba por ser presa no esquife de gelo de Elise. Blair comanda sua witchfire para se aproximar da outra, também oculta por invisibilidade, e a revela. Esta arrisca-se e mesmo levando um toque mortífero do espectro-pet, consegue destruir o esquife de gelo e libertar a outra maga. Esta conjura um teleporte e ambas acabam fugindo. Então, as bruxas saqueiam o local, colhendo armas, armaduras, livros, pergaminhos, mortos-vivos-flamejantes-sangrentos-invs-da-tormenta-élficos, sr. Rastreador e humano desconhecido, levando tudo isso até o coven. Trundle, o Rei dos Trolls, está por lá e revela que sua tribo está impaciente: quer começar logo os ataques contra os elfos. Também o chefe orc e marido de Blair revela sua impaciência, prontamente rechaçada por ela com um teste de Intimidar. Por fim, elas interrogam o humano estranho e descobrem que ele não parece ser desse lugar (leia-se: continente) e este, após reaver seus itens e equipamentos com o sr. Rastreador, aceita ajudar as bruxas no seu intento de destruir Anadyr. Mas antes disso, Blair decide testa-lo com um dos esqueletos erguidos dos cadáveres élficos, e o sujeito o destrói com um único golpe. É suficiente para perceber que ele usa magia e tem grande poder de combate. O passo seguinte passa a ser interrogar o elfo dominado por Elise, e elas se preparam para ouvir uma longa história…

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Alderan, Episódio 31-A
Dragão vs. Porco, Fim da Treta do Assassinato e Fire in The Hole

O Justiceiro Sem-Nome conclui o serviço roubando as moedas da sua mais recente vítima, saltando da carroça momentos depois e deixando o cocheiro guia-la com o cadáver dentro. Logo depois disso e de alguns esquemas espertos para encobrir seus rastros, ele avisa ao velho Caim e aos outros que irão partir no dia seguinte, rumo a Misk. E já neste mesmo dia seguinte, vai até o mago-mensageiro saber se houve resposta da guilda ante seu pedido. E a resposta veio na forma de uma mulher de capa e capuz, cabelos negros e olhos castanhos chamada Anaxim. Ela se propôs a cuidar dos pobres favelados, uma vez que a própria guilda se recusou a prestar seu auxílio. Em troca, ela pedira que não se desviasse do seu foco e do seu alvo, revelando que a senhorita Kanossos era apenas um meio para se chegar ao verdadeiro peixe grande. Desconfiado, concorda mesmo assim com os termos & condições da moça, mas decide ir com ela até Misk. Por volta do quarto dia de viagem, os viajantes (plebeus e ladinos e guardas recém-casados) são atacados à noite por um bando de cocatrizes famintas e as despacham facilmente.
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Baldur e Nasus, após colherem informações entre os plebeus e alguns outros cidadãos não tão plebeus, decidem ir atrás do Sem-Nome. Fazê-lo pagar pelos crimes cometidos em Dyll e entrega-lo à justiça. Na mesma noite do quarto dia, sobre montarias fantasmagóricas, eles alcançam os plebeus, já acampados e arrancando o couro das cocatrizes. Procuram pelo Sem-Nome, e são recebidos por Anaxim a flechadas. Baldur interroga o velho Caim e enquanto isso Anaxim sai de vista. O javali do paladino Nasus a rastreia, e ela corre para o descampado até o ladino. Sem demora, Baldur e o guerreiro sagrado cavalgam em suas montarias espectrais e facilmente encontram a mulher sob as patas do javali. Dominando-a, o bardo descobre a localização do Sem-Nome, e também o domina magicamente, forçando-o a confessar seus crimes e assinar sua confissão em pergaminho. Forja um novo acordo com os plebeus que seguiam o Justiceiro, e decide partir à frente com o paladino e o criminoso até Misk, para entrega-lo. No entanto, no meio do caminho havia um dragão. Havia um dragão no meio do caminho. Verde. Enorme. Mortal. Sua baforada ácida destruiu as montarias espectrais, corroeu os PVs do Sem-Nome e um pouco menos dos PVs do paladino. Baldur e Nasus concentraram seus esforços em buffs enquanto o javali segurava na raça o monstro, quase morrendo quando Nasus o curou. Mas o dragão não contava com o poder sagrado de Seth combinado com a graça concedida pelo Grande-Deus-Hilanda-do-Comércio-e-dos-Mares (na verdade só os buffs do bardo mesmo) e acabou, em um único turno, sendo empalado pelo próprio suíno com suas terríveis presas. Então, o dragão sussurra suas últimas palavras dracônicas: “Salve Alduin, aquele que reinará…” e morreu. Levam a carcaça do monstro como troféu até Misk, e são recebidos pelos guardas e em seguida por uma multidão, assustados e admirados com o feito. Edir vai ter com Baldur, e este entrega o criminoso e as confissões a seus cuidados. Edir, embora perturbado com a aparição de mais um dragão em Alderan, leva a cabo sua pequena tarefa de cuidar do Justiceiro Sem-Nome, e volta para dentro da cidade.
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O Coringa e Katarina finalmente chegam à entrada da construção que era o destino de sua longa viagem. Eles são recebidos por um dos acólitos do local, que exige que o Coringa mostre sua marca. E ele o faz, para total constrangimento de sua companheira de viagens ruiva. Apenas ele é convidado a entrar, e logo percebe que o lugar está repleto de armadilhas. O jovem acólito o questiona sobre seu propósito de ter ido até lá, e após algumas respostas no mínimo confusas, ele chega à conclusão de que o jovem aprendiz das sombras não é digno de prosseguir. Tem-se início um combate nas sombras e na escuridão do aposento, onde o Coringa, em desvantagem e apanhando severamente do jovem, tenta fugir, mas é barrado na porta de entrada pelo próprio acólito. Este mal tem tempo de se virar quando sente uma adaga enterrada em suas costas e cai paralisado em seguida. “Ele disse que não era para entrar…”, diz a ruiva do lado de fora, e deseja boa-sorte ao ladino. Desarmando as armadilhas nas três outras portas presentes no recinto, o Coringa escolhe o caminho a ser seguido, mas parece não fazer diferença dada a quantidade absurda de armadilhas que estão presentes no local. O pobre aprendiz foi espetado, envenenado, caído de um fosso, desmoronado junto com uma escada, encharcado e quase comido por uma dark naga (não necessariamente nessa ordem) quando finalmente encontra a porta para o aposento final, logo depois de cair num símbolo do atordoamento e escapar da dark naga pela segunda vez, resistindo ao veneno dela (que causa inconsciência) e muito perto de cair inconsciente pelos ferimentos. E eis que ele encontra o seu irmão na sala, sentado num trono de madeira. Ele o parabeniza por ter conseguido passar por todos os obstáculos, e explica a situação atual da guilda e de seu clã. Oferece comida ao Coringa, que aceita. Pergunta se veio sozinho. O Coringa diz que há uma moça ruiva do lado de fora. Seu irmão abre uma passagem que dá diretamente (!!!) para o pátio externo. Ele leva-o até lá, e convida a senhorita cabelos-vermelhos e seu irmão semi-moribundo a partilhar da próxima refeição.
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Ao acordarem com mais um grito amigável de “EU NÃO SOU A NAMORADA DELE!!”, Zuko e Hans descem dos seus quartos e encontram os novos aliados do bardo buchudo procurando pelo dito-cujo. Flertes e gritos à parte, a halfling avisa que seu grupo já está indo para Garnos. Os dois decidem então procurar pelo bardo e pelo paladino depois de saberem que ambos saíram juntos da taverna não se sabe para onde. Passam boa parte do dia procurando pistas sobre onde raios esses indivíduos se meteram e no máximo descobrem que o novo “amiguinho” deles também tomou chá de sumiço e que Nasus não se reportou à sua chefinha desde ontem. Logo, mais e mais NPCs vêm procurar ambos, porém ninguém sabe, ninguém viu. Helveska, a amazona-do-chocobo e Selene, a invocadora, quiseram saber notícias do bardo, Lady Vayne sobre o paladino (jogando seu charme pra Hans com um 20 em Intimidar, é claro). Mais tarde, Zuko realiza nova busca e fica sabendo sobre a imigração em massa de alguns plebeus da favela, de uma pessoa que matou um assassino e talvez de outra que estivesse falando com um ancião sobre ir a Misk com seu povo. Por outro lado, no meio dessa busca, Hans decide ir ao templo da deusa Benir para levantar informações sobre o desaparecimento dos seus companheiros. O próprio sumo-sacerdote o recebe e diz não saber onde poderiam estar. Em seguida, Hans e Amyr, graaaandes amigos de infância, têm uma conversa amigável sobre uma espada chamada Benévola. Juntando as peças, concluem que eles só podem ter ido em direção a Misk, e é pra lá que Zuko arrasta Hans, Helveska e Selene, a invocadora-de-ferro (e lobos, um monte deles!). Sua viagem, porém, é atrapalhada por um grupo de criaturas literalmente brotando do chão para lhes atacar – aparentemente trolls-da-terra ou algo assim – e logo todos se preparam para o combate. Selene conjura lobos atrozes, Zuko usa seu glitter pra cegar os oponentes e Hans parte pra investida. Alguns lobos ficam cegos, muitos trolls ficam cegos, mais lobos são conjurados, um troll cai rindo loucamente (maldita vontade baixa), um outro cai num buraco de ácido conjurado por Selene e Zuko explode uma bola de fogo nesse buraco, acabando com o infeliz (“Fire in the hole!!”). O gnomo sodomiza mais um com tentáculos hentai, Selene o faz cair e outro buraco e o próprio gnomo termina com a vida desse outro. Hans finaliza o último com sua espada larga e a noite termina feliz para todos (inclusive Helveska, que só acorda depois que a batalha termina).

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Alderan, Episódio 30-B
Senhor Rastreador e o Geneticista Planar Elfo

Depois de dias em preparativos, o templo dedicado a Embla finalmente é concluído, bem como algumas poucas cabanas onde a tribo de orcs recém-chegada deverá abrigar seus não-combatentes. Wyrd e Blair planejam e decidem trilhar o caminho até Anadyr um dia de cada vez, sempre voltando à base no fim do trajeto e recomeçando no dia seguinte a partir do ponto onde pararam. Assim conseguiram transpor alguns dias, até encontrarem uma das torres élficas, construída dentro de uma clareira e abrigando um pequeno destacamento da guarda. Enquanto decidiam o que fazer com eles, foram surpreendidas com uma emboscada de quatro arqueiros. Wyrd cai inconsciente com uma flecha envenenada, o que não acontece com Blair e os seus dois guarda-costas orcs, que revidam prontamente e os matam em seguida. A bruxa meio-orc convoca Brenda, sua witchfire de estimação, para eliminar os fugitivos. Atraídos pela batalha, os demais quatro elfos da torre tentam confrontar a bruxa, mas acabam sendo sodomizados por tentáculos negros e/ou destroçados pelos falciones dos orcs. Por fim, logo depois de Blair erguer os mortos como esqueletos-flamejantes-sangrentos-invs-da-tormenta, um último elfo, do alto da torre, tenta desesperadamente atingi-la com outra flecha envenenada, sem sucesso. Ela comanda os esqueletos a subir a torre e mata-lo. Do lado de dentro, um desafortunado tengu, prisioneiro dos elfos, se liberta das cordas que o prendiam e rapidamente vasculha o local, conseguindo de volta seus equipamentos e em algum ponto dentro da torre o caminho dos esqueletos e o dele se cruzam – mas nada acontece, pois os esqueletos o ignoram. Ele desce a torre até encontrar a bruxa e seus orcs, e conversa longamente com Blair enquanto ajuda Wyrd a se recuperar do veneno sonífero. O homem-corvo se apresenta como Ebon, e se diz um rastreador; para prova-lo decide ir atrás do elfo que atirou de cima da torre, o qual fugira ao ver os esqueletos se aproximarem. Encontra-o facilmente, ainda em fuga, e o faz cair com um tiro de besta pesada em seu joelho. Mal o pobre soldado encontra abrigo, o corvo se aproxima e desfere mais um tiro, em seu peito, pregando-o definitivamente na árvore onde se escondera. Após pilhar seu cadáver, os orcs chegam e o grupo retorna à torre. Enquanto isso, Wyrd colhe todas as coisas úteis que existem dentro da torre – armas, munição, mapas e dois livros, aparentemente diários. Quando os orcs e Ebon, o tengu-rastreador voltam todos acampam e no dia seguinte retornam à segurança do coven via teleporte.

Elise acorda em uma câmara vazia, com uma única porta sem maçaneta ou fechadura e iluminada por globos de vidro onde a luz parecia “dançar” dentro deles. Usando magia para abrir a porta, ela perambula pelo corredor (que possui uma dezena de outras portas, igualmente sem fechadura ou maçaneta) e entra em outra sala após a porta no fim deste, encontrando o demônio-tentaculoso-taradão na sala. Ela foge de imediato, e do outro lado do mesmo corredor encontra outra porta no outro fim. Ela agora entra numa câmara contendo vários tubos de vidro maiores que pessoas, e uma outra porta no fim desse local, de onde saem criaturas estranhas, homens com a caixa craniana transparente e vários fios interligando sua espinha à nuca. Ela passa por eles, e eles a ignoram. Ao passar pela porta por onde vieram, ela se defronta com uma câmara de paredes de vidro fosco, e vê sentado atrás de um grande gabinete um elfo aparentando bastante idade, com os mesmos fios que vira nos homens estranhos e até um pouco mais, espalhados pelo corpo do velho. Conversaram longamente, e o elfo ancião revelou a Elise sua origem e seu propósito, conseguindo dela a suposta cooperação para seu objetivo pessoal – criar uma raça híbrida entre celestiais e infernais, cujo papel, segundo o próprio velho, será “a salvação deste Plano Material”. O velho ainda revelou que seus planos foram parcialmente arruinados graças a um “Capitão Landar”, em Anadyr, que delatou suas pesquisas ao Conselho Élfico e assim forçou-o a libertar suas criações dentro da floresta – inclusive os assim-chamados-por-ele “Demônios Brancos” – para que não fossem mortas. Habilmente, o capitão conseguiu permissão do conselho para agir como quisesse a fim de erradicar ou mesmo expulsar essas criaturas, e logo usou sua carta-branca para abusos cada vez maiores contra os habitantes da Floresta e arredores. No fim da conversa, o homem chama a criatura e a manda levar a bruxa de volta à segurança de sua casa.

Wyrd faz com que Clarissa Mithrandina da Silva, a maguinha-ks, estude os livros élficos e os mapas a fim de obter informações úteis para o ataque a Anadyr, enquanto ela mesma e Blair se preparam para o inevitável confronto. Doze dias depois do ataque à torre, numa bela manhã, Wyrd sente o calcanhar doendo, puxado pela raposa-familiar de Elise, até então presente no covil mas quieta demais para se fazer notar. Ela segue o animal até fora do covil, próxima à mesma placa onde Elise fora aprisionada pela magia que a própria bruxa-gato havia conjurado. E eis que ela a reencontra, agarrada ao mesmo monstro-branco-de-tentáculos-tarado da última vez. Perfeitamente em estado de tensão, chama Blair via mensagem e o tengu se aproxima, notando claramente que algo está errado… mas dessa vez ele apenas observa. Blair chega, e os três travam um tenso embate verbal, terminando com Wyrd mandando o demônio ir embora, mesmo com este oferecendo-lhe ajuda, e Blair tentando sufoca-lo com sua poderosa magia Sith. Ela quase conseguiu. O monstro teleportou ainda com a magia em andamento, chegando aonde quer que tenha chegado com o ar de seus pulmões ausente, mas ainda vivo. Elise corre até o rio para se “purificar” do contato com a maldita criatura, e durante seu banho, Wyrd a deixa a par dos planos para a iminente invasão à cidade dos elfos.

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