Aldard - A Sexta Era

Alderan, Episódio 30-A
A Rainha Drow e a Treta do Assassinato

O Sem-nome leva o guarda com quem acabara de fazer amizade para conhecer suas pretendentes. O velho líder dos refugiados fez questão de mostrar a família de uma delas, e logo o soldado se agradou da felizarda quando esta apareceu. No entanto, haviam outras duas a serem “vistoriadas”, e o velho o levou para conhece-las de muito bom grado também. O guarda escolheu a terceira. O justiceiro-de-vários-rostos, então, decidiu investigar mais a fundo sobre o assassino de refugiados, e descobre nos aposentos da última taverna em que esteve uma lista contendo vários nomes e nenhuma assinatura. Soube pelo taverneiro que um nobre chamado Tower o encontrou noites atrás. Foi à caça deste nobre, mas não antes de consultar conhecidos recentes e tentar convencer o mago-mensageiro a entrar pra guilda dele (sem sucesso, é claro). Visto que não os encontrou na hospedagem onde estão, decidiu passar um bilhete para eles e foi dormir já com o dia claro.

Os tengus falam a Katarina e o Coringa que existem dois caminhos: o de cima, mais rápido mas mais perigoso, e o de baixo, sob a proteção das cavernas mas mais demorado. Optando pela segurança, o grupo de guias e viajantes adentra o enorme sistema de grutas naturais (ou nem tanto) sob as montanhas e viajam durante dois dias até serem surpreendidos por um bulette numa grande câmara e serem quase mortalmente feridos (os turistas, não os tengus) pela besta. Ao fim do combate, onde o valente Coringa consegue derrotar a criatura antes que ela devorasse Katarina, uma drow esguia e bela oferece ajuda aos dois e enxota os tengus de volta à superfície. Logo, os dois são teleportados por ela à cidade dos drow e lá recebem tratamento adequado para seus ferimentos por um dia. Já descansados, no dia seguinte, são trazidos à presença da Rainha Drow Harina, a única Drow com cabelos negros que qualquer um deles já tenha visto. Ela ordena à sua subordinada Hara, a bela e teleportadora que eles conheceram no dia anterior, que os levasse diretamente ao Templo das Sombras, local que ela “adivinhou” ser a localização a que queriam chegar. Sem demora, ela os leva até os portões da antiga construção, e passa a acompanha-los na jornada.

A reunião acabara de terminar quando uma bela jovem se aproxima da mesa onde estão Baldur e seus convivas. Revelando-se interessada em assuntos invocativo-extraplanares, ela tem uma loooonga conversa com o bardo sobre os acontecimentos envolvendo tais seres, cada vez mais frequentes sobremaneira na presença do mesmo. Há no mínimo algo que o grande-e-velho-cantor-buchudo faz acontecer que atrai essas criaturas, no mínimo (e não tem nada a ver com os testes de atuação dele, juro!), e essa ideia a compele a segui-lo. Hans e Baldur ainda tentam convencer o sujeito da espada negra a vender a outra espada, mas este se afasta, irredutível. Ambos descontam sua frustração na pobre halfling com mais insinuações de mau-gosto, e os gritos dela fazem o Sem-RG acordar de seu sono leve. Ele alerta sobre o assassino e seu envolvimento com um nobre, e o envolvimento deste com o Sumo-Sacerdote-Regente da cidade. Nenhum do grupo do bardo pareceu lá muito interessado na história. Em todo caso, o paladino é alertado sobre a chegada de sua chefinha Vayne e sai com Zuko ao seu encontro. Depois de ouvir os relatos do nobre paladino, Vayne dispensa Nasus de seus afazeres, dado que sua missão já fora cumprida. E então, o Sem-Nome aparece, pedindo ajuda para erguer sua guilda e para investigar o envolvimento do nobre com o assassino-de-refugiados. Acaba pondo quase tudo abaixo depois de revelar que costuma “passar” seus alvos “para o outro lado”, mas Vayne o manda procurar o templo de Seth em Misk, mesmo assim. Os outros, por sua vez, decidem ir ao encontro da elfa-de-Arvind que o gnomo havia dito estar em outra estalagem da cidade. Vão até lá e são redirecionados para a biblioteca, onde encontram (com Zuko e) mais um dos seres-tentaculosos-sem-rosto tomando conta do local. Após várias perguntas irrelevantes , e com Hans do lado de fora, eles decidem finalmente ver onde está a elfa. Esta acabara de sair e ser interceptada por Hans, que a convence a falar com ele sobre um pequeno favor. No meio do caminho, a cohort-de-lata Helveska aparece para perguntar onde estão os outros, e recebe uma resposta monossilábica, sendo deixada na poeira em seguida por Hans e pela elfa, que vão até o quarto onde a orelhuda estava hospedada. Enquanto isso, Baldur encontra a mulher-de-lata na saída e todos menos Zuko – que prefere pesquisar mais sobre sua quest pessoal – seguem para a estalagem da elfa. Ela manda uma mensagem de alerta sobre os capirotos a pedido do grupo para Edir, e este responde logo em seguida dizendo que está mandando reforços. Confabulam mais algumas besteiras durante a noite e no dia seguinte lá estão eles, os campeões, sendo ovacionados pela plateia. Muita festa, muitos comes e bebes e um dia inteiro disso, até chegar a hora da missa e os convidados de honra. Todos tomam seus devidos lugares e selecionam seus devidos alvos (caso os tivessem na hora). Os 14 representantes (dois de cada) das sete igrejas que compareceram – Orluf, Yervan, Saarina, Moroni, Alper, Hilanda e Seth, nessa ordem – aceitaram e reconheceram o culto à deusa Benir como legítimo. Mas não Nasus. Ele se levanta de seu lugar para disparar palavras contra o farsante-em-pele-de-sumo-sacerdote ali presente, tentando desmascará-lo em frente à multidão presente no local. Ele exige provas da suposta divindade, trazer a cabeça de um demônio como uma delas. Recebe em troca uma barganha, e uma suposta ajuda da Igreja de Benir com o suposo demônio. Sua suposta tentativa de desmascaramento resulta no fim do culto, e nada mais. Baldur, invisível e dominando um dos nobres, tenta rever ter o jogo, também sem sucesso. O Sem-nome segue seu alvo, um dos últimos a sair do salão, mas o bardo manipula-o junto com o outro nobre. Faz ambos irem embora, enquanto o ladino-sem-identidade persegue o seu e finalmente o aborda dentro da carruagem dele, executando-o longe dali. Baldur, ainda no controle de ambos, acaba descobrindo o que aconteceu – na verdade, teve um doloroso déjà-vu.

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Alderan, Episódio 29
O Pai do Gnomo, A Diaba no Âmbar e um Velho Conhecido

Caine continua seu caminho depois de passar voando em forma de pássaro pelas torres de vigia élficas. No dia seguinte, realiza o rito druídico para atrair um novo companheiro animal, um tigre. Logo após o ritual, ele percebe a aproximação de uma outra criatura – um gnomo de cabelos vermelhos e revoltos, portando um cajado preso à sua mochila de viagem e aparentando alguma idade. Apresentou-se como Daergel, e disse procurar por uma arquidruida chamada Kayla. Ao saber que Caine é seu discípulo e também está à sua procura, o gnomo decide segui-lo para fora da floresta dos elfos, pois também ele, apesar de ter saído há algum tempo da própria cidade élfica, não queria permanecer no local. Mostrou a Caine o artefato recuperado por ele, afirmando que somente Kayla poderia ajuda-lo com aquilo. Assim os dois partem seguindo o curso do rio Demara, sendo emboscados por elfos durante a noite alguns ias depois. Após um pó ofuscante, alguns lobos atrozes invocados e um bote do tigre, os elfos acabam mortos e os heróis em fuga mais uma vez pela madrugada.

Elise e o monstro perambulam pela mesma floresta, após aparecerem no mesmo local onde o druida havia chacinado vários elfos muitos episódios atrás e ter alimentado a criatura com todos os seus biscoitos. Na primeira noite em que “acamparam”, Elise e ele são atacados por enxames de aranhas. O monstro tentaculoso não se incomoda nem um pouco, mas Elise não gostou de ser acordada com picadas, e revidou com esferas flamejantes. Tentando ajuda-lo, ela também a usa no monstro, e acaba por acorda-lo, queimar o enxame em cima dele e também suas roupas. Afora este pequeno incidente, a viagem seguiu sem problemas por vários dias… até chegarem próximos ao covil.

Wyrd deduz brilhantemente que Elise está com o monstro e vai ajuda-lo a plantar o caos no coven, algo claramente inadmissível àquela altura do campeonato. Com a ajuda da maguinha Clarisse e da bruxa Blair, que voltara via teleporte, organiza de forma meticulosa as defesas do coven, ordenando desde a fabricação de azagaias pelos trolls até a colocação estratégica de armadilhas mágicas dentro e fora do coven. Enquanto isso, Blair manda seu marido orc trazer toda a vila para perto do coven, para em seguida ajudar nos preparativos, especialmente proteções com magias de coven roubadas e um monte de armadilhas numa mesma placa fora do coven. Ironicamente, a vítima de todas elas foi a própria Elise, ao ver o selo da serpente sépia na placa em vez do monstro (até porque ele não enxerga com olhos – ele nem olhos tem, aliás) e ser aprisionada num cristal âmbar, o qual a criatura recolhe e leva consigo via teleporte após urrar um sonoro “NOOOOOOOOOOOOOOOOOOOO!!” para todo o coven ouvir.

O Sem-Nome resolve fazer justiça do seu jeito. Contata mais uma vez o velho líder dos favelados e pede voluntários entre eles para mandar a Misk, onde pretende que ele e sua guilda comprem um terreno nos arredores e os ajude a crescer como pessoas, ladinos e se possível, novos membros da própria guilda. Passa o dia organizando a primeira parte e durante a noite, vai à caça da segunda: caçar um assassino procurado por ter iniciado uma onda de assassinatos brutais entre os favelados de fora da cidade. Usando o velho líder com quem havia falado anteriormente e organizando uma emboscada com os outros homens da favela, ele encurrala o bandido e trava um combate sangrento até a morte. Do bandido, é claro. Arrastando o cadáver até a guarda, colhe sua devida recompensa e retorna aos seus devidos afazeres, sejam quais forem atualmente.

Nasus passando mal diante do poder maligno das pessoas diante dele. Baldur tocando diante das mesmas pessoas. Hans sem saber o que fazer. Zuko examinando uma aura de transmutação sobre uma camponesa aleatória. A final de justas prossegue, enquanto o guarda ao lado se aproxima dos três que estão próximos ao sumo-sacerdote e sua assistente e reconhece Hans. Ele tira o elmo e o cumprimenta. Amyr Myrack é como se apresenta. O sangue de Hans gela sem auxílio mágico, Baldur percebe isso e Zuko tenta subir até lá, mas é barrado pelo guarda da ala dos nobres. Uma breve e reveladora conversa entre Hans e Amyr, e as justas terminam com uma vencedora, mas não a amazona anunciada anteriormente – e sim a mulher que se revela sob o elmo da full-plate a pedido dos nobres. Baldur conversa com ela após à luta, bem como com a sua rival, do outro lado da pista. Esta acompanhada da halfling Julia e seus “capangas”. Baldur também os convida a ir à taverna. Pouco antes disso, Zuko havia saído para coletar algumas informações importantes, e ao retornar vê duas mesas juntas e com as cadeiras ao seu redor completamente ocupadas por todas essas pessoas convidadas por Baldur – incluindo sua noiva (“EU NÃO SOU NOIVA DELE!!” – Halfling Julia). Após revelações constrangedoras sobre a vida conjugal dos dois por parte de Zuko, o papo sério se inicia em seguida com o bardo propondo um plano de ação ousado para sua aparição em Garnos. Conversando com a halfling e a amazona de full-plate (apresentando a si mesma como Helveska), ele arquiteta e costura mais alianças importantes em seu caminho de volta para casa.

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Alderan, Episódio 28
Casamento Orc e o Torneio de Dyll

Decidido a encontrar seus objetivos e a não colaborar com as bruxas em seu intento – pois isso violaria o equilíbrio tão apregoado pelo Círculo a que pertenceu – Caine decidiu sair do coven e seguir seu próprio rumo. Voltando à floresta, ele perambula por vários dias em busca de outro druida com quem possa obter mais informações sobre o que procura, mas em vez disso encontra um grupo de elfos tentando segui-lo. Sem a menor dificuldade, ele os despista e segue seu rumo até que, dias depois, encontra pedaços de pergaminho com desenhos e escritas em élfico em meio às árvores e na parede de uma cabana abandonada. Depois disso, ele perambula pelo local para encontrar abrigo, mas avista um monstro humanoide, sem rosto, membros compridos e vestido em preto, à espreita. Decide sair de lá o mais rápido possível, sempre vendo-o aparecer e desaparecer entre as árvores, e quando chega a uma clareira ele o encontra, parado, diante dele. Ao ver seu leão sendo dilacerado pelos tentáculos recém-brotados das costas da criatura, ele decide assumir a forma de um pássaro e foge voando para longe dali, destino incerto mas certamente solitário por um tempo.

Elise lembra-se que conjurar Teletransporte exige apenas componentes verbais. Logo que acorda, com o fim do efeito de Enfeitiçar Monstro imposto pela criatura tentaculosa, alta, pálida e pervertida, ela livra-se das correias com um e teleporta de volta ao covil junto com a maguinha inconsciente com outro. Encontra Wyrd em seus afazeres, supervisionando os catfolk trabalhando. Esta estranha o fato das duas terem demorado tanto para voltar, e logo em seguida a maguinha acorda, ainda em choque com a terrível experiência das noites passadas. Ao mencionar que elas devem voltar lá, Elise provoca o pânico na pobre Clarissa e ela foge para o rio, indo tomar banho e tirar o cheiro de fluidos-corporais-desnecessários-de-demônio-branco-mas-que-Wyrd-não-fazia-ideia-do-que-era-exatamente. Elise então decide entrar em comunhão com seu familiar-raposa antes de ir pro rio fazer o mesmo. Ao chegar lá, a vê saindo e reitera mais uma vez que precisam voltar lá. A maguinha dá mais um piti e volta correndo pra cabana. Wyrd percebe e vai procurar saber o que raios aconteceu enquanto estiveram fora por tanto tempo. Após hesitar o bastante, Clarissa finalmente revela que elas foram molestadas por dias e noites seguidos pela criatura descrita no episódio anterior. Perguntada sobre o livro que foram buscar, a maguinha responde que não sabe se Elise o trouxe – nem ela mesma se deu conta do sumiço do seu próprio grimório – e então Wyrd deduz facilmente que Elise esqueceu ambos no covil do monstro, dado que elas apareceram portando livro nenhum. Clarisse implora à bruxa-gato para que não a obriguem a voltar lá, e Elise retorna do seu banho nesse meio tempo, indo ter com Wyrd do lado de fora da cabana. Ambas chegam à conclusão de que devem retornar para recuperar os livros, e assim o fazem no dia seguinte, levando dois trolls consigo até ó covil do monstro via teleporte. Ao ver os dois livros embaixo de um buquê de flores, Elise tira-os de baixo e queima o buquê. Antes que possam partir, porém, a criatura aparece novamente, e lança sua aura de desnecessariedade, mas as bruxas resistem bravamente. Os trolls, não. Eles agarram a criatura e se juntam a ele, e este impede que Elise use seu teleporte com mais um Enfeitiçar Monstro. Wyrd, por sua vez, tenta leva-la consigo e os livros de volta ao covil, mas apesar das manobras advocatícias de regra da Bruxas & Bruxas S/A, Elise fica. Dado que o monstro a “convenceu” a não querer ir no teleporte voluntariamente, não há como força-la, e Wyrd volta sozinha para lá. Ainda sob os feitiços da criatura (e dessa vez sem correntes prendendo-a), Elise passa mais um dia selvagem no covil do monstro, que após todo o serviço feito, resolve acompanha-la, insistentemente perguntando quem era a “gatinha” que a acompanhou até lá e como faria para vê-la de novo. Elise, por sua vez, teleporta ambos à floresta, no mesmo lugar onde Caine havia chacinado os elfos em episódio anterior. O que Elise pretende deixando-o lá na floresta dos elfos, você pergunta? Parece óbvio, não é?!

Blair chega em segurança à sua aldeia-natal graças a sua pequena galera de mortos vivos e à Brenda, a witchfire camarada, cuja presença espanta a maioria dos seres perigosos dos pântanos. Sete dias e seis noites depois, ela encontra a vila cercada por paliçadas e com dois guardas no portão – sim, as coisas prosperaram desde que ela saiu – e sem tomar conhecimento dos dois orcs com lanças a impedindo de passar, ela ordena a witchfire que se revele. Sem demora, um dos guardas sai para chamar o grande chefe da tribo, que a recebe junto com sua pequena comitiva de uma dúzia de guerreiros orcs. Após uma breve conversa onde Blair propõe uma aliança das bruxas com a tribo, ele considera a ideia bastante proveitosa – sobretudo quando envolve mandar os trolls para a floresta dos elfos e promover a guerra e a carnificina com os mesmos. O Enfeitiçar Pessoa antes disso é mero detalhe – e para selar a aliança, Blair propõe-se a casar-se com ele, que aceita de imediato. Antes da cerimônia, a meio-orc é insultada pelo xamã da tribo, mas aparentemente faz pouco caso disso, e vai reencontrar sua mãe, a escrava que deu-lhe à luz. Prometeu libertar todas as escravas assim que casasse com o líder da tribo, e que ficariam juntas para sempre. Sua mãe, no entanto, conta que está grávida do próprio líder orc, mas Blair também faz pouco caso disso. A cerimônia chega com a noite, e detalhes à parte, as festividades montadas às pressas se desenrolam por toda a noite; Blair, se autoproclamando “líder espiritual” da tribo, mata o xamã que celebrou seu casamento, e mais tarde convence seu agora marido a libertar todas as escravas da tribo. Em seguida, vai ter com sua mãe num local mais afastado. Ela também a mata, e a transforma num esqueleto (sim, estariam juntas pra sempre, mas ninguém falou nada sobre ela também estar viva). E assim, a festa continua pelo resto da noite.

O Coringa e Katarina avançam em direção às montanhas. Cavalgam por dias em direção às escarpas rochosas e recheadas de bandidos e covis, mas para sorte ou azar de ambos, não encontram nenhum deles. Vão parar numa “clareira”, um espaço mais aberto entre os montes, onde decidem abandonar o cavalo, pois o animal não suportaria as íngremes trilhas dali em diante. Ao começar a subir, Coringa fala algo sobre não começar a chover, e logo um trovão é ouvido ao longe. A chuva cai forte em seguida, e ambos apressam o passo para conseguir abrigo. Finalmente encontram uma fenda entre rochedos onde conseguem se refugiar durante o dia e à noite, enquanto o temporal não passa. Vendo-a tremer de frio, o futuro aprendiz-de-dançarino-das-sombras a conforta… com seu próprio cobertor (brotam dois “++” sobre a cabeça de ambos nesse momento apesar dela não admitir isso). Ela cai no sono em seguida, e ele providencia segurança ao local montando uma armadilha com óleo, arpéu, goma de mascar e um clipe de papel (Vanderset, o Magáiver!). No dia seguinte ele não a encontra sob seu lindo e cheiroso cobertor, e sai para ver onde raios ela foi. Nota que está sendo seguido por quatro figuras no alto das montanhas, mas não dá muita bola e volta para vasculhar as coisas dela. E ela retorna com dois animais pequenos mortos para o desjejum. Comem juntos e retomam a longa caminhada. No fim da trilha um dia de viagem depois, há uma descida íngreme e Katarina manda que os sujeitos que estavam seguindo-os se revelarem. Quatro Tengus saem de seus esconderijos entre as rochas e se prontificam a guiar os dois por entre os extremamente altos montes à frente. A jornada está “apenas na metade”, segundo a ruiva das adagas.

Zuko, Nasus, Hans, Baldur e o Sem-Nome acordam para mais um dia de aleatoriedades em Dyll. Como diferencial de que Baldur detém informações valiosíssimas para Nasus sobre a ocorrência de extraplanares malignos na região – bem, na verdade ele trepou com um deles noite passada, mas isso ninguém precisa saber em on – ele de fato conta ao paladino sobre isso, e junto com Zuko e Hans, traçam um plano para descobrir se essas informações procedem. Mas antes disso, Hans sai para tentar encontrar uma forja na cidade, sem sucesso; Zuko sai para tentar encontrar a elfa cuja vida eles salvaram alguns episódios atrás e consegue. Pena que ela não quis sair para conversar; e o Sem-nome sai para tentar fazer amigos. Primeiro com um velho aldeão refugiado e ex-líder de vila, a quem prometeu arranjar comprador para suas terras assoladas por monstros – e foi atrás de Nasus, o paladino caridoso, com quem teve uma conversa inconclusiva. Depois disso, foi até outro bar para tentar a sorte nas cartas. Após uma partida de pôquer bastante lucrativa e algumas acusações de roubo (isso vindo de ladrões, pequeno detalhe), ele se vê fora da taverna com um dos agressores, que facilmente derrota com um desarme bem-colocado. Volta algumas moedas mais rico e com o ego inflado. Enquanto isso, o grupo de Baldur e cia. Limitada se reúne para assistir às justas, onde os nobres e o sumo-sacerdote de Dyll estão. Zuko, porém, procura detectar magia em meio à multidão, e encontra uma aura mágica de transmutação pairando sobre uma camponesa em vestes gastas. Enquanto isso, e sem dificuldades, Baldur convence o guarda a abrir caminho para o seu pequeno grupo, e ele próprio é cumprimentado pelo sumo-sacerdote de Dyll. A mulher em vestes clericais ao lado do seu assento e o soldado de armadura e duas espadas bastardas do outro lado se mantêm impassíveis. Um passo atrás de Baldur, Nasus consegue sentir as auras de todos; uma em particular bastante forte, tão forte que o faz ficar atordoado e encerrar abruptamente sua concentração. Com o perdão do trocadilho, o paladino detecta um mau sinal.

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Alderan, Episódio 27
Katarina e o Coringa, e o DesneceSlender

Após uma breve conversa sobre partes de acordos, Elise e Wyrd deixam o rei troll “organizando” seus novos súditos e voltam ao coven e encontram Blair por lá. Ela havia tentado encontrar o druida mais uma vez, e mais uma vez voltou sem sucesso. Uma rápida conversa entre elas e cada uma foi cuidar de seus próprios afazeres: Wyrd foi demarcar os limites do terreno ilusório que protege o covil; Blair foi caçar criaturas no pântano para aumentar seu pequeno exército de mortos-vivos; e Elise chamou a sua pet (a maguinha, não a raposa) para ir a uma cidade tentar encontrar uma biblioteca que possua um livro sobre golens. Blair encontrou uma planta carnívora gigante, que devorou seus esqueletos em questão de turnos. Ultrajada, ela decide chamar Brenda, a witchfire camarada, para aniquilar a maldita planta, o que facilmente acontece. Decide continuar sua busca por mais algumas horas e consegue encontrar um grupo de homens-lagarto, os quais são sumariamente mortos e transformados em esqueletos-flamejantes-atrozes-invs-da-tormenta. Elise, por sua vez, teleporta até Garnos com Clarissa, a maguinha do ks, e encontra um cenário de desolação, falta de pessoas nas ruas e estabelecimentos fechados. Veem um grupo de soldados marchando de volta ao castelo, mas não se importam muito com o fato e decidem procurar a tal biblioteca. Após encontrarem-na, Elise percebe uma criatura alta, esguia, branca, sem nenhum rosto, careca e com uma boca larga, repleta de dentes afiados, sorrindo para ela. Veste apenas um sobretudo, botas, calças e um chapéu. Elise revela ao monstro que precisa de um livro sobre golens, ao passo que a criatura oferece-se para pegá-lo dentro da biblioteca fechada mediante um… pagamento… pelo pequeno serviço. O que o monstro omitiu, na verdade, era que o pagamento era compulsório (tu-dum-tssss…) e após dois enfeitiçar monstro (logo depois de Elise e a maguinha terem escapado da aura de desnecessariedade do bicho… sim, ele tem esse treco. Não, não fui eu quem fez a ficha dele), Elise e a maguinha são “convencidas” a acompanha-lo até seu humilde quarto, onde até o fechamento desta edição estão sendo vítimas de todo tipo de fanservice, hentai, sodomia, bdsm e similares. Apesar de estranhar a demora, Wyrd continua com suas tarefas de manutenção do coven e Blair parte de volta para a tribo de orcs-do-pântano para cumprir uma side quest pessoal.

Katarina e o Coringa continuam sua jornada rumo às montanhas próximas a Bismut, e em território cada vez mais selvagem, encontram algumas criaturas pelo caminho. A ruiva usa essas situações de encontro para avaliar a capacidade de seu “pupilo”, ao mesmo tempo que ensina os primeiros truques das sombras para ele. Encontram predadores selvagens das planícies, gatos selvagens que tentam fazer o cavalo de refeição enquanto estão acampando à noite para descansar. O Coringa despacha-os com facilidade, mas quase deixa o animal ser atacado por um deles. Uma adaga de Katarina evita que fiquem sem montaria para o resto da jornada. Alguns dias depois, eles já avistam as montanhas quando uma wyvern desce dos céus para ataca-los. Eles levam o cavalo até um bosque próximo e a ruiva manda que o Coringa distraia o bicho. O aprendiz o faz muito bem, apanhando severamente no processo e sendo envenenado. Katarina o salva com duas adagadas mentirosas e um antídoto, e em seguida seguem viagem até as montanhas, agora muito mais próximas do que nunca.

As lutas finais da modalidade de combate armado começam com Nasus em um combate acirrado contra o mesmo “espartano” que derrotou Cullen no dia anterior. Após alguns críticos fajutos, manobras erradas e um paladino se enganchando nas cordas e caindo fora do ringue, a luta termina com o espartano vencendo. O Sem-Nome, também conhecido como ladino-do-caos, usa todo o seu poder e influência para convencer os moleques locais a catar estrume para jogar no adversário de Hans na luta seguinte. Em seguida, ele tenta conhecer melhor o adversário pouco antes da luta, mas aparentemente isso não pareceu relevante para o resultado final, dado que no primeiro turno Hans falhou criticamente ao pisar num monte de bosta jogado por um moleque e se desequilibrar no meio da investida. Seu adversário, portando uma espada de puro adamante, não teve dúvidas e acabou com a espada do pobre guerreiro num único golpe. Entre as lutas, Zuko foi procurar saber de onde veio a mulher-dragão que enfrentou no torneio de magia do dia anterior. Soube que seu nome era Shyvana, e que ainda estava hospedada na cidade. Enquanto isso, Hans, o seu oponente da luta anterior, chamado Kuroro Lúcifer e Julia, a halfling, tentam chegar a um acordo quanto à espada quebrada, sem muito sucesso. Cai a noite e chega a apresentação do aclamado Baldur, que mais uma vez se supera e acaba ganhando por unanimidade o prêmio de melhor bardo de todas as apresentações. Com o povo subindo ao palco para festejar com o bardo, também sobe uma dançarina com uma performance quase equiparável à dele, o que encanta ainda mais a multidão. Após ela ter dito que veio de Garnos, Baldur a convida a contar mais a respeito dela. A mulher o faz, mas num lugar mais reservado – um quarto de taverna, é claro. Enquanto se diverte com a senhorita, Baldur descobre que além de ser a extraplanar (mais precisamente uma succubus) que o seu teste de atuação avacalhado atraiu, existe também pelo menos outro demônio mais poderoso que ela na cidade. Enquanto isso, Zuko finalmente encontra Shyvana na taverna. Em uma conversa ligeiramente amigável, ela revela que também está à procura de seu pai e do aterfato que está com ele. Ao saber que ela o faz a serviço de seu pai, Paathurnax, Zuko relembra a história de seu ancestral dragão: <flashback> Paathurnax foi um dragão rebelde que traiu a deusa maligna Arir; ele era descendente de Alduin, o Dragão Supremo, mas não foi o primeiro deles a deixar de seguir a influência da deusa: o antepassado de Zuko, o Dragão da Chama Azul, fora o primeiro a fazê-lo, sendo por isso caçado impiedosamente por Alduin, e ambos desapareceram nas areias da história do mundo. Paathurnax, por sua vez, colonizou o continente Norte e ensinou magia aos humanos que viviam lá, fazendo também com que as terras gélidas esquentassem e o clima da região, tornado-a fértil e habitável. </flashback>. No entanto, Shyvana preferiu seguir seu próprio caminho ao saber que Zuko poderia tomar partido contra ela caso seu pai não quisesse entregar o artefato. Depois disso, na taverna, estavam Hans, Kuroro, Julia e Cullen (o Sem-Nome) reunidos numa mesa quando, depois de muito choramingar, Hans consegue convencer Julia a dar o prêmio de Kuroro a ele como indenização pela quebra da espada. Zuko aparece em seguida e começa a xavecar a halfling, enquanto o Sem-nome deixa estrategicamente o grupo para tentar roubar a espada de adamante de Kuroro. Ao chegar no quarto do guerreiro pela janela, ele tenta detectar armadilhas; e de fato encontra uma: um bárbaro pronto para ataca-lo com seu machado grande. Depois de lançar todo tipo de agressão verbal ao sujeito, o Sem-Nome põe o rabo entre as pernas e volta pela mesma janela que entrou ao ver o bárbaro puxar o machado e contar até três ameaçadoramente (ainda bem, ele só sabia contar até cinco!).

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Alderan, Episódio 26
O Ladino Sem Nome e a Conquista Troll

Apesar dos protestos de Elise, Wyrd leva a maguinha Clarisse (outrora conhecida como Mithrandina, mas isso não importa por agora) para sua própria cabana e inicia o processo de tortura. Provando não ter nenhuma força de vontade, a pobre Clarisse sofre os efeitos da magia pó-de-mico de Wyrd aos gritos, enquanto Elise, tomada por ciúme/compaixão/impaciência/inveja (escolha o que for mais conveniente), resolve intervir e convence a bruxa-gato a interromper seus “trabalhos”, dado que havia ainda muito trabalho de verdade a ser feito com os trolls e certamente precisariam da maguinha para tal – ao menos na parte da tradução simultânea. Após tomarem um rápido caf… desjejum, todas teleportam para a aldeia do grande chefe Trundle, que as leva junto com seu agora não tão pequeno exército de trolls até as próximas vilas a serem conquistadas. Dias se passam e entre uma viagem e outra o grupo recebe visitas perigosas de criaturas do pântano, como crocodilos e fogos-fátuos, até encontrarem uma delas abandonada e sem nenhum sinal aparente de luta ou algo parecido. Usando toda a sua esperteza (e com uma pequena ajuda de Wyrd), o chefe troll deduz que os habitantes dessa aldeia se refugiaram numa aldeia maior para juntarem forças contra sua tribo. Mas mesmo assim, com toda a valentia, ele parte para o ataque. A primeira coisa que os infelizes bastardos veem, porém, é o clarão das bolas de fogo de Elise no meio da agora populosa aldeia. Em fuga e desesperados, os trolls inimigos viram presa fácil do exército de Trundle e das teias de Wyrd, que por coincidência acaba prendendo seu líder com todos os xamãs da aldeia. O grande chefe troll, sem o menor remorso, esmaga o crânio do inimigo com uma árvore (!) e anexa mais um território (mas ainda não pode trocar cartas porque não tem nenhuma com os territórios conquistados). Em seguida, viajam até a última aldeia troll independente. Encontram à frente dela o próprio chefe da tribo, um troll Enorme e valente, a desafiar Trundle para um combate mano-a-mano. O chefe troll aceita, e a princípio apanha feio. A poucos PVs de cair, porém, ele recebe a ajuda de Elise, que o induz ao sono, e da maguinha, que induz Trundle a dar mais porradas por turno, o que faz a maré do combate virar a seu favor. Após queimar o corpo do último chefe troll, ele reúne seus novo súditos e se autoproclama Rei dos Trolls.

O Coringa decide partir para longe do grupo por motivos pessoais. Levando 300 PO de Hans por motivos não muito pessoais também. Num momento de distração do restante do grupo, ele não só leva as moedas como também a si mesmo para longe – mas não sozinho. Notando que vinha sendo observado desde que entrara na biblioteca para conseguir um mapa (e logo depois de conseguir um cavalo leve com o dinheiro de Hans), ele tenta despistar a criatura que o stalkeava, e quando julgou que havia aparentemente conseguido, notou que ela estava já à sua frente, com uma adaga pingando verde a centímetros de si. E claro, ele tomou a única decisão sensata na hora – e acabou sendo apunhalado e envenenado ao tentar correr. Ao acordar, a mesma figura encapuzada de antes dividia o mesmo espaço qe ele, uma sala com uma porta e uma tocha, e mais uma cadeira, cordas e ele entre ambos. Após alguns gracejos e tentativas de clichê de tortura, a pessoa encapuzada revela a quem devia a captura – seu antigo “mestre”, o Dançarino, finalmente havia voltado. Disse precisar de sua ajuda para um pequeno plano, mas que para isso precisaria que ele aprendesse as Artes Sombrias com sua fiel discípula, a mesma que agora estava baixando o capuz – algo que não lhe causou surpresa alguma, sobretudo ao ver aqueles cabelos vermelhos e cicatriz no rosto. Ao sair, disse que deveriam sumir por um tempo e só retornar numa determinada data, em Garnos. Até lá, ele deveria assimilar todas as técnicas passadas por ela, pois havia muito trabalho a ser feito. E assim foram ambos em direção às montanhas próximas a Bismut, sumir do mapa e de qualquer perturbação mundana.

Ao receber informações importantes do bispo Edir sobre quem procurar para maiores esclarecimentos sobre o alvo de sua caçada, o Sem-Nome parte em direção a Dyll em busca do famoso e famigerado bardo, e lá encontra boa estalagem e gente bastante feliz com a realização de jogos e torneios em comemoração à volta da Deusa-Luz. Decide ele mesmo se inscrever numa modalidade para tentar encontrar seu contato entre as pessoas que participam do festival, e assiste Hans quase assassinar um dos competidores ao estripa-lo com sua espada larga – Nasus prontamente o curou quando estava à beira da morte, e assim Hans ganhou total antipatia do público. Ao contrário disso, Nasus realizou um combate limpo, justo e… tedioso. Apesar do seu oponente fazer de tudo para ele cair (e ele caiu uma vez), ele se levantava, firme e forte, para martelar com toda a sua (pouca) força, o que fez o pobre lutador desistir. O Sem-Nome enfrentou seu oponente em seguida, um lanceiro de escudo. Com suas manobras rápidas e precisas, começou na vantagem ao acertá-lo algumas vezes, mas acabou sendo desarmado em seguida. Ao recuperar seu sabre com uma acrobacia espetacular em que foi parar sobre um dos postes de sustentação das cordas, recebeu um encontrão do adversário, caindo fora da arena e sendo, portanto, desclassificado. Sem se importar com o resultado, descobriu logo que o bardo a quem Edir se referia era amigo de Nasus e Hans, os quais ele havia cumprimentado logo após o combate deste último. Após uma troca de informações rápida, o Sem-Nome acaba descobrindo coisas mais legais do que pretendia – e apesar de sua boa-vontade em não querer envolve-los em seus assuntos complicados, ficou sabendo que as encrencas do bardo eram bem maiores do que as suas… À noite, para amenizar os ânimos, Baldur atua de forma magistral (para variar) e Zuko entra mais uma vez em combate mágico. Após eliminar mais aprendizes de mago das redes estadual e federal da Escola de Magia Globo de Luz, ele enfrenta uma feiticeira numa das semifinais, e tem certo trabalho com ela, cujo único erro foi ter tocado no gnomo. Após um pouco de hálito quente no cangote, ela acaba desistindo. Na final, o pequeno-grande feiticeiro enfrenta sua maior rival, uma outra feiticeira dracônica, num embate praticamente épico (um dos poucos que duraram mais de cinco turnos nessa mesa!) em que ambos os oponentes usaram todo o seu poderio arcano – de tentáculos-hentai a baforada de dragão – e cujo final dramático ficou a cargo de Zuko, entre as garras da mulher-dragão em sua forma dracônica (ooohhh!), fazendo-a voar para longe após uma magia de medo particularmente poderosa. Salientando apenas que a senhorita halfling esteve lá acompanhando todos os seus combates (insira tema romântico aqui2)

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Alderan, Episódio 25
Metralhadora de Assassinos Fantasmagóricos e a Meio-Dragão

Blair e Brenda (a Witchfire camarada), depois de uma infrutífera busca pelo druida, retorna ao covil e encontra Wyrd e Elise diante de um espantalho plantado em frente à cabana dos catfolk. Ao ouvir os lamentos e gemidos dos seus subordinados, Wyrd entra na cabana e descobre que um deles havia morrido durante a noite. As outras duas bruxas tbm adentram o recinto, e após Elise conjurar uma magia para ver o invisível, descobre o responsável pelo “assassinato” na entrada da cabana. Ao perceber que foi percebido, o bicho-papão (sim, esse é o monstro) revela-se e ataca com sua aura de medo, mas as bruxas (ao contrário dos catfolk, que no fim das contas ficaram à beira da loucura) não se intimidam e contra-atacam com suas magias roubadas, sem-noção e obscuras mais poderosas (ou não, já que o mesmo bicho-papão impediu Elise e Wyrd de recuperarem-nas enviando-lhes pesadelos). Tentáculos negros na porta, esferas criogênicas no monstro, mortos-vivos convocados… nada parece funcionar nele, que revida com suas habilidades supremas de medo. Elise resiste ao primeiro assassino fantasmagórico, e prende o bicho-papão num domo de gelo. Wyrd e Blair conjuram monstros, mortos-vivos e enxames dentro da “arena”, mas não conseguem causar nenhum dano na criatura. E o monstro, então, convoca a maguinha, agora sob seu domínio, para atacar as bruxas e libertá-lo (não necessariamente nessa ordem). Após livrar-se da gélida prisão pelo campo antimagia da pobre maguinha (que convenhamos, tem donos até demais nessa campanha) ataca furiosamente Elise, mas acaba caindo no sono de Wyrd. A maguinha, então, lança mais tentáculos negros e prende todos em sua magia (incluindo a si mesma!), o que faz o monstro acordar. Elise move as esferas e Wyrd seus enxames até a pobre-coitada, que acaba desfalecendo. A magia é então dissipada, mas o monstro continua vivo, tentando matar Elisecom mais assassinos fantasmagóricos. E quase conseguiu. Elise foi salva pelos enxames, pelo extremo frio de suas magias e acima de tudo, pela Bruxas & Bruxas Advocacia de Regras S/A, a qual apontou certos testes convenientemente omitidos após a realização da ação do monstro, o que claramente viola os interesses dos PJs envolvidos. Assim sendo, Elise sobrevive mais uma vez, e Blair convoca a Witchfire para atacar o monstro, já bastante debilitado com os debuffs das bruxas, matando-o com seu raio espectral. Ao perceber a maguinha agonizando, Elise a domina novamente e a cura. Mas antes disso, Wyrd anima uma corda convenientemente encontrada no aposento e a amarra antes que acorde. Num tom desnecessariamente ameaçador, Wyrd pronuncia as palavras finais do episódio: “A mente dela pode ser sua, mas o corpo é meu. Meow.”

Baldur e Nasus ainda aguardam o restante do grupo, que ainda está do lado de fora da cidade conversando assuntos importantes com a elfa recém-salva. Ao chegarem à taverna onde os dois se encontram, ocorrem mais discussões. Ao recalcular as datas dos eventos ocorridos – a suposta volta dos poderes dos clérigos de Benir com a volta do grupo a Misk via Desejo-concedido-à-maguinha-em-troca-da-alma – Baldur chega a especulações tenebrosas. Especulações que o paladino usa para tirar conclusões ainda mais sombrias sobre o estado de coisas dentro da Igreja da Antiga Deusa do Bem. Dado que em dado momento eles acabam dando com a língua nos dentes e acabam falando que libertaram dois demônios, Mia, a elfa que foi salva por eles, tenta se afastar, mas Hans (e toda a delicadeza do seu Carisma 7) acaba complicando a situação ao agarra-la à força para impedir que fuja. Os presentes na taverna se levantam e ameaçam-no, e ele acaba sendo forçado a deixa-la ir. Baldur tenta alcança-la mas ela desaparece ao dobrar a primeira esquina. De volta à taverna, três guardas anunciam que haverão festividades de comemoração ao retorno da Deusa, com a realização de jogos e competições, daquele momento a três dias. Após decidirem ficar e competir, os PJs arrumam dinheiro do jeito que podem para pagar as inscrições: Baldur tocando like a boss na praça (a que ponto chegou o velho nobre…), Nasus conseguindo alguns trocados da caridade (e revertendo-os em pão pro povo refugiado, como esperado de um paladino de Seth), Hans ajudando na forjaria, Zuko coçando o saco e o Coringa fazendo o que faz de melhor: roubar no meio de multidões aglomeradas pela atuação do bardo e invadir casas-não-falantes-com-janelas-atrás-de-portas, embora essa segunda opção não tenha dado muito certo pelo fato de não ter muitas casas desse tipo na cidade e a única que ele encontrou não estar exatamente desabitada na hora (NOTA: não se sabe o quanto disso é verdade ou delírio do ladino, mas o resultado que importa é que não funcionou). Ao fim dos três dias, os PJs se inscrevem nas competições de seu interesse, e Nasus se destaca já no Atletismo, chegando à frente de todos na corrida. À tarde, ocorreram as competições de Arquearia, onde Hans conseguiu cravar uma flecha em cima de outra à la Merida (com dois 20 no mesmo alvo, só pra constar) e faturar a prova. Já no anoitecer, Baldur enlouqueceu a multidão com sua atuação épica (com 51 no teste!) e não deu chances para os outros competidores. Finalmente, Zuko é mais rápido que seu adversário no duelo de conjuradores e o sodomiza antes dos 6 segundos com seus tentáculos hentai negros. Antes do fim da competição, porém, ele vê o último confronto ocorrendo, com conjuradores de nível (supostamente) alto: um jovem de manto azulado com inscrições arcanas e uma mulher de pele azul e armadura cor de bronze se digladiando até ela transformar-se em dragão e derrotar seu adversário de capa azul. Zuko também vê uma outra pessoa conhecida, acompanhando perplexa a derrota do jovem mago para a mulher-dragão: a halfling Julia. (insira tema romântico aqui)

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Alderan, Episódio 24
Biscoito de Troll e a Clériga Elfa

Após Coragem, o Troll Covarde, confirmar que as bruxas não só mataram como também cozinharam e fizeram o Jotund de biscoitinho, o chefe troll decide preparar seus guerreiros para a conquista de toooooodas as tribooooos!! Que nem ele mesmo sabe ao certo quantas são, mas seu fiel subordinado conseguiu contar seis. Tirando o restante do dia para fazer os preparativos na base, Elise e Wyrd descobrem a maguinha-troglodita (digo, poliglota) se comunicando telepaticamente com alguém (por que raios ela não pensou em PENSAR em vez de falar, vc pergunta? Eu tbm não sei!), que descobriu-se mais tarde ser, no dia seguinte, o mestre dela perguntando sobre o cajado que ela ainda procura. Deixando-a mais uma vez no cargo de “gerente de covil”, as duas bruxas voltam à tribo do grande chefe troll e iniciam a jornada até a tribo do norte. Depois de uma luta entre este e o líder da tribo invadida (e com a ajuda de Coragem e dos biscoitinhos), Trundle o mata a pauladas e logo o ex-chefe é cremado em seguida; e os demais trolls se submetem ao grande Trundle, sendo levados à sua vila logo em seguida pelos seus outros guerreiros. A jornada prossegue, dessa vez apenas com o futuro rei dos trolls (ou não) e as bruxas. Encontram uma criatura estranha, que dizem ser comedora de dragões, mas rapidamente Elise a neutraliza colocando-a pra dormir. Em seguida, seguem para a segunda tribo, cujo “chefe” entrega a batalha ao verdadeiro manda-chuva: um dragão negro jovem, que imediatamente ataca Elise e a derruba no chão, presa entre suas garras. Wyrd rapidamente inicia seus debuffs e Elise solta-se das garras do dragão. Magia após magia, o monstro enfraquece e eventualmente as duas o derrotam, com o gélido final saindo das mãos de Elise. Mais uma tribo sob controle, mas não do grande chefe troll – e sim das duas bruxas. Elas os levam para o covil, para trabalharem em sua reconstrução e como guerreiros para sua proteção, e lá tomam as devidas precauções para que não hajam conflitos com os catfolk ali presentes. Na madrugada seguinte, as duas bruxas acabam tendo pesadelos terríveis e não conseguem ter uma noite tranquila – tanto que nem mesmo conseguem recuperar suas magias com seus familiares nem Elise consegue cozinhar algo decente para o desjejum. O que terá acontecido? Quem terá conjurado esses pesadelos? Sexta, no Globo Repórter…
*
Ao chegarem próximos à muralha da antiga Dyll à noite, o grupo nota a formação de muitas moradias precárias à beira da estrada que leva a um dos seus portões. Logo descobrem que são refugiados das terras mais ao sul, onde os ataques de monstros se intensificaram assustadoramente em muito pouco tempo. Baldur decide teleportar para a muralha, onde consegue enrolar o (agora) guarda Peçanha e entrar na cidade para… enrolar mais guardas e tentar obter alguma informação útil lá dentro, sem muito sucesso a princípio. Enquanto Nasus e Hans apartam uma briga de aldeões por algumas moedas roubadas (nossa, o paladino sendo um paladino!), Zuko aproveita para descansar suas duas horas. Ainda no meio da noite, o paladino e o guerreiro (logo depois seguidos de Zuko) impedem a captura de uma (provável) clériga de Arvind, o deus dos ventos e da viagem, que estava sendo perseguida por uma duelista elfa. Após um x1 contra Hans, Zuko perde a paciência e taca uma bola de fogo como… tiro de aviso… na dita-cuja. Ainda durante o combate, descobrem que a sacerdotisa também tem orelhas grandes e pontudas, e então eles se tornam miguxinhos. Dia seguinte, a exemplo da noite anterior, Baldur vai encher o saco dos guardas nos portões da Grande Catedral da Deusa-Luz, e tenta conseguir uma audiência com o sumo-sacerdote local, o magnificente Sigmund Madan. E não consegue. Mas sai do local possuindo algo muito melhor para dividir com seus aliados, sobretudo o paladino Nasus: informações. Datas e locais, coincidências ou não, talvezes e quem-sabes que podem definitivamente facilitar a vida do guerreiro (não tão) santo.

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Alderan, Episódio 23
Troll Gigante e Double Nerf

Depois de derrotar os trolls, Elise cura um deles para interroga-lo. O pequeno problema é a barreira do idioma, imediatamente solucionado pela maguinha-pet-ks. Após longa conversa com este e com os reforços de um outro grupo de trolls trazido pelos que fugiram anteriormente, são levados para a aldeia das criaturas por um xamã, que (convenientemente) sabe falar Comum. São apresentados ao chefe da tribo, e repetem as mesmas propostas com que convenceram os outros trolls a leva-los ao chefe; e este propôs um desafio ao grupo: derrotar o temível Jotund nas profundezas da Grande Fenda ao sul. E assim, partiram com uma testemunha (Coragem, o troll-xamã-covarde!) a mando do chefe dos trolls, o temível Trundle. No dia seguinte, encontraram fenda e caverna. E lá, depois do comando de sua mestra Blair, a witchfire encontra o monstro. Mas de alguma forma é trombada por seu companion pixie, e foge. Logo depois, todos os outros entram na caverna e encontram o bicho. O combate se inicia com o ele atacando o leão, que cai desacordado no turno seguinte; enquanto isso, as bruxas e o druida tentam debuffs de todos os tipos, sem muito sucesso, junto com fogo mágico. Em dado momento, uma pixie aparece em meio a eles e flecha Elise, que somente a encara e a faz cair no sono (posteriormente eterno-até-que-a-necromancia-o-acabe). Por conta disso, e do espírito de equipe, todos se afastam do local após aviso de Wyrd sobre debuff grosso. Todos menos a tiefling – que apesar dos espinhos de Caine, é atacada e engolida viva pela criatura. Então, Blair saca sua bonequinha de voodoo roubada e amaldiçoa o enorme troll. Uma série de turnos e debuffs depois, Elise consegue escapar do ventre do monstro via teleporte de forma miraculosa, enquanto Blair, Wyrd e Caine, a duras penas, conseguem sobrepujar o monstro e derrota-lo. Somente então Coragem volta ao local, mal acreditando no que viu. Sim, o chefe da tribo vai gostar de ter aliados de tamanho poder.
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Hans é encontrado por um dos elfos, perdido após uma magia de medo o fazer correr para longe do combate. Após algumas trocas de palavras não muito amigáveis, Hans decide ataca-lo e… cai flechado por ele, com o mesmo veneno usado nos outros. Enquanto isso, Nasus e o capitão dos elfos trava um duelo mortal, de magia e sangue, onde o paladino é levado aos limites de sua resiliência e consegue uma virada épica, digna de final de anime. O que, obviamente, não salva seus companheiros dos tentáculos-hentai-da-morte, e eles acabam… NERFAAAAAADOOOOOSSSSS!!! (torcida gritando: NEEEEEERRRFFFF!!!). Depois disso, Nasus consegue neutralizar o veneno dos elfos e os sobreviventes acordam para levar os defuntos Zuko (pela primeira vez na tele.. mesa) e Baldur (reincidente) de volta a Misk. Edir, como sempre, está disposto a ajudar, mas enfrenta uma pequena crise de falta de componentes materiais, o que obriga Nasus e cia. Limitada a vender parte de seus itens mágicos e perambular pela cidade à procura dos diamantes com o valor correto para a realização dos ritos de ressurreição. Uma tarde inteira de bate-perna, bate-boca, passa-batido (TOASTYYY!!) e bate-vontade-de-descontar-a-raiva-em-alguém-mas-não-faz-pq-sabe-que-vai-dar-merda depois, Baldur e posteriormente Zuko são trazidos de volta aos vivos. Nasus, entre todas essas ações, se reporta mais uma vez à tia Vayne, e Zuko fala coisas supostamente importantes com tio Thomas no templo de Seth. Apressado por seus amigos, mal teve tempo de falar com sua futura esposa (“- Até vc, narrador fdp!!!”), e mesmo durante a noite, partem rumo à próxima quest, em Dyll. Oito dias depois, chegam à cidade são e salvos. A viagem acontece incrivelmente sem incidentes. O que pode não continuar sendo verdade dentro dos muros da antiga cidade.

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Alderan, Episódio 22
Nagas, Jaffar e o Primeiro encontro com os Elfos

Caine (o druida sanguinário) decide soltar o homem-lagarto-sobrevivente-do-massacre-que-o próprio-druida-promoveu, e segue com Wyrd, Elise e a Witchfire atrás dos trolls-do-pântano. Durante um dia e uma noite a viagem seguiu tranquila. Mas no meio do caminho tinha uma névoa. E antes que pudessem começar a contornar a dita-cuja, onde a Witchfire entrou e desapareceu, duas nagas brotaram dos charcos ao redor. Uma delas era verde-claro, a outra tinha cinco cabeças com forma de naja (esta carinhosamente apelidada de “Jaffar”). Elise combate Jaffar ferozmente, bombardeando-a (e explodindo o metano junto com todo mundo na cena) enquanto Jaffar tenta derrubá-la no olho (literalmente.. ataques visuais FTW). O druida e atacado pela outra naga, e acaba sendo envenenado. Wyrd defende-se com suas magias de reflexo e voo. Caine conjura sua própria névoa para se defender da naga, o que não é muito efetivo.. e ele acaba saindo de lá, atraindo-a mais para si e para o bote certeiro do leão nela, matando-a. Após finalmente cegar Elise (e fazer ela, no máximo, perder um turno conjurando remover cegueira) Jaffar se vê cercada pelos outros PJs. Wyrd, após ajudar Caine com seu enxame na outra naga, tenta sem sucesso fazer a enorme cobra de 5 cabeças dormir. Depois de explodir outra bola de fogo em Jaffar, o leão parte para cima e destroça o que sobrou do monstro (GG pet!). Logo depois do combate, Blair finalmente as alcança, e o grupo segue viagem atrás da Witchfire, que foi bem mais à frente. Após dias de viagem tranquila, as bruxas e o druida finalmente encontram-na, numa clareira, apontando o caminho para a aldeia dos trolls. De fato, eles os encontram – na verdade são encontrados por eles. O grupo se deixa ser cercado pelos trolls, enquanto Elise teleporta de volta à base pra buscar a maguinha-ks – só ela tem a magia certa pra falar com eles. Uma pena que o pau começou a cantar logo em seguida…
*
O grupo de Zuko e cia. Limitada, em mais um dia de viagem às terras élficas, tem um dia tranquilo e uma noite agitada – eles são atacados por um pequeno grupo de Destrachan: seres cegos e vorazes que “veem”, matam, pilham e destroem pelo som extremo que parte de suas bocas circulares. Apanhado por eles enquanto tentava passar furtivamente para ver o que eram, o Coringa é salvo pelo nobre sacrifício de Bristle (o javali de Sejuberg), que foi para a glória mais cedo. Nasus, seu enfurecido dono, parte para cima e abate um deles, enquanto outro mantinha o Coringa devidamente atordoado com seus gritos sônicos poderosos (até pq Nasus passou em todos os malditos testes de Fortitude). Zuko, diante de tudo isso, fez o que faz de melhor: explodiu os bichos e causou um incêndio em larga escala nos campos depois de Misk. Num outro dia, os PJs encontram uma caravana circense, parada em frente a um cruzamento de estradas. Ao perceber o pequeno grupo, a linda mulher que estava parada à frente das carroças com outros da trupe analisando um grande mapa aborda os PJs, que dialogam com ela até a chegada do dono do circo – um sujeito estupidamente alto, bastante magro, trajando um terno negro com bolinhas coloridas, uma bengala de ponta redonda e uma cartola. Seu rosto não tem nariz, é completamente branco e calvo, e seu sorriso não tem dentes. Ele se apresenta como Mr. Splendor, e convida os PJs para um chá. Todos aceitam menos Zuko, que fica emputecido do lado de fora da pequena tenda improvisada em menos de 1 minuto pelos empregados do sujeito – apesar da aura de paz que vem da criatura. Baldur insiste em perguntar a que raça ele pertence, mas Mr. Splendor diz não saber. Durante o chá, o dono do circo pede para que, caso encontrem uma de suas “crianças”, avisem-no, pois está preocupado com ela. Uma garota de cabelos negros e pele muito clara, chamada Branca. Depois dos PJs prometerem isso a ele, cada um toma seu rumo e a viagem prossegue. Sem mais incidentes até a Floresta da Deusa, eles são logo abordados pelos elfos de lá e expulsos sumariamente. Baldur tenta enrolar o quanto pode, mas eles são inflexíveis graças à moral do Capitão Kalenz e suas madeixas loiras de comercial de xampu. Já do lado de fora, e depois de algumas promessas de mandar emissários para Anadyr a fim de transmitir as notícias a serem dadas pelo grupo, dois dos soldados que acompanhavam o capitão ficaram para vigiar os PJs. Baldur consegue dominar suas mentes, mas logo percebe a cilada, Bino! Que caíram: de dentro da floresta, os outros elfos do grupo que os abrodaram atiram flechas envenenadas, e logo Zuko cai. Nasus parte para o combate com um dos elfos não-dominados, Baldur assegura-lhe alguns buffs junto dele, (como sempre) invisível, e o Coringa tenta acertar o Capitão, sem sucesso. Na verdade, é o Capitão quem canaliza uma bola de fogo em sua flecha , e o acerta em cheio, junto com parte do grupo. Tentando alcança-lo, e apesar de muito queimado, o Coringa adentra a mata e recebe mais uma flechada, dessa vez com glitter ofuscante… e em seguida é atingido por mais uma flecha envenenada de um soldado à espreita e cai. O mesmo capitão, pouco depois, utiliza seus poderes arcanos para o fanserv… imobilizar Nasus e Baldur, que acabam sendo envoltos em tentáculos de trevas. Baldur acaba sendo alvejado por uma das flechas envenenadas e também desmaia, enquanto Nasus se liberta da magia e parte para o combate com o líder elfo. A batalha mais tensa do arco até agora continua, e não terminará tão cedo…

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Alderan, Episódio 21
Druida Sanguinário Reloaded e a Não-Namorada Halfling do Gnomo

Elise finalmente termina os preparativos culinários para o Depinon, enquanto Wyrd termina os demais com a ajuda de Blair, finalmente acordada depois de alguns dias de “coma” após ser atacada pela Witchfire. Tudo pronto para o ritual noturno, partem junto com o druida-sem-nome-ainda (que havia passado esse tempo todo dando uma de vereador dos pântanos com os animais nativos) até a clareira para tentar convencer a criatura a se unir ao Coven, conseguindo depois de muito dano (nos PJs), muita cura (nos PJs) e muitas tentativas de Comandar Mortos-Vivos (em vcs-sabem-quem). Blair finalmente consegue apaziguar a criatura, e junto com Wyrd, a convence a seguir o plano de juntar forças com o Coven recém-formado para combater os elfos. Antes do início dos ritos, Blair decide “usar” a Witchfire para conseguir servos mortos-vivos do jeito fácil, mas volta para casa apenas com esqueletos de Stirge chamuscados e uns pontos de Constituição a menos. À noite, e apesar do estranho sumiço das outras duas senhoritas, um grande banquete acompanhado de uma festa tomou lugar no futuro covil das bruxas – logo depois das bruxas realizarem a solenidade das oferendas do “lado de fora”. Outra solenidade com as sobras do banquete, e o ritual termina na mais santa (ou profana) paz dos deuses. Dia seguinte, o druida-ainda-sem-nome tenta arranjar algum local seguro para ficar. Tecnicamente ele teria conseguido, não fossem os nove homens-lagarto que haviam chegado lá para caçar. O druida providenciou muitos animais para os lagartosos… mas a caça virou algo relativo depois que o número de lobos triplicou diante dos pobres selvagens, que assim como os elfos, foram vítimas da sanguinolência do druida. Ao menos um sobrou pra contar a história. Pena que acabou sendo levado para o covil das bruxas.
*
Nasus, depois de um período relativamente longo de ausência e de explicações à Igreja de Seth por ter falhado em recuperar a tal relíquia, decide se atualizar dos acontecimentos clericais com ninguém menos que tia Vayne, a mesma inquisidora que sodomizou Hans no episódio anterior. Em troca, ela mandou cumprir uma pequena tarefa nas terras élficas para propósitos supostamente clericais. Zuko e Coringa tentam seguir os rastros dos bandidos, e descobrem que eles realmente deixaram a cidade. Baldur passa boa parte do tempo arrecadando fundos para pagar suas despesas com a Igreja do Grande-Deus-Hilanda-do-Comércio-e-dos-mares… tocando na porta da própria igreja. Hans passa todo o tempo martelando em sua mais nova espada-op-do-off-poderoso. Entediados por terem de esperar Hans terminar sua arma, Zuko e Coringa vão arrumar confusão no MESMO bar que arrumaram confusão para Baldur (e o restante do grupo por tabela), e enche a cara de forma digna e confiante com as piores bebidas oferecidas ao público – algumas delas consideradas venenos por alquimistas prudentes. Baldur, enquanto isso, disfarça-se de alguma pessoa aleatória e sai com Nasus de guarda-costas para tecer mais alianças com as quais possa contar na hora certa. Após ser bem-sucedido nas negociações, decide procurar o restante do grupo, a essa altura na terceira dose de Olho de Dragão. Ao chegar, nota ambos bebendo e a halfling Julia entrando no estabelecimento. Cenas de bullying à parte, ela tenta chamar seu pequeno guarda-costas Gildartz, mas este acaba sendo persuadido pelo bardo a voltar ao bar, arrastando a pobre halfling sem que ela tenha a chance de revidar as zoeiras do gnomo bêbado. Este cai assim que os dois entram, e é levado de volta ao templo pelos outros. No dia seguinte, o grupo toma o rumo do sul, logo depois de Baldur conseguir umas coisas legais com tio Edir. Logo no fim do primeiro dia de viagem, o grupo é encontrado por um Athach e uma Pixie. Nasus e Bristle (seu javali de estimação) partem pra porrada e quase morrem, pra variar. Zuko usa sua tática #1: pó ofuscante, logo repelida pela pixie com uma lufada de vento. Baldur invisível, Coringa acertando furtivos e tudo segue a rotina até Zuko fazer a pixie virar um pardal e Hans rasgar o Athach de baixo pra cima, garantindo a vitória. O segundo dia de viagem promete…

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