Aldard - A Sexta Era

Alderan, Episódio 10
O Nerf que Brota da Terra

Conversa com Nerull sobre os planos de invasão das minas. A Androesfinge se oferece para ajudar em troca de um pequeno serviço de investigação nas ruínas do norte. Todo o grupo (menos tio Rudolph) concorda, e no dia seguinte já avistam os acampamentos onde vivem soldados e mineiros. Confabulação rápida, e tio Rudolph decide que é melhor alguém primeiro ir lá saber onde encontrar o tal Valan. Baldur se oferece pra ir e Nerull oferece carona ao bardo, já invisível e pronto pra invadir. Investidas aéreas depois, Nerull deixa Baldur no acampamento principal, e parte pra cima dos soldados. Baldur se veste como um e se mistura à gentalha. Elise e cia. Limitada descem o morro pra bagunçar a mistura ainda mais, os guardas se dividem e Nerull recua. Baldur “cumpre as ordens” dos comandantes e “investe” contra os invasores – na verdade, contra o ladino, supostamente (bem supostamente) escondido entre as pedras, junto com outros dois guardas. Acabam desmaiando de sono e sendo virotados (não necessariamente nessa ordem). Os outros dez acabam vítimas do wombo-combo “Imagem Maior – Bola de Fogo – Bola de Fogo” de Wyrd, Zuko e Elise (nunca mais vejo um desse na vida!) e debandam em desespero. Nerull retira-se do combate após algumas virotadas dos soldados ainda de pé, e Baldur aproveita a deixa pra se misturar à gentalha de novo e ir ao acampamento. Consegue fazer um comandante ir ao acampamento onde está o tal Valan e o resgata, com duas sugestões aos guardas no processo. Já longe dali, pequena discussão sobre quem vai pra onde e as bruxas deixam o grupo junto com a maguinha-NPC-irrelevante. Baldur pede a Valan que os acompanhe até as ruínas do Norte pra cumprir o trato com Nerull. Ele até aceita, mas tio Rudolph não deixa. O próprio Nerull, quando chega, oferece carona aos dois até próximo da cidade, assim os problemas se resolveriam rápido. Enquanto isso, os sujeitos esperariam em alguma caverna supostamente (bem supostamente) segura até Nerull voltar. Maaaasss…
Já à frente de todos eles, as bruxas e a maga-NPC procuram abrigo pra passar a noite (humanos… nem veem no escuro) . Elas também encontram uma caverna supostamente (bem supostamente) segura. Até que Wyrd nota algo de errado com a estrutura do local – cavernas com rampa ascendente, oi?! Elas saem do local assim que veem uma mulher-escorpião se aproximar. Elise e Wyrd escapam pela entrada, evidentemente menor que a criatura. Mas a maguinha, coitada… caiu na armadilha e ficou presa até Elise queimar a corda do lado de fora. A criatura invoca dois escorpiões gigantes e os comanda a atacarem as bruxas do lado de fora enquanto a maguinha aproveita e fica invisível, fugindo em seguida. Ela mesma se encarrega de explodir uma bola de fogo nos escorpiões gigantes q perseguiam as bruxas, e apesar de Elise e ela acabarem se ferindo, conseguem mata-los e fogem as três da mulher escorpião, assim que ela consegue sair da caverna.
Voltando à caverna, Zuko acorda no susto e quase é devorado vivo por um Bulette literalmente brotado do chão. A criatura encurrala o grupo, mas Nasus estupidam… heroicamente se interpõe e peita o bicho enquanto cada um faz o que pode pra enfrentar a fera – o que não é lá muita coisa, exceto pelo próprio Zuko com suas bolas de fogo e dano massivo. Nasus não aguenta a tromba e cai, e Baldur heroicam… estupidamente tenta reanima-lo com uma das poções da Igreja do Grande Deus Hilanda Do Comércio E Dos Mares, sem sucesso. Não fosse um monstro enorme despedaçando-o com suas garras, ele estaria vivo pra tentar de novo no turno seguinte. Coringa heroicam… estupidamente chama a atenção do bicho, e este parte pra porrada enquanro Zuko o fulmina com mais bolas de fogo até faze-lo cair morto. Saldo da brincadeira: um bardo em pedaços, um Bulette assado, um ladino quase morrendo, um paladino quase indo pra glória de Seth e um gnomo intocado (“Não toque no gnomo”).

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Alderan, Episódio 9
O Leal e Bom Nerull

Curados de sua petrificação com um banho de sangue (literalmente), Zuko e Nasus fedendo a sangue de basilisco atraem abutres atrozes (não enrole a língua!) no dia seguinte, mas ele e Elise espantam facilmente os bichos. Baldur derruba um fazendo o coitado ficar cego e Wyrd aproveita para tentar estrangular o coitado com… os cabelos! Tio Rudolph, há muito estressado com todo mundo, acaba com a festa degolando o bicho, e tudo volta à rotina. Dias (e banhos) depois, no meio de um vale entre paredões rochosos, Baldur encontra cocatrizes comendo uma carcaça de cabrito-montês. Espanta todas com som fantasma.
Faltando um dia para chegarem ao destino de sua viagem, o grupo inadvertidamente invade o território de uma (talvez a única?) Androsfinge, chamada Nerull. Baldur assume as rédeas da diplomacia (dado que tio Rudolph não leva o menor jeito pra coisa) e conversa com Nerull, que revela o paradeiro dos dois príncipes e do gnomo que há muito passaram por aqui. Supostamente eles foram para as ruínas do Norte, e falaram a respeito de um “Pai de Todos” e algum tipo de relíquia associada a este ser, a qual deveria estar ainda naquele lugar. Como sinal de boa vontade, Nerull pediu que o grupo caçasse uma criaturinha chata q vinha comendo a caça dele: um gatinho de 8 patas conhecido como “Aurumvorax”. Baldur e Zuko atraíram o bicho pra fora das cavernas onde se escondia com o som fantasma imitando sua presa (no caso cocatrizes), e assim que a criatura botou o corpo pra fora tomou uma magia de cegueira do bardo. A criatura, desorientada, conseguiu ainda rasgar a cara de Zuko se orientando por meio do faro, mas acabou capitulando devido aos wombo-combos do grupo inteiro em cima dela. Agradecido, Nerull curou Zuko e o episódio terminou aqui.

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Alderan, Episódio 8
Carne de Basilisco

O dia começa com o grupo trocando informações sobre o que descobriram na cidade. Café da manhã vai, café da manhã vem, cada um resolve cuidar de seus afazeres. Nasus passa o dia entre os templos da cidade e Zuko passa o dia “exorcizando” o jantar de ontem (não, não pensei numa desculpa melhor pro gnomo, sinto muito). O ótimo cheiro da comida de Elise (por increça que parível, isso não é uma ironia) desperta Wyrd de seu sono felino – as batidas de Elise na porta foram um mero detalhe (isso aqui foi). Certamente foi a primeira vez que carne de basilisco/cocatriz teve um gosto tão bom para a raposa, Wyrd e alguns plebeus sortudos – não necessariamente nessa ordem. Baldur vai bardear na praça mas os guardas não deixam, Coringa descobre sobre a arena e como se faz para entrar – assustando a pobre taverneira no processo – e Wyrd vai bruxear no fim do dia, logo depois de preparar suas preciosas maçãs recém-compradas no caldeirão.
A noite chega, todos se reúnem após seus afazeres e etc., Baldur cospe no prato que come (literalmente), blablablás de fim de noite e.. cama. Dia seguinte, o mesmo Baldur vai até a delegacia saber se o tio Rudolph foi liberado – e sim, foi. Com a costumeira delicadeza, ele exige todos prontos até meio-dia (e recebe muitos HUEs de presente do grupo em resposta), e assim todos o fazem, menos o bardo – Relatos de pessoas morrendo com maçãs e aparições de fantasmas são bem mais interessantes quando não tem um NPC metido a líder berrando em seu ouvido. Quando este finalmente chega, a comitiva parte para as montanhas. Sim, as montanhas, pois como tio Rudolph esteve preso, não teve como conseguir uma permissão para seguir pela estrada. A clandestinidade tem seu preço, e logo na primeira noite o grupo foi atacado por basiliscos – sete ao total. Nasus e Zuko foram transformados em pedra no processo (poderiam ser mais não fosse Elise e a escuridão mágica no primeiro turno), Coringa venda seus olhos para não ser pego pelo olhar petrificante das criaturas e esbarra nas estátuas, derrubando o gnomo de pedra. Para resumir, Elise carrega o time com suas esferas flamejantes e o relâmpago recém-aprendido e bota seis dos sete bichos para correr. A boa notícia é que sangue de basilisco fresco pode ser usado para despetrificar criaturas petrificadas anteriormente por eles – e convenientemente o único basilisco morto nessa história é saudável o suficiente para ter sangue também suficiente para remover a maldição de Nasus e Zuko.

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Alderan, Episódio 7
Sobre Maçãs e Capitalismo Selvagem

Os PJs chegam ao porto de Valencia. Rudolph resolve o pequeno problema de liberdade Elise com os guardas e o capitão do navio, e em seguida ordena que procurem informações sobre o tal colaborador – esquecendo de dizer quem é o dito-cujo. Baldur e cia. Decidem investigar os arredores (vulgo, ir pra taverna mais próxima), mas Nasus, o Paladino, decide investigar os não-tão-arredores-assim e demora horas para achar o caminho de volta.
Baldur conversa com o velho John, o taverneiro do Bar Peixe-Espada. Conta detalhes importantes sobre os “príncipes-escravos” e posteriormente sobre um certo gnomo que os ajudou a escapar do cativeiro anos atrás enquanto a Wyrd bebe leite e os outros bebem coisas mais fortes. Uma pequena confusão entre o taverneiro e Rudoplh (e incitada pelo bardo) acaba em bebedeira, coma alcoólico e prisão.
As bruxas vão ao mercado e descobrem o lado mais perverso do “capitalismo medieval” ao comprar maçãs, enquanto Zuko procura por lugares em que possa aprender magia. Descobre apenas sobre uma tal Madame Bouvar mas não onde ela mora. Nasus procura algum templo do Grande Deus Hilanda Dos Mares E Do Comércio antes mesmo de procurar algum templo de seu deus Seth (clap.. clap.. clap..). E não acha nenhum dos dois. Retorna à taverna mais uma vez. Baldur tenta pedir uma audiência com o Administrador, mas tudo oq consegue é criar mais uma lenda urbana envolvendo fantasmas. Coringa fez o que sabe fazer de melhor quando não está em combate: brotar nos cantos sem ser chamado.
As bruxas e Zuko continuam seu passeio pela cidade e descobrem uma taverna-estalagem numa parte mais nobre (além de mais informações sobre as minas, os prisioneiros e essas coisas essencialmente irrelevantes mas que se não prestarem a devida atenção, mandam a missão pras cucuias). Todos se reúnem de volta neste local à noite, e acabam descobrindo (aí mesmo ou no caminho) que um certo meio-orc chamado Ruus, braço direito do Administrador, é quem realmente manda nessas bandas…
No dia seguinte, Baldur é procurado por guardas e vai até a delegacia onde Rudolph está preso para pagar-lhe a fiança. Umas verdades jogadas na cara e um papo com o delegado depois, a fiança é paga mas ele não é solto na hora, por motivos de segurança (de quem? Quem sabe?). O restante do grupo se prepara para a viagem ainda na estalagem quando ele volta com as notícias direto do xilindró.

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Alderan, Episódio 6
Ataque Pirata

Coringa e Baldur revistam os corpos das bruxas antes dos marinheiros queimarem. O primeiro encontra 3 bolsas de componentes materiais (a prova d’água!) e o segundo encontra uma adaga que Nasus, o paladino, descobre ser maligna-do-mal-pra-se-feder. Coringa também entra em coma devido à maldição das bruxas, mas graças à sua constituição física (e sorte dos carilhos) consegue se recuperar, bem como o clérigo. Dias de viagem se passam e eventualmente Wyrd e Nasus se conhecem – aquela pontinha de suspeita no ar quando o paladino come a maçã da bruxa (e não acontece nada)… Sua irmã Elise é presa novamente, acusada de ter feito churrasco de marinheiro, mas acaba por ficar quieta na sua cela o tempo todo da viagem.
Entre conversas irrelevantes (ou não), Wyrd revela à maguinha-NPC-insignificante que realmente era do Bosque de Benir, e esta consegue sua ajuda pra voltar lá pro bosque e recuperar o cajado de seu mestre. Mithrandina também alerta sobre os poderes da adaga-maligna-do-mal-pra-se-feder, e o paladino resolve se livrar dela jogando-a no mar.
Por volta do sexto dia, o navio é atacado por piratas. 30 deles contra 20 marujos, o capitão e os PJs presentes na sessão. Porrada vai, porrada vem, sono vai, sono vem, coups de grace vai, coups de grace vem… Baldur heroicamente salva o paladino se ser afundado como uma pedra ao ser agarrado por um pirata, usando sua incrível e poderosa magia de… Pasmar. Coringa e seu incrível oportunismo (e incrível azar do mestre) despacha alguns inimigos. Wyrd, com seus enxames de aranhas e adagas-flutuantes-que-flanqueiam-automaticamente-e-dão-furtivo, despacha muitos inimigos. Nasus, após ser salvo por Baldur, parte pra cima de todos os piratas junto com Coringa e o capitão. Os marinheiros caem um a um, e no fim restam eles, Wyrd e mais 15 piratas.
Enquanto isso, Baldur passa para o navio pirata, invisível. Invade a sala dos canhões e resolve explodir a pólvora lá existente. Leva menos tempo que o previsto para preparar tudo e tempo mais do que suficiente pra sair em segurança (dados fdp!). O combate fora revertido no navio mercante, e o capitão pirata estava prestes a resolver a situação pessoalmente. Estava. Wyrd tratou de coloca-lo para dormir. Na prancha. Baldur fez o mesmo assim que saiu e avistou a “comitiva” do capitão pirata. Os piratas sobreviventes tentaram bater em retirada. Tentaram. O navio explodiu na frente deles. Tiveram de fugir nadando.
Por fim, Nasus curou os marinheiros que sobreviveram. O navio se encontra agora altamente avariado, com quatro furos de tiros de canhão, mas ainda assim com marinheiros suficientes para chegar ao porto de Valencia.

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Alderan, Episódio 5
O Empurrãozinho

Enrolação na despensa da Igreja-do-Grande-Deus-dos-Mares-e-do-Comércio-Hilanda. O colaborador-guia (tio Rudolph) se apresenta aos integrantes da missão. Contas não-pagas e narizes esquisitos depois, todos se reúnem ao meio-dia no porto (incluindo a não-maguinha NPC irrelevante) e zarpam rumo à cidade de Valencia. Sete dias e sete noites de viagem previstos, e logo na primeira das noites o navio é abordado por… zumbis!
Mas antes disso… Elise (levemente enjoada do balanço monótono do Enorme navio, mas mesmo assim se recusando a tomar o remédio de excelentíssima qualidade, preparado e oferecido pela sua “irmã” Wyrd) e seu senso de companheirismo altruístico fazem com que o bardo Baldur (que tentava ensiná-la a não vomitar no maldito convés na ocasião) aprenda de forma compulsória a nadar e escalar em cordas – além de tomar o banho da semana. Os marinheiros não gostaram muito do que viram, e levaram a mulher esquisita com chifres para a cela, no fundo do navio. Permaneceu lá até o ataque dos zumbis acontecer.
Zuko, Baldur e Wyrd (mais os marujos que estavam no convés) se veem cercados por uma névoa sobrenatural. O bardo pede arrego e recua pra entrada dos andares inferiores, de onde surgem o capitão do navio e o tio Rudolph. Zuko e Wyrd combatem juntos o grupo de zumbis que os ameaçam. Baldur leva o colaborador da Igreja-do-Grande-blablablá-vc-sabem-de-quem-eu-tou-falando para a popa do navio, onde descobrem as três bruxas-do-mar que controlavam os zumbis. Tio Rudolph parte pra cima delas e cai na rodada seguinte, em coma.
Enquanto isso, Elise consegue se libertar usando suas magias chocantes e desnecessárias (não necessariamente nessa ordem) no único guarda que a vigiava e abre caminho entre zumbis e marinheiros para o convés. Trucidando todos (os ZUMBIS!!), o paladino Nasus e o ladino Coringa se juntam ao grupo, que finalmente confronta as temíveis criaturas num confronto árduo e letal… pra elas.
No fim, sobraram corpos e mais corpos, de marujos a zumbis, um colaborador em coma, um ladino incapacitado e três bruxas-do-mar a menos no mundo.
Hans desapareceu misteriosamente após este ataque.

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Alderan, Episódio 4
A Dança da Primeira Treta

Elise passa o dia/parte-da-noite procurando sua colega de bruxarias, sem sucesso. No fim, acaba indo pra taverna. Baldur faz o que faz de melhor: esnobar um nobre em sua própria casa. Com isso, consegue descobrir onde uma certa barda se encontra, e vai até a taverna do porto. Zuko conhece o mago-sem-nome-dono-do-clubinho-de-magia-de-Misk, que (não tão) misteriosamente já o conhece e fala sobre o paradeiro do seu pai e sobre o tal mago que perdeu um cajado (supostamente) de grande poder no bosque, (supostamente) para os elfos de Anadyr. Em seguida, vai à taverna.
A igreja de Seth manda Nasus e Hans, dois de seus melhores combatentes, para recuperar uma relíquia das Montanhas Atrozes, e os instrui a seguir a Misk para ir de navio com escala em Valencia. Um acordo com a Poderosa Igreja do Grande Hilanda, Deus dos Mares e do Comércio, selado entre o alto-sacerdote Edir e o paladino, garantiu passagens de ida e volta de grátis. O paladino fica no templo, mas Hans vai pra taverna.
Coringa colhe informações pela cidade, e vai pra taverna. Baldur conversa com Aldina, a barda a quem procurava, e vai resolver assuntos pessoais com ela no templo. Zuko bêbado dança pelado, Hans acha ruim e o troca-tapas (na verdade magias e lâminas) começa. Taverneiro entra em fúria e termina com a briga. Coringa leva Zuko pro templo. Elise tenta levar Hans (pro inferno), mas a maguinha NPC aparece pra “ajudar”. Todos voltam ao templo. Os feridos são tratados, e todos voltam aos seus quartos.

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Alderan, Episódio 3
A Dívida com a Igreja

O “Grupo de caçadores de mitos” enfrenta um monstro uivante (não, não outro lobisomem) conhecido como Howler (ooohhh, sério?), Coringa sai muito ferido e inconsciente, os outros tem ferimentos de leves a moderados. Encontram a fazenda onde as bruxas estão com a NPC doentinha no estábulo, e o casal de fazendeiros despacham todos para a estrada até Misk.
Encontram um grupo de cavaleiros perseguindo outro cavaleiro (wtf?!), o bardo finalmente se transforma em lobisomem (devidamente amarrado pelo Coringa e chicoteado pela bruxa-tiefling). Chegam a Misk e encontram o Grande Templo de Hilanda. Em troca de curar a guria-NPC e o bardo, o bispo-chefe os manda em uma missão para libertar um “colaborador” da Igreja preso injustamente nas minas de Valencia.
Enquanto não partem para missão ou recebem informações adicionais de outro “colaborador”, indicado pelo bispo, PJs tratam de assuntos pessoais/se preparam/se divertem na cidade.

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Alderan, Episódio 2
O Lobisomem de Força 6

O grupo formado pelo bardo velho descobre que a suposta licantropa na verdade não é licantropa – mas isso não impede ninguém de apagar a coitada a coronhadas, é claro. mais adiante, descobrem o rastro do verdadeiro lobisomem, o seguem e o matam, mas não antes dele morder o bardo e este falhar na fortitude (não sei o que pode ser mais ridículo, um lobisomem morrer pra um maldito gnomo ou outro lobisomem ter nascido de um bardo com força 6… mas…).
Zueras a parte na vila, o grupo decide ir a Misk pq a chance de achar clérigos que podem remover maldição é bem maior. Uma viagem de duas semanas, no máximo. E sim, esse tbm é o tempo até a próxima lua cheia. Quanto à mulher não-licantropa, ela foi levada sob custódia pela milícia de Dyll.

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Alderan, Episódio 1
Caçadores de Mitos

Um bardo velho e entediado chamado Baldur Theo resolve encher o saco da milícia mais próxima em Dyll e arrasta um ladino com alguns problemas de personalidade conhecido como Coringa e um gnomo com crise de identidade (pois acha que é um anão e que faz parte do elenco de Avatar: A Lenda de Aang) chamado Zuko pra caçar mitos e lendas nos arrabaldes da civilização – ou seja, nas fazendas ao sul de Dyll – que descobriram tardiamente ter Redução de Dano só passável por prata alquímica.
Enquanto isso, duas bruxas, uma gatinha chamada Wyrd e uma diabinha chamada Elise, descobrem o valor de serem salvas por uma terceira pessoa – uma maguinha chamada Mithrandina – a qual caiu doente de febre – pois é claro, não se deve comer carne estragada, mesmo que seja das suas rações de viagem.

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