Aldard - A Sexta Era

Alderan, Episódio 40-A
O Gnomo, a Gata e seus Cem Gatinhos

Zuko decide viajar para o norte antes de partir para o grande deserto a fim de saber o que a gata-bruxa Wyrd queria ao tentar contato com eles muitos dias atrás, no templo de Nerull. Subindo o rio Lilken em montaria fantasmagórica, o gnomo, Selene, Caine e seu tigre de estimação encontram nada além de vilas de pescadores, abandonadas ou não. Até que numa noite em que todos dormiam em acampamento recém montado, um homem aleatório é atacado pelo felino do druida, mas não demonstra nenhuma hostilidade – na verdade, o bichano acaba por se afeiçoar ao estranho – e, como o sujeito não é muito de falar e aparenta estar perdido, o druida decide consultar Zuko, semiadormecido e de mau-humor por ser constantemente acordado no meio da noite, se o homem pode se juntar ao grupo. O gnomo concorda e se vira para o outro lado, roncando. Na manhã seguinte, o grupo retoma a viagem, que termina poucos dias depois na própria cidade de Lilken, um pedaço decadente e malcheiroso de mundo. Suas grandiosas construções de outrora deterioram a olhos vistos, mas suas muralhas continuam firmes. Zuko passa por um de seus portões abertos, apesar de já ter anoitecido. Descobre o motivo em seguida ao ver a tropa em formação marchando para fora da cidade. Algumas ruas depois, o gnomo encontra um guarda e pergunta se havia algum povo-gato na cidade ou próxima a ela, e o homem o informa gentilmente onde encontrá-los.
Do outro lado do rio, Wyrd mais uma vez cuida do acampamento de sua tribo enquanto ouve as repetidas queixas de todos representadas na voz do ancião catfolk. O comportamento “estranho” de vários membros da tribo, somado a outros motivos que não lhe cheiravam muito bem, a fez decidir por acampar do lado de fora das muralhas – mais especificamente do outro lado do rio. Estava em um momento ocioso quando o velho a avisou sobre a esperada visita do gnomo. A bruxa-gto soube controlar suas emoções metodicamente ao vê-lo, mas Zuko não se conteve ao correr para abraçá-la. Houve uma longa conversa a partir de então, e ambos se colocaram a par das situações de seus respectivos ex-grupos e de seus rumos a partir de então. Zuko tenta convencer a bruxa-gato a acompanhá-lo em sua quest, mas Wyrd recusa devido à sua responsabilidade com seu povo. No entanto, combinaram de reencontrar-se algum tempo depois, quando ela tivesse resolvido o problema da tribo. Então, Wyrd providencia um semiplano confortável para o grupo do gnomo passar a noite, e retorna aos seus afazeres. Dentro deste semiplano, Zuko percebe uma anomalia no “céu”, como se estivesse sendo rasgado, revelando um outro céu… algo que Selene, ao ver, apavora-se de imediato. Seu conhecimento diz que o semiplano pode acabar sendo de fato “rasgado” e que seu conteúdo pode cair no errático Plano Astral. Motivo pelo qual ela e o homem estranho saem correndo para fora quando Wyrd reabre o semiplano. Embora soubesse de tudo isso, Selene pouco diz a respeito e Wyrd considera aquilo como algo comum, uma vez que não houve nenhuma vítima desde que ela aprendeu a conjurar o semiplano. Pro fim, ambos saem para fazer as compras na cidade de Lilken: Zuko arranja suprimentos e roupas novas, enquanto Wyrd providencia tanto suprimentos quanto transporte para sua tribo. Ambos patem para missões diferentes, cujos caminhos prometem cruzar-se mais uma vez um dia.

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Alderan, Episódio 39
A Calmaria Antes da Tempestade

O Coringa e suas duas parceiras ( ͡° ͜ʖ ͡°) enfrentam o mau tempo de começo de inverno nas planícies a oeste de Garnos, e encontram uma fazenda abandonada. Percebendo perigo, o próprio manda a ruiva investigar o estábulo e a paladina-mirim ficar entre os dois para dar suporte ao que precisar primeiro. Logo, o ladino encontra um espantalho, que o domina mentalmente e atrai um enxame de corvos para devorar sua próxima vítima. Felizmente, o Coringa resiste às primeiras bicadas e foge para dentro da casa junto com as duas mulheres, onde são encurralados tanto pelo espantalhe quanto pelos corvos. Graças à astúcia da ladina ruiva e à sua capacidade de virar alvo fácil por culpa do Coringa, eles conseguem neutralizar os corvos e destruir o espantalho, seguindo para Garnos logo depois que a chuva cessa. Dias depois, encontram uma cidade fechada e tanto Katarina quanto o Coringa conseguem entrar furtivamente, deixando a pobre paladina sob custódia da guarda da cidade.
Enquanto Zuko sai para procurar (inutilmente) por conhecimentos úteis para sua missão individual, Badur, Edir, Vayne, Selene, Asha-20-DV-e-Carisma-18, Caine-o-druida-AFK e quem mais esteve presente na sala do mapa dentro da Academia Arcana presencia a chegada de Sor Chockobo. Edir e Vayne informam-na sobre o ataque, e ela afirma que os reforços de Lilken já estão a caminho. Vayne decide que Nasus irá liderar o destacamento de 50 paladinos de Seth enquanto ela tentará se infiltrar pelas linhas inimigas para dar cabo do seu líder e, a pedido de Helveska, a Sor Chockobo, se dirige até o templo de Seth para buscar ajuda para os seus companheiros mortos.
Yasuo e sua senhora rabo-de-peixe acordam dos mortos pelas mãos do padre Thomas, o qual os atualiza sobre onde estão e o que está acontecendo na cidade. Vayne os leva até a presença daquela que os trouxe para a cidade em sua ave de batalha, dentro da Academia Arcana.
Elise acaba de acordar em seu confortável quarto de estalagem e vê o Coringa correr olhando para os lados e esbarrar na frente do novo templo de Seth e decide ir até ele. Saindo deste templo, ela também vê um homem de olhos puxados portando uma espada, uma mulher vestia em couro portando uma balestra e uma sereia serpenteando agilmente para acompanhar o passo dos outros dois. Ao ouvir o nome “Vayne”, finge que a cena não é com ela e sai à francesa. O Coringa é levado para a Academia e encontra-se com seus antigos companheiros de grupo que não via há muito, muito tempo: Baldur e Nasus. Reação emocional ao vê-los: nenhuma. Reação deles ao vê-lo: nenhuma. No momento seguinte após o Coringa transmitir seu relato, o jovem estagiário-porteiro informa que os nobres de Garnos requerem a presença dos representantes e responsáveis pela defesa da cidade. Edir se oferece, e vai junto com Baldur devidamente disfarçado.
Na assembleia, Edir confirma que a escolha sobre a sucessão deve ser feita logo depois de derrotada a ameaça dos mortos-vivos. No entanto, uma mulher conhecida por Baldur e Edir como “Branca” chega ao salão e exige, em tom de ameaça, que um suposto trato seja mantido. Edir também o ratifica, no mesmo tom de ameaça, e Baldur menciona o nome “Splendor” à moça em um tom casual, mas ela reage como se essa fosse uma ameaça de verdade.
Blair ordena à Clarissa que entregue uma mensagem aos líderes da cidade e ela a “invade” via teleporte, indo parar no quarto de taverna onde está Elise. A maguinha pede ajuda para localizar os tais líderes, e acaba sendo encontrada por Edir, a caminho da Academia Arcana. Ela desaparece e retorna a Blair sem cumprir sua missão enquanto Elise acompanha Edir para dentro da Academia.
Nasus reúne os paladinos e os comandantes das tropas de Garnos reúnem seus soldados e se dirigem ao portão Sul, de onde soou o alarme. Encontram Blair e o maridão na frente dos portões. Nasus toma a dianteira e fala em nome da cidade, mas não aceita os Termos e Condições impostos pela bruxa-lich, que ordena ao maridão a condução do cerco à cidade.
Zuko, após seguidas tentativas frustradas de investigação sobre magia antiga/relíquias sagradas/dragões/algo minimamente útil para sua quest decide partir junto com o druida-AFK e a senhorita instamob em uma busca maior do que um mero exército de mortos-vivos sangrentos flamejantes comandados por um lich fazendo cerco a uma cidade com poucas chances de resistir. Despede-se do bardo e inicia a jornada rumo ao Grande Leste Vermelho com seu novo grupo com um teleporte para longe das muralhas e dos mortos-vivos.

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Alderan, Episódio 38
Entrando no Inferno

Hans retorna das cavernas da antiga Lamar para o covil de Astarth após reunir todos os dois mil não-mortos que haviam na região. Pede ao arquidemônio ajuda para traze-los no menor tempo possível, e este concede-lhe um anel mágico para tal propósito mediante mais algumas assinaturas. Reunindo todos os não-mortos, o antipaladino os faz marchar pelas montanhas, onde após alguns dias ocorre um ataque de wyverns sobre seu “exército”. Ao tentar defendê-los, Hans acaba sendo envenenado pelos ferrões dos dois répteis voadores e é salvo pela sua serva succubus à beira da morte. Mais algumas assinaturas depois, ele recupera sua saúde e é levado de volta pela própria succubus de volta à marcha com os não-mortos.

  • Durante o caminho para a floresta ao sul, o grupo de druidas, lagarto, oráculo e orc é atacado por criaturas transdimensionais que aparentemente caçam e se alimentam de outras criaturas que se utilizam de meios transdimensionais de locomoção – como criaturas invocadas e teleportes. Cães de Tíndalos. Um longo combate, zilhões de crocodilos invocados e muita magia gasta, eles fogem mas um dos agressores é capturado e morto pelos jacarés e por Aurélio, o dinossauro pet da druida porn.
  • A halfling Julia questiona o porquê de tamanha movimentação de tropas indo para o sul e tenta convencer Helveska a descobrir o que está acontecendo antes de continuar a viagem até Latimeria. Uma vez que Garnos está muito mais perto, Sor Chockobo acata a decisão da halfling e, embora relutante pelos tentaculosos traumas dos quais se lembra terem ocorrido lá, Elise concorda em acompanhar o grupo. Viajam por mais alguns dias em direção à cidade, mas quando encontram uma vila ribeirinha abandonada com meia dúzia de estátuas de esqueletos humanos, o grupo pára. Tempo o suficiente para outros dois esqueletos de pedra brotarem do chão e os atacarem. Um duro combate contra eles acaba por deixar o espadachim-conjurador-estrangeiro e sua companheira escamosa dos mares mortos (NEEEEEEEEERRRRRRF!!), mas Elise consegue salvar Helveska, a halfling e o chockobo teleportando-os diretamente para Garnos, ainda voltando até lá para destruir as criaturas restantes e recolher os corpos dos companheiros mortos falecidos que acabaram de morrer. Tanto Elise quanto Sor Chockobo reconhecem as pessoas que acabaram de brotar no meio da rua em frente à grande construção – o velho, o gnomo que anda sempre com ele, o paladino e algumas mulheres desconhecidas. Veska decide ir antes a um templo, e encontra um destacamento de guerreiros de Seth indo em direção a um templo aparentemente novo do deus em Garnos. Lá, eles ouvem o sermão de um padre e entram no recinto, enquanto Hel pede ajuda ao clérigo para reviver os seus companheiros e fica sabendo que a Alta Inquisidora Vayne está na cidade (não necessariamente nessa ordem). Ele diz que não tem como ajudar no momento pois a igreja está sem recursos, e então Sor Chockobo decide ir falar com a inquisidora-mor na academia arcana. Enquanto isso, Elise, já devidamente disfarçada como uma plebeia qualquer, perambula pelas ruas desertas da cidade e pressente algo… ruim. Por algum motivo, ela sai correndo e gritando pelas ruas, até esbarrar num homem alto, vestido de preto, sorridente… e sem rosto. Ela tenta inutilmente congelar seus ossos, e o monstro a agarra quando tenta fugir. Evidentemente a contragosto, a criatura transmite uma breve mensagem do seu mestre à bruxa traumatizada, relembrando-a de sua “missão”, e a deixa ir. Em pânico e sentindo-o próximo a cada esquina, ela finalmente encontra um guarda da cidade, que a leva a uma estalagem e a deixa aos cuidados de um velho estalajadeiro.
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Alderan, Episódio 37-A
Deixando o Paraíso

Baldur Theo (que não é mais Baldur nem Theo) designa Nasus e Caine para fazer companhia à cidade das amazonas junto com seu novo amigo mercenário do oriente Hirayoshi, sob a condição de levá-los de volta quando retornar com outros homens com a mesma saúde e porte deles. Ainda em negociações com a rainha, o bardo pede alguma ajuda extra sob a promessa de livrar a cidade da maldição e até mesmo de achar as supostas outras relíquias para reviver outra das deusas antigas. Enquanto isso, Zuko tenta ativar a que está em seu poder dentro dos aposentos reservados a ele, sem sucesso. Selene, a meio-aberração-instamob, percebe movimentação do lado de fora do castelo. Ela avista em seguida a androesfinge Nerull pousando no grande pátio. Guardas correm alvoroçadas pelo castelo, duas delas avisando a rainha da chegada do monstro. O burburinho atrai a atenção de Zuko, e logo estão todos do lado de fora. Baldur se adianta e conversa com Nerull sobre o motivo da “visita”, e este avisa sobre outra visita inusitada: a bruxa-gato esteve procurando um lugar seguro para seu povo, tendo ido até seu templo para pedir-lhe conselhos. Além disso, haviam assuntos a serem tratados com a rainha das amazonas (devidamente mal-interpretados pelos forasteiros, é claro). Quando Nerull pergunta sobre o motivo das amazonas não mais terem visitado o templo e a rainha tenta se explicar culpando o mau-tempo, Baldur intervém explicando que podem haver criaturas poderosas por trás das mudanças bruscas no clima da região, convencendo a androesfinge a resolver o problema se quiser ter as amazonas de volta à sua casa. Zuko se retira discretamente para o templo das adeptas, e Baldur pede novamente uma pequena ajuda da rainha, sob a forma de aliadas. Ela designa sua própria filha, chamada Asha, para acompanhá-los. A moça reluta mas acaba concordando com os argumentos do bardo, afinal. Zuko chama a jovem adepta que conheceu no dia anterior para uma conversa particular ( ͡° ͜ʖ ͡°) e vão para os aposentos do gnomo em seguida ( ͡° ͜ʖ ͡°). Ele pergunta sobre o que as sábias decidiram, e a jovem responde que todas gostariam de partir em busca de respostas mas não podem deixar a cidade. Zuko então mostra sua relíquia pra ela ( ͡° ͜ʖ ͡°) e revela que pretende ir atrás da única pessoa que sabe como utilizar magia antiga para ativa-la e que o druida que veio com seu grupo é um aprendiz dela. A adepta acaba se convencendo de que será uma boa ideia te-lo por algum tempo ( ͡° ͜ʖ ͡°) para que possam saber mais sobre essa pessoa, mas Zuko diz que eles partirão logo. Mesmo assim, a adepta agradece e volt aos seus afazeres. Enquanto isso, Hirayoshi aproveita o tempo livre para continuar estudando as peculiaridades da cultura local, apenas observando as construções e casas da cidade. Retorna na hora em que todos sepreparam para voltar a Misk e se despede do grupo, que se teleporta via gnomo sem os irmãos que o bardo veio resgatar. (Asha comete o erro de tocar no gnomo e acaba tomando um choque violento durante o ato). Ao notar o equívoco, já na frente do templo do Grande-Deus-Hilanda-do-Comércio-e-dos-mares, Baldur tem a ideia de já mandar os “homens prometidos” de volta, mas antes disso todos notam a grande quantidade de elfos e elfas em meio às pessoas da cidade. O bardo ainda é interceptado pela senhora sua mulher barda Aldina, que o chama para um particular depois de vê-lo na companhia de duas outras mulheres. Zuko decide explorar o templo, estranhamente vazio para a hora do dia em que chegaram, e encontra o jovem acólito que os acolheram da primeira vez que chegaram ao templo. Ele revela que todos esses elfos vieram de navio da cidade destruída deles, e que há um exército de mortos-vivos marchando em direção a Garnos, onde Edir e Vayne supostamente já estão. Baldur recebe essas mesmas notícias de Aldina, bem como a de que há um exército de Lilken está vindo do norte também em direção a Garnos, e mais a de que ele será pai de um menino chamado Devan. Em seguida, ele sai à procura dos homens prometidos à rainha das amazonas com Asha, e depois dela quebrar alguns queixos durante a seleção, retornam com um cantor e um elfo. Zuko os leva junto com Selene de volta ao caminho para a cidade das amazonas (que é protegida magicamente contra invasores com teleporte). Baldur corre até o templo de Seth, onde encontra o padre Thomas e pede que mande mensagens urgentes a Edir informando sobre o resgate dos dois irmãos Luthgar, e mais uma destinada à reitora da Academia Arcana de Garnos, chamada Annad, que logo aparece à sua frente. Catando mais dois distintos felizardos para servir às amazonas ( ͡° ͜ʖ ͡°), eles e Asha voltam ao caminho para a cidade. Enquanto isso, Hirayoshi começa a desempenhar seu papel de convidado de honra no templo dedicado à deusa do amor e da fertilidade, mas no fim do dia é intimado a comparecer à presença da rainha. Baldur encontra Zuko resmungando do lado de fora junto com os dois primeiros sortudos aleatórios, e logo pede para ser levado até à rainha. Todos se reúnem no salão do trono, e a rainha deleita-se com a palavra cumprida pelo nobre bardo, liberando Nasus e Caine para seguirem com o grupo. Ao ouvir sobre o que está acontecendo nas terras de lá, Hirayoshi toma a decisão mais importante de sua vida: ficar e conhecer mais profundamente ( ͡° ͜ʖ ͡°) a cultura das amazonas. Então, o restante do grupo teleporta até Garnos, na frente da Academia Arcana. Annad os leva até a presença de Vayne e Edir, debruçados sobre um grande mapa numa grande mesa de um grande salão no final de um grande corredor. Edir revela que os exércitos de Lilken foram convocados por uma pretendente ao trono chamada Branca, a qual supostamente pretende usa-los para defender a cidade, embora estejam ainda a alguns dias de viagem e a ameaça dos esqueletos já seja iminente. Revela também que a ordem de paladinos de Seth e parte do clero de Hilanda também veio para auxiliar nas defesas da cidade, mas a dúvida que ainda paira é sobre o grande exército que vem descendo de Lilken e seu verdadeiro propósito.

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Alderan, Episódio 37-B
Continue a Andar

John Hard, o gárgula abissal, se recupera do incidente com os golens de adamante e no dia seguinte, acompanha Clarissa numa pequena missão de contatar a bruxa-lich Blair. Ao teleportarem para Anadyr, logo notam que não há ninguém na cidade e voltam até o QG do grande capitoto dos contratos, informando-o da stuação. Este os despacha mais uma vez em busca de Blair, e após alguns dias de viagem no caminho entre Misk e Anadyr (e um massacre de gnolls inocentes entre eles), finalmente encontram o enorme exército de mortos-vivos em chamas e sua comandante. Eles a convencem a mudar sua marcha para Garnos em vez de Misk, conforme as ordens do grande capiroto, e a levam até ele. Discutem os termos e condições do ataque, e quando Blair pergunta sobre o comando da operação, Astarth revela que ela trabalhará em conjunto com… o General Landar e seu exército élfico. A bruxa se mostra relutante em seguir com a aliança, mas acaba por aceita-la. Enquanto isso, o pedroso escuta a conversa do lado de fora e é pego pela succubus-serva-do-antipaladino, sendo severamente punido na cama mais próxima. Após a conversa amistosa com o grande capiroto e o general, Blair livra-o sutilmente de seu martírio invocando uma Erinyes especialmente para chutar a succubus de cima dele. E então ambos partem junto com a maguinha de volta para o exército de mortos-vivos.

  • Wyrd viaja com seu povo-gato pelas planícies entre Lilken e Misk, ao norte do rio Lilken e por sorte não enfrenta incidentes no caminho. Em dada noite, tem a ideia de voltar ao lugar onde um dia encontrou Nerull junto com os outros aventureiros com quem viajou por aquelas montanhas, e facilmente encontra o templo da androesfinge, sob o mau tempo nevado da região. Como a criatura não estava lá quando chegou, acabou por deixar uma mensagem escrita dentro do recinto, avisando que retornaria na próxima noite. Nerull a esperava quando retornou ao templo, e sem demora questionou a androesfinge sobre diversos assuntos de seu interesse central: levar sua tribo para algum lugar seguro. Entre outras coisas, Nerull revelou a localização dos outros aventureiros e com quem estaria o artefato recuperado das ruínas. Não querendo arriscar diante do terrível clima das montanhas, ela pede-lhe que os avisem que estaria indo em direção a Lilken com toda a sua tribo.
  • Elise e seu pequeno grupo de aventureiros segue em sua jornada rumo a Latimeria quando avistam um enorme acampamento de soldados. Alguns cavaleiros vêm ao encontro deles, portando estandartes com um símbolo conhecido por Helveska como sendo de uma das casas nobres de Lilken: duas torres separadas por uma ponte. Segundo os cavaleiros que os abordaram, estão seguindo para Garnos a fim de dar apoio a uma das cassas nobres que reivindicaram o trono, e que a Ordem da Rosa Azul falhou em conseguir um acordo entre os nobres. A Sor Choccobo questiona algo mais, ao passo que o líder dos cavaleiros retruca que ela deve voltar para casa e que “agora este é um trabalho para homens”. Devidamente ofendido, o grupo (composto por cinco mulheres e um homem) segue viagem e já na noite do dia seguinte encontram um dragonado – na verdade, ele os encontra – voando sobre o acampamento do pequeno grupo de viajantes. Em dracônico, a criatura fala que está faminta, e Elise prepara um cozido especial para ele com a carne que ahviam comprado da vila dos goblins dias atrás, salvando o grupo de um ataque. A viagem prossegue, mas não sem percalços: na tarde seguinte os viajantes são atacados por um grupo de lagartos gigantes, que estavam devorando uma carcaça quando perceberam a aproximação do grupo. Com as criaturas atacando as montarias, o guerreiro estrangeiro Yasuo, a sereia pugilista Awa, Sor Choccobo e Elise revidam. A bruxa afasta-os com esferas flamejantes enquanto cura sua montaria das mordidas dos lagartos; Sor Choccobo investe com sua lança do alto de seu pássaro gigante sobre vários deles; a sereia usa seus golpes rápidos e sua agilidade surpreendente para uma magikarp em terra para derrota-los com os próprios punhos; e o estrangeiro Yasuo revela seus poderes arcanos e sua perícia com a espada para finalizar os restantes.
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Alderan, Episódio 36-A
Sobre Mulheres e Camas de Pedra

A neve cobria lentamente o caminho até o lar das amazonas quando repentinamente começara a cair granizo sobre o grupo inteiro, aparentemente obra de uma espécie de lobisomem-xamã bem à frente deles, o qual trazia seus companheiros lobos-da-neve. Estes atacaram o grupo de imediato enquanto o xamã se desvanecia em névoa, fazendo as montarias caírem junto com seus cavaleiros. Sem opção, todos combateram as ameaças, com Baldur criando uma barreira sonora contra as pedras de gelo que caíam sobre eles e causando algum dano nos lobos. O jovem estrangeiro e mercenário chamado Hirayoshi, depois de ser mordido, derrubado e tomar umas pedradas de granizo (na ordem inversa) acaba se ferindo ao atravessar a barreira e quase morre. A meio-monstro-instamob Selene também é atacada e digivolve no meio do combate para uma forma imune a frio e fogo. E então, Zuko conjura sua purpurina cegante contra o xamã e desintegra os lobos-da-neve com um bem-dado sopro de fogo azul. A névoa em que o xamã-lobisomem se transformou termina por voar mais rápido que o vento depois de tamanha demonstração de poder. Um dia e uma noite de viagem (e uma dolorosa despedida a Adamastor, o fiel corcel de Hirayoshi, ferido em combate), os heróis são recebidos por um grupo de amazonas montadas em grifos, num dia particularmente limpo e claro. A capitã Hilda apresenta-se diante de todos e após curta conversa com o bardo, o único que entende a língua oficial delas – o idioma Gigante -, elas os guiam até a cidadela. Baldur, de carona no próprio grifo da capitã, chega primeiro ao pátio que leva ao palácio real, que assim como quase toda a cidade, foi esculpido nas próprias montanhas. Com dificuldade, e atraindo a atenção de toda a cidade, os demais integrantes do grupo também chegam até o local. São recebidos pela própria rainha das amazonas, uma senhora de cabelos brancos e de certa idade, a qual pergunta suas motivações de terem chegado de tão longe. Ao ouvir Baldur dizer de onde veio e perceber algo de familiar no gnomo, a rainha decide levar o bardo até os seus consortes, dois homens magros aparentando tanta idade quanto ela própria nos aposentos acima. Ao conversar com os dois senhores, Baldur descobre diversas explicações para encaixar o quebra-cabeça de eventos de seu passado e oferece a ambos a chance de voltar a Garnos, mas a rainha permite apenas que eles partam se dois dos integrantes do grupo ficarem na cidade. Ela dá o tempo que for necessário a eles para que tomem a decisão. E eles, é claro, aproveitam. Todos, com exceção do bardo, acabam por conhecer as fontes termais do palácio, onde as mulheres se banham, e logo depois desse relaxante banho, Hirayoshi sai para “conhecer os costumes” dessa cidade tão exótica, que dizem ter apenas mulheres como habitantes. O melhor lugar para isso, é claro, é uma taverna. Acompanhado por duas guardas reais, ele adentra o recinto, bebe umas e outras junto com elas já bastante tonto, é levado para os quartos acima pelas duas. Ambas o jogam na cama e a partir de então, o jovem mercenãrio não se lembra mais de nada. Zuko demanda conversar com alguma sábia, para descobrir mais sobre dragões e palavras de poder – e acaba descobrindo. por meio da acólita que o atendeu, que há uma sociedade secreta entre elas a qual mantém a tradição da Magia Antiga, mas nenhum membro de fora da sociedade pode aprender a usá-la. Além disso, ele alerta sobre a volta de Alduin, e isso alarma fortemente a aprendiz. Depois desta sair correndo com as notícias dadas pelo gnomo, o próprio sai para também conhecer as tavernas locais. Baldur também sai do palácio para tocar na taverna, e logo encontra o gnomo bêbado, mas o ignora, indo tocar com a barda local. Revoltado em ouvir a voz de Baldur, Zuko joga sua caneca na direção dele mas acerta a pobre barda. Uma pequena confusão se segue, mas o bardo consegue contorná-la com os efeitos de sua música. No fim da noite, Zuko acaba desacordado sobre o balcão e a barda leva Baldur até os quartos acima. Ela joga-o na cama e essa é também a última coisa da qual ele se lembra dessa noite. No dia seguinte, todos acordam com dores-de-cabeça fortíssimas (exceto Selene, que permaneceu em seus aposentos quieta e bem-comportada) e retornam para o palácio real. São recebidos pela capitã, a quem Zuko demanda que voem para caçar alguma coisa. Hilda prontamente nega seu pedido alegando que é arriscado caçar em meio à nevasca que está por cair. Irritado, Zuko não cede e apesar dos apelos da acólita que acabara de chegar ao pátio, encara ameaçadoramente a capitã. Ela devolve apontando a lança para ele, chamando-o de meio-homem. A ira de Zuko o faz atacá-la, e os dois acabam lutando no pátio. O gnomo é espancado pela capitã e estaria morto ao fim do segundo turno se Selene não tivesse conjurado um buraco estilo ACME sob os pés da capitã na hora exata em que ela o empalaria. Irritada, a capitã vai embora. Zuko, mais irritado ainda, ameaça Selene mesmo depois dela ter-lhe salvado a vida.

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Alderan, Episódio 36-B
O Grande Êxodo

Ao nascer do novo dia, o pequeno grupo de viajantes desperta e prepara magias/ora aos deuses e arruma-se para prosseguir viagem depois de uma noite passada aos pés das paliçadas que protegem a vila costeira onde viviam (no caso do mago)/chegaram pelo mar (no caso dos demais). Servindo de guia, o mago conduziu o bando através de uma trilha pelos descampados além-vila, e ao chegar a noite, já numa área de mata esparsa, decidem acampar. Uma das druidas decide “aliviar-se” com um banho num riacho próximo, logo seguida pelas outras duas. No fim das contas, ambas terminaram “aliviadas” pela primeira. Logo em seguida, o meio-orc conjura um farto banquete com gosto de papelão molhado, mas enquanto uma das druidas voltava para o acampamento e providenciava temperos para a refeição, o grupo é atacado por uma dezena de javalis pequenos e três grandes. Apesar das conjurações, invocações, transformações em dinossauro, ataques de Aurélio, o alossauro de estimação da druida, e buffs da jovem oráculo, o grupo vinha sofrendo com os ataques furiosos dos animais, até que um caçador surgiu das sombras da mata e ajudou-os a abater os javalis. Celebrando a grande quantidade de bacon e torresmo que os deuses lhes providenciaram, o caçador e as pessoas do outro grupo finalmente puderam se apresentar, embora o costume das moças de andarem nuas como no dia de seus nomes o deixasse… inquieto.

  • Hans e sua serva succubus preparam-se para a missão do dia seguinte, e acabam levando a noite toda para tal. Na manhã seguinte, John Hard, o pedroso-gárgula-meio-abissal, também recebe a visita da serva succubus de Hans, e a “ajuda” como Hans a ajudou na noite anterior. Hans pede um arco longo reforçado ao seu boss Astarth, e ele manda que tragam alguns… junto com seus donos elfos. Uma grande quantidade de soldados está do lado de fora do templo de Benir, John Hard percebe, e vinte deles adentram o templo sob as ordens do sumo-sacerdote. Este entrega o arco de um deles a Hans, que após convocar a maguinha-ks, ordena ao grupo composto ainda pela sua serva succubus e o pedroso-gárgula-meio-abissal para teleportarem até Lamar por emio de um pergaminho previamente fornecido pelo sumo-capiroto. Ao chegarem na dita-cuja cidade, Hans percebe a devastação em que tudo se encontra. Adentrando os túneis que levam à cidade e às minas subterrâneas, ele encontra as criaturas que um dia foram pessoas vagando pelos corredores e túneis. Reúne tantos quanto pode numa antecâmara logo abaixo da cidadela na superfície e retoma a busca pelas pedras-de-alma a que veio buscar. Alguns andares abaixo, descobre por meio da succubus que elas estão guardadas por meia dúzia de… golens de adamante. Ordena que ela e a maguinha-ks desçam e tentem pegar uma dessas pedras sem que os golens as detectem, mas sua estratégia falha enquanto a maguinha acaba encurralada pelos construtos. Tentando distrair as criaturas, John Hard acaba quebrando algumas pedras suas com uma única pancada de um dos golens, e recua. Hans e a succubus distraem os golens por tempo suficiente para que a maguinha conjure proteções para si e sem eguida fogem escada acima. A própria Clarissa sobe as escadas voando, mas muito ferida, após forçar passagem pelos golens. O grupo retorna para a antecâmara na superfície, onde Hans decide reunir mais dos seres pálidos e sem alma pelos corredores e túneis dos arredores… por alguns dias.
  • É manhã em Misk quando Julia e sua amiga loira meio cigana adentram a taverna do cais e encontra duas figuras exóticas – um humano de aparência bastante diferente do habitual, com olhos puxados e vestes exóticas portando uma fina espada embainhada, e uma sereia. Esta acha interessante uma criança humana já começar a beber vinho desde cedo, ao passo que a halfling explica de forma não muito calma que ela é de uma raça diferente. Elise aparece em seguida, e depois de alguma conversa acabam convencendo a sereia e o homem a se juntarem ao grupo. Então a halfling lembra-se de convocar Sor Choccobo para juntar-se a eles e logo todos partem da cidade, logo antes da chegada de várias embarcações nesse mesmo porto…
  • Wyrd leva sua tribo até Misk, levando bastante tempo para chegar até lá e logo percebendo a grande quantidade de navios atracados no porto da cidade. É recebida por uma dezena de cavaleiros nos portões, que informam não haver mais lugar para refugiados na cidade desde que os elfos chegaram – na verdade, a maioria era elfas e crianças. Afirmando terem pressa em partir, Wyrd convence os guardas a deixá-los entrar. A bruxa-gata procura por mantimentos e também por montarias, carroças e transporte, mas só encontra as oficinas de montagem apinhadas de trabalhadores mas nenhum veículo pronto. Segundo o dono da oficina, até mesmo os cavalos estão em falta. Durante a conversa com o homem, Wyrd percebe um princípio de confusão no final do grande grupo de catfolk, onde alguns membros de sua tribo estavam hostilizando uma jovem elfa. A bruxa, junto com os cavaleiros da guarda da cidade, apaziguam os ânimos, e logo em seguida, o sacerdote da igreja do Grande-Deus-Hilanda-do-Comércio-e-dos-Mares Edir dá o ar de sua graça, tentando convencer a bruxa a fazer seus catfolk trabalharem no mar para obter provisões para sua viagem, sem sucesso. Wyrd decide sair da cidade, sem suprimentos e sem transporte, por achar ser impossível fazer seu povo conviver com os elfos na mesma cidade.
  • Após estudar e se preparar por duas longas semanas, Blair finalmente consegue completar o ritual profano que a transforma num lich, e põe seu vasto exército de mortos vivos para marchar… mas não sabe para onde. Aparentemente, sua memória foi de alguma forma afetada pelo ritual, e supostamente, a bruxa-ex-meio-orc-agora-morta-viva está indo para o norte, na direção de… Misk.
  • Durante dias, Elise guia o grupo de aventureiros pelas planícies a oeste de Misk, até que encontram um pequeno vilarejo de goblins. Estão no meio de algum tipo de festa, com uma grande fogueira acesa e bastante carne sendo assada nos espetos sobre ela. O homem da espada e a sereia logo veem que uma dessas carnes é na verdade a perna de um ser humanoide, o que faz o homem sacar sua espada. Os ânimos se exaltam, mas o chefe da tribo afirma que aquela é a perna de um orc morto por eles. Elise negocia algumas das carnes nos espetos por moedas de prata, e leva grandes pedaços para as provisões da viagem. Seguindo por mais alguns dias, eles encontram montanhas solitárias na paisagem a sudoeste… e mais algo potencialmente perigoso à frente.
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Alderan, Episódio 35-A
O Caminho Gigante

Baldur convence o restante de seu pequeno grupo a seguir de volta até a dita cidade das amazonas, ao norte do templo de Nerull após confabulação para saber que rumo tomar dali em diante. Já no dia seguinte ao início da viagem, nas montanhas, encontram um grupo de ogros, supostamente atrás de caça. Após o que parecia ser o líder deles trocar algumas palavras não muito amistosas com o grupo, tendo o bardo como intérprete, Nasus detectou o mal que havia neles… e mandou seu javali o arrancar de dentro de suas entranhas. Seguindo a isso, dois outros ogros (de um grupo de seis antes de encontrar com os aventureiros) são tostados pela coluna de chamas de Caine, o druida piromaníaco, enquanto que o líder ogro cai a gargalhadas fulminantes provocadas pela magia do bardo. Por fim, o paladino e seu destemido porco perseguem os dois sobreviventes que tentaram fugir… e conseguiram. Na volta, acabou tomando sermão de Baldur sobre honra e perseguir inimigos derrotados que não representam perigo. Dias de viagem depois, o grupo enfrenta o clima das montanhas: dias ensolarados alternados com nevascas extremas e chuvas torrenciais. Vários dias de viagem depois, acabam encontrando os três tengus da vila (não mais) secreta, e estes afirmam que foram expulsos de lá, recusando-se a voltar com eles para o local mas concordando em levá-los até as amazonas. Os três homens-corvo partem na frente em seus planadores enquanto os heróis atravessam novamente a cidadela, e acabam a encontrando vazia, com seus moradores fechados dentro de suas casas devido ao temporal que caía quando chegaram. Ao ser expulso de uma das estalagens, um bêbado local acaba alardeando que encontrou “invasores sem bico” e eles se veem forçados a deixar a vila logo depois de terem chegado. O grupo reencontra os três tengus em uma reentrância de uma rocha, abrigados da chuva, e lá permanecem até o dia seguinte, quando seguem viagem por mais alguns dias até serem pegos por mais uma tempestade. Procuram abrigo em uma gigantesca caverna, e se veem na presença de mais outros, que também procuram abrigo: gigantes de pedra. Durante quatro ou cinco dias, Baldur os mantém entretidos com histórias enquanto a tempestade não passa, em troca de partilhar a carne que caçavam. Quando finalmente a tempestade termina, seguem viagem, gigantes prum lado, aventureiros e tengus pro outro. Mais alguns dias e intempéries depois, são novamente forçados a permanecer no interior de cavernas, e mais uma vez recebem a visita de gigantes… do gelo. Nasus também detecta-lhes o mal, e sem cerimônia o grupo parte para o combate. Caine fere os pés dos gigantes fazendo crescer espinhos na entrada da caverna, Baldur os faz ficar mais lentos com magia, mas Nasus não toma parte no combate (apesar de ter incitado). Por suas vezes, os gigantes tentam revidar com seus machados grandes Grandes mas acabam sendo incinerados/dilacerados pelas invocações elementais do fogo/tigre do druida, devidamente em fúria sanguinária também graças ao bardo. A tempestade passa, e finalmente conseguem chegar ao templo de Nerull a tempo de evitar outra. Uma rápida visita (e uma filada no jantar recém-caçado da androesfinge) e de novo o grupo se põe em marcha. Dias depois, o grupo se depara com uma tempestade muito pior que as outras, e ficam mais um dia presos quando por fim o clima ameniza e eles conseguem andar por mais algum tempo. Até algo se colocar no caminho, para variar.

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Alderan, Episódio 35-B
A Volta de Hans Kruger

Blair ressuscita seu fiel marido orc após este ter perdido a vida durante a batalha por Anadyr. Em seguida, os sobreviventes – bruxas, trolls, maguinha-ks, agregado pedroso e marido orc – adentram o palácio onde outrora habitavam os governantes élficos, devidamente protegido com mágica das fortes, que além de causar dano a quem entra, impede a fuga por teleporte. Depois de perderem tempo num grande hall de entrada, portas de madeira negra e um corredor com tapete vermelho, o grande grupo alcança a sala dos tronos. Sete ao todo, dos quais somente um estava ocupado, pelo próprio general élfico. Elise o e ex-escravo pedroso tentam prontamente quebrar a CG atacando com hexes e investindo. A primeira não funciona e o segundo é paralisado por uma magia lançada por… Astarth. De trás dos outros tronos, surgem: A maga elfa sobrevivente da última batalha; o próprio Astarth, portando o cajado que a maguinha-ks-npc Clarissa procurava desde o início da campanha; Sua fiel serva succubus; outra fiel serva succubus, sendo essa a de quem aparece de trás do trono do centro: Hans Kruger.


FLASHBACK
Hans acorda de seu pesadelo infernal numa câmara cheia de elementos ritualísticos com o seu novo mestre e dono de sua alma, assim como sua serva sucúbica a esperá-lo para iniciar os seus primeiros trabalhos do lado caótico e maligno da Força. Astarth, o capiroto-dos-contratos, diz ao recém-formado antipaladino que estão de partida para Anadyr, para resolver um novo… empreendimento… para sua causa. Assim que chegam, são recebidos por ninguém menos que o próprio General Landar, o qual negocia em segredo com o arquidiabo a suposta formação de um “exército imortal”, e em troca o elfo deve realizar um suposto “grande sacrifício” em seu nome. Concluídas as negociações, todos aguardam ansiosamente a “invasão” predita pelo capiroto. E assim, como todos sabemos, ela acontece.

Astarth, agora protegido por campos antimagia ativados a partir dos próprios tronos, tenta convencer as bruxas a passarem para seu lado, mas o espírito de vingança contra o general élfico ainda ardia forte nelas. Ele devolve o cajado a Elise, que o devolve a Clarissa-ks-Mithrandina, com seu poder devidamente selado por ele mesmo. O acerto de contas acabou sendo inevitável apesar do arquicapiroto tentar de todas as formas persuadi-las do contrário, em especial a bruxa-gata Virj… digo, Wyrd. Então, tanto ele quanto seus comparsas infernais decidem avançar até as linhas inimigas – bruxas, maguinha-ks, pedroso, trolls, maridão – assim como, sem outra saída, Landar e sua comparsa orelhuda. Hans, as succubus e o capirotão não são atacados. Toda a fúria é direcionada contra o general e a maga elfa sobrevivente, ambos mortos não só pelas bruxas como pela maguinha-ks, o maridão de Blair, o próprio Hans, aproveitando a oportunidade para testar seu toque (hmmmmmm…) e o agregado pedroso, que teve a honra de decapitá-lo com o clássico crítico de espada-larga. Com o dever finalmente cumprido, bruxas e capiroto se reúnem do lado de fora do palácio, para mais uma rodada de negociações. Como Wyrd acabara ali com seu objetivo de vida, decidiu retornar à aldeia de catfolks, apesar das propostas de Astarth. Ao ver que perdera o controle de seus esqueletos-flamejantes-sangrentos-etc., Blair acaba cedendo aos apelos do grande contratante dos Sete Infernos e concorda em colaborar com seus planos de invadir as terras humanas com o agora-não-mais-pequeno exército de mortos vivos. Aproveitando o ensejo, ela também decide assinar o contrato para aprender a se tornar um lich. Hans sugere que o pedroso-decapitador-de-generais poderia ser uma boa aquisição, e pela módica quantia de uma parcela de poder abissal, ele também concorda em assinar o contrato. Por fim, Blair acaba obrigando seu fiel marido orc a também dar seu autógrafo nos pergaminhos do capiroto a fim de ganhar o dom abissal junto com o agregado pedroso.

De volta à sua terra-natal, Wyrd fala aos catfolk que os elfos não são mais ameaça, mas que ainda há elfos à solta. Essa última parte acaba assustando-os e ela tenta tranquilizá-los mas acaba se enrolando ainda mais nas palavras e os põem em pânico de novo. O ancião da tribo acaba por convencê-la a procurar um lugar mais seguro para os catfolk, e assim Wyrd ganha um novo objetivo de vida: levar o seu povo à “terra prometida”, um lar seguro, paradisíaco e livre de elfos.

Hans, as duas succubus, a maguinha-ks e Astarth retornam ao templo de Benir em Dyll para planejar os próximos passos da campanha do grande arquidiabo. Com a responsabilidade caindo sobre Clarissa e Hans, ele espera obter maiores chances de plantar o caos e a desordem nas imediações de Latimeria, bem como de encontrar a tal forja em Lamar por entre as hordas de caminhantes brancos não-mortos-nem-vivos-nem-mesmo-mortos-vivos.

Elise decide voltar a uma das cidades que conhecera em suas andançãs com as irmãs-bruxas: Misk. Lá ela sai para vender sua parcela do tesouro roubado das minas de Valencia e se atualizar dos acontecimentos locais. Numa taverna ela acaba encontrando uma jovem de porte altivo e uma halfling-que-não-é-a-namorada-do-gnomo. Esta pede ajuda para encontra uma antiga e lendária espada, supostamente pertencente ao deus Gilleas, chamada Tarrasque. Embora relutante, Elise concorda em levar a halfling e o pequeno grupo que ela tenta reunir para lá, mas não garante que permanecerão juntos na aventura.

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Alderan, Episódio 34-B
A Queda de Anadyr (e um Possível Crossover Futuro)

Em algum lugar do mar próximo ao Continente Sul um navio roubado transporta um orc, três jovens druidas, uma jovem sacerdotisa surda-muda e uma refém. Um sonho revela à sacerdotisa que o antigo Mal está ressurgindo no mundo, despertado recentemente, mas num lugar longínquo… um outro mundo. As duas vozes no sonho pedem para que ela encontre o poderoso homem que está procurando tão rápido quanto possa, para que este mal seja desfeito antes que infeste o mundo. Ela acorda com o imenso calor que faz no interior do navio, e tenta avisar sobre seu sonho-profecia a duas das três druidas, sem muita eficácia apesar de se esforçar pra riscar o piso de madeira com o báculo e bater com um compreender idiomas na cabeça de uma delas. Decide tentar a sorte com a refém-feita-timoneira Fiora, mas esta se limita a enxotá-la e faze-la se cobrir com seu casaco, já que a única peça de roupa que a jovem vestia era seu chapéu de ouro. A tarde passa, quente e abafada, até a noite chegar e o navio chegar a um porto, com 4 torres brilhando na escuridão. Ao desembarcarem, o pet-dinossauro da terceira druida fora solto dos porões do navio enquanto o restante da “tripulação” desembarcava. Ao sentir o cheiro de comida, o monstro correu em direção a este, arrombando a porta de uma estalagem próxima ao cais e sendo recebido a raios ardentes (inefetivos) e espadadas (com acerto crítico). Então, o pobre mascote dino recuou, enquanto os agressores saíam. O mago que conjurou os raios ardentes (que acabaram por começar um princípio de incêndio na taverna) saiu invisível e despercebido, enquanto o guerreiro saiu de espada na mão… para ver um orc, quatro mulheres (duas delas peladas do pescoço pra baixo), cinco crocodilos recém-invocados e um dinossauro do lado de fora. Foi atacado pelos crocodilos sumariamente, incitados por uma das druidas (a que estava sem roupa). Deposi do mago conjurar uma bola de fogo e quase levar uma investida do orc, a sacerdotisa (que também estava sem roupa) fez com que as agressões parassem se interpondo entre os agressores, e após uma longa “conversa” (ou tentativa de – ninguém sabe o idioma de ninguém e a sacerdotisa é surda-muda), a guarda da vila acaba chegando pra saber que baderna era aquela. Os sodados convenceram-nos a levar o dinossauro pra fora da cidade, mas não a fazer as moças vestirem roupas. Antes disso, a sacerdotisa “conversa” com o mago via compreender idiomas e escritas no chão, e o convence a tentar ajuda-la em sua busca. Então, o grupo acaba indo dormir aos pés das paliçadas de madeira que envolvem a vila.
*

As bruxas se reúnem em conselho para decidir o quanto devem esperar até o ataque definitivo. Conselho interrompido por Clarissa, pelo grande-chefe-orc-marido-de-Blair e pelo recém-resgatado random relatando o mesmo problema: as tropas estão ficando descontentes por não haver mais caça ao redor do coven, e estão tempo demais parados. Pressionadas a agir, as bruxas traçam o plano de ataque e partem a Anadyr. Duas semanas de viagem depois, e estranhamente sem nenhum incidente, o exército unificado de orcs, trolls e esqueletos se reúnem próximos à muralha da cidade, guardada somente por poucas unidades de arqueiros. De uma distância segura, as bruxas observam o movimento das tropas por clarividência e sensores mágicos. Os primeiros a avançar são os mortos-vivos, facilmente repelidos pelos elfos com duas pequenas unidades de conjuradores divinos. No entanto, ao lançar a segunda leva de ataques, Wyrd concede maior poder de ataque e defesa aos orcs e trolls graças às suas magias e símbolos profanos, e modificam suas táticas ao levar a maior parte das forças a atacar pelo sul em vez de pelo oeste, como fizeram com os esqueletos. Além disso, conseguem distrair os arqueiros dos outros portões por tempo suficiente ao conjurar dragões ilusórios pairando no ar acima da cidade. Tomados de surpresa, os elfos do portão sul não resistem e acabam cedendo passagem para a horda. À medida que os sobreviventes vão se reagrupando nas muralhas internas da cidade, os mortos vão se erguendo pelas mãos de Blair, e Elise atormenta as outras unidades élficas com evocações de fogo e gelo. Ao invadirem a cidade, logo notam que ela está… vazia. Somente os soldados a defendem, e nem eles parecem ser capazes de tanto contra o crescente número de mortos e trolls que se erguem facilmente depois de caídos. Quando a última unidade élfica cai por terra, elas se perguntam o que teria acontecido a todos os outros elfos que deveriam estar ali, ao mesmo tempo que constatam a simples verdade da história que acabaram de fazer: Anadyr finalmente caíra.

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