Os Novos Deuses

As 20 novas divindades, nascidas ou ascendidas logo depois do Exílio de Rur. Apesar de religiões e seitas não serem uma força a ser considerada em Alderan, existem templos(ou outros locais de adoração) e servos dedicados a pelo menos um deles, desde a mais próspera cidade à mais selvagem e remota comunidade. Até mesmo existem aqueles que cultuam as antigas deusas, mesmo que nada recebam por isso – apenas o fazem para manter tradições antigas.

Os Vinte Deuses

Gilleas, deus da Força
Tendencia: LN
Domínios: Força, Terra, Ordem, Proteção
Gilleas foi o Paladino do Sul, tendo ascendido junto com seus companheiros após ajudá-los a restaurar a Deusa do Equilíbrio. Assim como os outros Paladinos, ele era ligado a um dos quatro elementos, no seu caso à terra. Rege a força e a proteção dos fracos pelos fortes. Sua arma predileta é a espada larga, chamada Tarrasque. Seu símbolo sagrado é sua espada cravada numa rocha.

Seth, deus do Heroísmo e da Justiça
Tendencia: LB
Domínios: Bem, Ordem, Fogo, Guerra, Glória
Um dos quatro Paladinos ascendidos de Benir, Seth é o deus da justiça e dos heróis. Ligado ao elemento Fogo, prega o combate constante ao mal e promove a honra e os feitos nobres. Suas armas prediletas são as espadas curtas, Supernova e Buraconegro. Seu maior rival é Mikhail, deus da tirania e do poder, e em dias de eclipse é dito que os dois estão travando um combate nos céus. Seu símbolo sagrado é um sol parcialmente eclipsado, com oito raios de luz.

Mikhail, deus do Poder e da Tirania
Tendencia: LM
Domínios: Mal, Ordem, Ar, Destruição, Guerra
O “Paladino Corrompido” ascendeu a seu posto divino no último momento ao trair Arir e entregar os fragmentos aos outros Paladinos. Seu elemento associado é o Ar, e sua arma predileta é a espada bastarda Quimera. Ele encoraja a conquista do poder a todo custo, e o combate implacável a quem quer que se oponha tanto ao conquistar quanto à manutenção do poder, logo ganhando a simpatia de raças beligerantes, como os orcs. Assim, Mikhail combate seu rival Seth nos céus de tempos em tempos, pois ele é o primeiro a impedi-lo de conquistar os outros deuses. Seu símbolo sagrado é a própria quimera da guarda de sua espada.

Adelaine, deusa da liberdade
Tendencia: NB
Domínios: água, libertação, bem, proteção
A última dos Paladinos a ascender, Adelaine prega a liberdade, o combate a toda e qualquer forma de escravidão ou abuso e a compaixão com o próximo. Seu elemento associado é a água e sua arma predileta é o sabre, Aktina. Tem como símbolo sagrado quatro ondas de água, duas a duas, separadas pela própria arma.

Chulu, deusa da sedução e do prazer
Tendencia: CN
Domínios: Charme, Enganação, Caos 
Governa a luxúria e todas as formas de prazer e sedução, especialmente mais como um meio do que como um fim. Cultuada principalmente por prostitutas e sedutores, mas mesmo entre aristocratas e nobres existem seus adeptos. Seu símbolo sagrado é sua representação, uma súcubo de cabelos ruivos. Sua arma predileta é a adaga, Blosut.

Saarina, deusa do amor
Tendencia: CB
Domínios: Charme, Bem, Caos, Sorte
Protetora do casamento, do “amor verdadeiro”, da beleza e da arte. Seus clérigos e devotos são em sua grande maioria artistas, em especial poetas e bardos. Seu símbolo sagrado é uma rosa, e ela não possui arma predileta.

Shura, deus da destruição
Tendencia: CM
Domínios: caos, mal, destruição, morte
A essência mais maligna de Arir se condensou nesta divindade, logo adotada pelas raças mais agressivas do mundo. Shura é um deus implacável que deseja a destruição de tudo e todos para renovar o mundo de acordo com sua vontade e a dos seus devotos. Sua arma predileta é o mangual atroz e seu símbolo sagrado é uma caveira humanoide com o crânio rachado.

Yervan, deus da família
Tendencia: NB
Domínios: cura, proteção, comunidade, bem
A divindade mais cultuada entre os plebeus. Formado a partir da essência mais pura de Benir, Yervan protege os lares, as famílias e, sobretudo, as crianças e velhos. Seus clérigos são os mais atuantes entre as camadas mais pobres e nos povoados. Sua arma predileta é o bordão e seu símbolo sagrado é uma mão de criança segurando uma pena. 

Hass, deus do ocultismo e dos segredos
Tendencia: NM
Domínios: mal, enganação, conhecimento, escuridão
Tudo o que não deve ser revelado, todo o conhecimento proibido vem de Hass. Rituais profanos, necromancia, maldições e os segredos do ocultismo são sua moeda. Rege também as criaturas amaldiçoadas, como licantropos e mortos-vivos poderosos. Sua arma é a foice curta, e seu símbolo sagrado é uma figura fantasmagórica sem rosto.

Orluf, deus dos ofícios e do trabalho
Tendencia: LN
Domínios: ordem, comunidade, artífice
Guardião dos ofícios e trabalhos manuais, Orluf é a divindade preferida entre os anões e uma das mais cultuadas pelos gnomos. Muitas vezes é representado como um homem forte – ou anão, ou gnomo – trabalhando na forja. Sua arma predileta é o martelo de guerra e tem como símbolo uma bigorna com um grande martelo atrás dela.

Caena, Deusa das estações e do clima
Tendencia: N
Domínios: Clima, ar, água, terra, fogo
O sol, a chuva, a noite, o dia, as estações, as forças da natureza e todos os fenômenos incomuns decorrentes delas provêm de Caena. É adorada principalmente por druidas e criaturas da floresta, embora alguns feiticeiros e magos sejam seus devotos. Seu símbolo sagrado são o sol e a lua separados por uma nuvem cinzenta, enquanto que sua arma é o bordão.

Cattleya, deusa da natureza
Tendencia: NB
Domínios: animais, plantas, cura, bem, proteção
Protetora dos seres vivos e das áreas naturais do mundo, Cattleya possui a maior parte dos seus seguidores entre os druidas e os elfos. Ela prega a harmonia entre as criaturas e odeia toda forma de vida “corrompida”, não-natural (como mortos-vivos e aberrações). Sua arma predileta é a cimitarra, e seu símbolo sagrado é um totem com diversos animais, mas sempre com no mínimo cinco deles.

Zahara, deusa da corrupção e da doença
Tendencia: NM
Domínios: mal, morte, destruição, magia, runas
Arquirrival de Cattleya, senhora da doença e da morte, corruptora de tudo o que é vivo. Seus seguidores desejam mudar o mundo conforme a ordem de sua divindade – destruir a vida como é conhecida e recriá-la como uma não-vida, que considera como sendo uma forma superior à vida anterior. Sua arma é a foice longa, e carrega como símbolo sagrado um escaravelho negro de brilho esverdeado.

Udur, deus dos monstros
Tendencia: CM
Domínios: caos, mal, força, destruição
Comandante dos monstros e aberrações inteligentes do mundo, ele os incita à matança e à conquista dos territórios de outras criaturas. Segundo ele, a civilização não torna as criaturas mais fortes, e sim mais covardes e por isso ele a despreza. Sua arma predileta é a clava grande ou armas naturais, como garras. O símbolo sagrado consiste em marcas de garras se cruzando em “X”.

Madena, deusa da loucura e do acaso
Tendencia: CN
Domínios: caos, sorte, loucura, libertação, conhecimento
A “deusa louca” é uma das preferidas dos desenganados, desesperados e daqueles que perderam a esperança. Costuma-se dizer que é a única deusa capaz de conceder o dom de mudar o destino, mas a um preço alto – a sanidade. Sua arma é a starknife, e seu símbolo sagrado é um terceiro olho no meio da testa de uma figura humanoide.

Alper, deus da magia, do conhecimento e da escrita
Tendencia: N
Domínios: conhecimento, magia, runas, destruição, proteção
O guardião supremo do conhecimento, mestre dos segredos arcanos. Venerado principalmente por sábios, feiticeiros e magos, este deus também é considerado protetor da história escrita e da civilização, tendo como símbolo sagrado um livro aberto e em branco. Sua arma predileta é a maça (leve ou pesada).

Moroni, deus da morte e do descanso eterno
Tendencia: N
Domínios: morte, repouso, escuridão
Apesar de ser o deus da morte, Moron abomina de todas as formas os mortos-vivos, pois julga que o descanso final deve ser sempre alcançado ao fim da vida. Ele guarda a passagem para o outro mundo, bem como seus servos, os quais são responsáveis pelos ritos que impedem que os mortos se levantem. Usam como símbolo sagrado uma ampulheta com cinzas no lugar da areia, e sua arma predileta é uma adaga.

Herlon, deus da verdade, das leis e tradições
Tendencia: LB
Domínios: Nobreza, Ordem, Bem, Sol
Tão popular entre os anões quanto Orluf, Herlon rege tudo o que há de nobre e verdadeiro. A honra e a lei estão acima de tudo, e é isso o que, segundo ele, diferencia um povo civilizado dos povos selvagens. O símbolo sagrado é um sol branco de 16 raios. A espada longa é sua arma sagrada.

Arvind, deus dos ventos e da viagem
Tendencia: N
Domínios: ar, viagem, sorte, libertação, proteção
Todos os viajantes rogam por sua proteção, e existem templos espalhados por estradas movimentadas e mesmo dentro de estalagens (quando a própria estalagem não é um templo em si). Cultuado principalmente por mensageiros, comerciantes e todos aqueles que levam a vida mais entre as cidades e ermos do que neles próprios. O símbolo sagrado deste deus é uma casa sobre três linhas curvas. A sua arma sagrada é o bordão.

Hilanda, deus dos mares e do comércio
Tendencia: N
Domínios: água, clima, viagem, proteção
O comércio no mundo começou a florescer através das rotas marítimas, e por isso Hilanda, outrora considerado o rei dos mares, também passou a ser cultuado como o deus do comércio. Costuma-se ter ao menos um de seus servos viajando num navio de grande porte, em primeiro lugar para dar suporte à tripulação e aos passageiros, e em segundo lugar para ter a bênção do deus e fazer com que a viagem seja tranquila. Não é raro que se tornem eles mesmos capitães de seus próprios navios e enriqueçam através das rotas comerciais tão conhecidas por eles. Sua arma predileta é o tridente, o qual também é seu símbolo sagrado.

Os Novos Deuses

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