Aldard - A Sexta Era

Alderan, Episódio 36-B

O Grande Êxodo

Ao nascer do novo dia, o pequeno grupo de viajantes desperta e prepara magias/ora aos deuses e arruma-se para prosseguir viagem depois de uma noite passada aos pés das paliçadas que protegem a vila costeira onde viviam (no caso do mago)/chegaram pelo mar (no caso dos demais). Servindo de guia, o mago conduziu o bando através de uma trilha pelos descampados além-vila, e ao chegar a noite, já numa área de mata esparsa, decidem acampar. Uma das druidas decide “aliviar-se” com um banho num riacho próximo, logo seguida pelas outras duas. No fim das contas, ambas terminaram “aliviadas” pela primeira. Logo em seguida, o meio-orc conjura um farto banquete com gosto de papelão molhado, mas enquanto uma das druidas voltava para o acampamento e providenciava temperos para a refeição, o grupo é atacado por uma dezena de javalis pequenos e três grandes. Apesar das conjurações, invocações, transformações em dinossauro, ataques de Aurélio, o alossauro de estimação da druida, e buffs da jovem oráculo, o grupo vinha sofrendo com os ataques furiosos dos animais, até que um caçador surgiu das sombras da mata e ajudou-os a abater os javalis. Celebrando a grande quantidade de bacon e torresmo que os deuses lhes providenciaram, o caçador e as pessoas do outro grupo finalmente puderam se apresentar, embora o costume das moças de andarem nuas como no dia de seus nomes o deixasse… inquieto.

  • Hans e sua serva succubus preparam-se para a missão do dia seguinte, e acabam levando a noite toda para tal. Na manhã seguinte, John Hard, o pedroso-gárgula-meio-abissal, também recebe a visita da serva succubus de Hans, e a “ajuda” como Hans a ajudou na noite anterior. Hans pede um arco longo reforçado ao seu boss Astarth, e ele manda que tragam alguns… junto com seus donos elfos. Uma grande quantidade de soldados está do lado de fora do templo de Benir, John Hard percebe, e vinte deles adentram o templo sob as ordens do sumo-sacerdote. Este entrega o arco de um deles a Hans, que após convocar a maguinha-ks, ordena ao grupo composto ainda pela sua serva succubus e o pedroso-gárgula-meio-abissal para teleportarem até Lamar por emio de um pergaminho previamente fornecido pelo sumo-capiroto. Ao chegarem na dita-cuja cidade, Hans percebe a devastação em que tudo se encontra. Adentrando os túneis que levam à cidade e às minas subterrâneas, ele encontra as criaturas que um dia foram pessoas vagando pelos corredores e túneis. Reúne tantos quanto pode numa antecâmara logo abaixo da cidadela na superfície e retoma a busca pelas pedras-de-alma a que veio buscar. Alguns andares abaixo, descobre por meio da succubus que elas estão guardadas por meia dúzia de… golens de adamante. Ordena que ela e a maguinha-ks desçam e tentem pegar uma dessas pedras sem que os golens as detectem, mas sua estratégia falha enquanto a maguinha acaba encurralada pelos construtos. Tentando distrair as criaturas, John Hard acaba quebrando algumas pedras suas com uma única pancada de um dos golens, e recua. Hans e a succubus distraem os golens por tempo suficiente para que a maguinha conjure proteções para si e sem eguida fogem escada acima. A própria Clarissa sobe as escadas voando, mas muito ferida, após forçar passagem pelos golens. O grupo retorna para a antecâmara na superfície, onde Hans decide reunir mais dos seres pálidos e sem alma pelos corredores e túneis dos arredores… por alguns dias.
  • É manhã em Misk quando Julia e sua amiga loira meio cigana adentram a taverna do cais e encontra duas figuras exóticas – um humano de aparência bastante diferente do habitual, com olhos puxados e vestes exóticas portando uma fina espada embainhada, e uma sereia. Esta acha interessante uma criança humana já começar a beber vinho desde cedo, ao passo que a halfling explica de forma não muito calma que ela é de uma raça diferente. Elise aparece em seguida, e depois de alguma conversa acabam convencendo a sereia e o homem a se juntarem ao grupo. Então a halfling lembra-se de convocar Sor Choccobo para juntar-se a eles e logo todos partem da cidade, logo antes da chegada de várias embarcações nesse mesmo porto…
  • Wyrd leva sua tribo até Misk, levando bastante tempo para chegar até lá e logo percebendo a grande quantidade de navios atracados no porto da cidade. É recebida por uma dezena de cavaleiros nos portões, que informam não haver mais lugar para refugiados na cidade desde que os elfos chegaram – na verdade, a maioria era elfas e crianças. Afirmando terem pressa em partir, Wyrd convence os guardas a deixá-los entrar. A bruxa-gata procura por mantimentos e também por montarias, carroças e transporte, mas só encontra as oficinas de montagem apinhadas de trabalhadores mas nenhum veículo pronto. Segundo o dono da oficina, até mesmo os cavalos estão em falta. Durante a conversa com o homem, Wyrd percebe um princípio de confusão no final do grande grupo de catfolk, onde alguns membros de sua tribo estavam hostilizando uma jovem elfa. A bruxa, junto com os cavaleiros da guarda da cidade, apaziguam os ânimos, e logo em seguida, o sacerdote da igreja do Grande-Deus-Hilanda-do-Comércio-e-dos-Mares Edir dá o ar de sua graça, tentando convencer a bruxa a fazer seus catfolk trabalharem no mar para obter provisões para sua viagem, sem sucesso. Wyrd decide sair da cidade, sem suprimentos e sem transporte, por achar ser impossível fazer seu povo conviver com os elfos na mesma cidade.
  • Após estudar e se preparar por duas longas semanas, Blair finalmente consegue completar o ritual profano que a transforma num lich, e põe seu vasto exército de mortos vivos para marchar… mas não sabe para onde. Aparentemente, sua memória foi de alguma forma afetada pelo ritual, e supostamente, a bruxa-ex-meio-orc-agora-morta-viva está indo para o norte, na direção de… Misk.
  • Durante dias, Elise guia o grupo de aventureiros pelas planícies a oeste de Misk, até que encontram um pequeno vilarejo de goblins. Estão no meio de algum tipo de festa, com uma grande fogueira acesa e bastante carne sendo assada nos espetos sobre ela. O homem da espada e a sereia logo veem que uma dessas carnes é na verdade a perna de um ser humanoide, o que faz o homem sacar sua espada. Os ânimos se exaltam, mas o chefe da tribo afirma que aquela é a perna de um orc morto por eles. Elise negocia algumas das carnes nos espetos por moedas de prata, e leva grandes pedaços para as provisões da viagem. Seguindo por mais alguns dias, eles encontram montanhas solitárias na paisagem a sudoeste… e mais algo potencialmente perigoso à frente.

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