Aldard - A Sexta Era

Episódio 45

Crossover Tardio

No Continente Sul, duas jovens guiadas por um mago encontram um vilarejo élfico peculiar. Havia muitas crianças e mães, mas nenhum elfo adulto, exceto um velho xamã e dois meio-elfos. Uma das jovens, uma druida vinda de terras selvagens cujo guardião é nada menos que um dinossauro, alerta o xamã sobre a reunião dos mais poderosos de seu círculo O velho elfo, em comtrapartida, deu-lhes direções onde poderiam encontrar alguém que os pudesse ajudar, o que as levaram às regiões mais afastadas da Floresta de Dehanju, território de uma poderosa dríade. Encontraram o filho da mesma, um ranger experiente, que precisava atravessar os mares em busca de sua própria filha. Ele junta-se às duas jovens oferecendo-se como guia para a jornada e todos seguem de volta ao navio pelo qual chegaram a este continente. Descobrem que o antigo capitão abandonou seu posto, deixando apenas sua imediata de sotaque estranho e alguns marujos junto com o navio. Mesmo assim, seguem viagem até o Continente Central, e lá a mais jovem das mulheres, uma oráculo muda, vinda de terras desconhecidas, recebe a visão do mal que acabara de despertar numa parte ainda longínqua do mundo. Os deuses a alertam para que se apresse em sua busca, e assim seguiram para circunavegar o Continente pelo leste após deixar o filho da dríade num porto seguro e próximo a seu objetivo.

Semanas de viagem depois, estão numa terra exótica, onde homens e mulheres possuem olhos finos e amendoados como elfos, e possuem regras e costumes bastante rígidos. Por esse motivo (uma vez que nem a oráculo nem a druida têm o costume de cobrir suas vergonhas) e pelo fato de o navio já estar bastante avariado pelo tempo, nossas heroínas permaneceram na terra do ópio por mais tempo que o previsto. Com a sensação de urgência tomando-lhe o espírito, a oráculi decide que não é hora de esperar, e sim de agir. Ela convence sua companheira druida a embarcar já no próximo navio que fosse na mesma direção em que elas estavam indo, deixando tripulação e ex-imediata de sotaque engraçado para trás. No entanto, um ataque de piratas faz com que seu navio afunde e elas sejam obrigadas a nadar até a praia mais próxima, assim como outros sobreviventes do naufrágio. Guiada pelos sonhos e visões concedidos pelos deuses, a oráculo viaja sempre acompanhada pela druida do dinossauro, também em sua missão particular de reunir o máximo possível de mestres druídicos a pedido de sua mestra. Estranhamente, a pessoa a quem procura parece mudar de direção repentinamente, ou suas visões estão sendo mal-interpretadas. Confiando em sua fé, ela e a druida seguem por cidades e vilas, indo parar numa cidade chamada Misk, povoada por muitos elfos misturados entre humanos. Lá conheceram a maior construção dedicada aos deuses que já viram, e o dono dela as ajudou concedendo outro navio para atravessar o mar até outra cidade, bastante fortificada, de onde partiram em busca do seu objetivo. Segundo os deuses, a pessoa a quem a oráculo procurava estaria a alguns dias de viagem entre as frias montanhas do norte.


Após o segundo teleporte de volta ao lugar onde começariam a longa jornada em busca das armas que derrotariam o arquidiabo em Dyll, Kraa se vê muito longe de seu destino – de fato, longe o suficiente para não ter ar e se ver cercado por um céu noturno estrelado – e em pânico, tenta lutar inutilmente por sua vida enquanto vê o próprio espaço próximo a ele se rachar e partir. De alguma forma ele vê alguém do outro lado estendendo a mão, e no último segundo é puxado para dentro da fenda por ela. Após recobrar os sentidos, nota que está em cima de uma jovem de cabelos castanhos e vestes… semi-ausentes, apesar do frio intenso das montanhas. Acaba descobrindo também que ela está acompanhada de uma outra mulher, vestida de peles de animais, e um dinossauro. Tenta iniciar uma conversa, sem muito sucesso, com a moça seminua, e acaba descobrindo que ela não responde porque não consegue. Resolvidos os problemas de comunicação, porém, todos seguem guiados pelo homem-ave de volta ao templo de Nerull. No caminho, são atacados por um grupo de homens-lobo-das-neves-com-poderes-arcanos, facilmente derrotados pela druida do dinossauro. Dias depois, finalmente chegam ao templo da androesfinge, e lá se reúnem com a ex-guardiã da cidade antiga. A oráculo comunica-se com ela telepaticamente, revelando sua longa jornada e seu maior objetivo. Em contrapartida, Alkah revela-lhe que a pessoa a quem ela procura não está longe, e que precisaria de toda a ajuda que a oráculo pudesse dar, assim como boa parte da história que conhecia sobre o mal que se abate no continente e a busca de outros heróis por uma forma de derrotá-lo. Por sua vez, a druida revela à guardiã a grande convocação druídica já em andamento do doutro lado do mundo, um fato que leva Alkah a confabular sobre os reais motivos dessa missão – pois sendo “um pouco mais do que druida”, seria uma obrigação dela estar lá.

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